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Américo Brasiliense

Américo Brasiliense é um município  brasileiro  do estado de São Paulo, pertencente à microrregião de Araraquara. Sua população estimada em 2009 era de 33.255 habitantes, Conurbada a Araraquara, somam juntas 233.921 habitantes.

Geografia

Possui uma área de 123,5 km² que se eleva a 715 metros de altitude.

Demografia

* Censo de 2000

População Total: 28.287

* Urbana: 27.641

* Rural: 646

* Homens: 14.401

* Mulheres: 13.886

* Densidade demográfica (hab./km²): 229,04

* Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 12,40

* Expectativa de vida (anos): 73,19

* Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,35

* Taxa de Alfabetização: 89,82%

* Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,788

* IDH-M Renda: 0,689

* IDH-M Longevidade: 0,803

* IDH-M Educação: 0,872

Clima

O clima é do tipo subtropical, com temperaturas médias anuais de 22°C, com inverno ameno, sendo raro o fenômeno da geada. Chuvas (1.250 mm) bem distribuídas durante o ano, sendo abundantes no verão e pequena a pluviosidade no inverno, derivada das intermitentes frentes frias que passam pela região nessa estação.

Hidrografia

O município de Américo Brasiliense é um dos mais ricos em minas de água do estado de São Paulo; no total são 25 nascentes.

Relevo

A cidade está situada no Planalto Ocidental Paulista, desfrutando de uma suave topografia, com altitudes médias em torno de 700 metros, permitindo um fácil escoamento das águas pluviais, portanto, livre de enchentes.

Limites

São Carlos, Santa Lúcia e Araraquara

Acesso Rodoviário

SP-310

Distâncias

Araraquara (13 km), Ribeirão Preto (70 km) e São Paulo (280 Km)

 

História

O início da nossa cidade

Há ouro no Mato Grosso

No século XVIII, a província de São Paulo dividia-se em duas regiões. A margem esquerda do rio Piracicaba, ao sul do Estado, uma região agrícola e povoada; e com a descoberta das minas de ouro em Cuiabá, Mato Grosso, no início do mesmo século, começou a ocupação das terras na margem direita do rio, ou seja: a região norte, tida como um grande sertão.

A distância contribuiu para que esta região ficasse por um longo tempo isolada e habitada somente por índios. Mas, como ela era o caminho às minas de ouro da região central do país, despertou-na o interesse de aventureiros. Os primeiros contatos entre “brancos” e índios não foram documentados. O reconhecimento de grupos indígenas que ocuparam a região é bastante obscuro.

Existem afirmações de que o povoamento da região ocorreu de forma violenta. Segundo tese defendida pelo sociólogo, Florestan Fernandes, há três hipóteses com relação à reação do índio diante da invasão branca: primeiro, preservando a autonomia tribal por meios violentos, expulsando o branco; segundo, passivamente tornando-se “aliado” ou “escravo”; e, terceiro, em defesa da autonomia tribal o índio teria se deslocado para áreas onde o branco não pudesse exercer um domínio efetivo.

Ao que tudo indica, sendo a região muito pobre, a segunda hipótese é a mais provável devido ao tipo de economia que havia: plantações de feijão, de mandioca e de milho; utilização do mel, da cera e outros. Então, a dominação do branco imposta pela violência elimina qualquer possibilidade de uma colonização passiva.

Final do século 18, os primeiros habitantes

Até meado do século XX, a história de Américo Brasiliense confundia-se com a de Araraquara. Em 1790 chega à região Pedro José Neto. Da freguesia de Piedade da Borba do Campo, atual Barbacena, Minas Gerais, onde se casou e morou por vários anos, Pedro muda para a Vila de Itu, em 1780. Austero tornou-se Capitão-mor da vila. Adquiriu diversos inimigos pelo seu jeito intolerável de governar. Em 1790, na agitada política local, acabou agredindo um de seus adversários durante uma discussão. Foi processado e condenado. Conseguiu fugir para os sertões de Araraquara.

Primeiro homem a chegar na região foi dono das sesmarias que originaram o povoado de Américo Brasiliense - Rancho Queimado e Cruzes - e também, das sesmarias de Ouro, Lajeado, Cambuhy, Monte Alegre e Bonfim.

Os aventureiros e mineradores foram se estabelecendo na região. A pobreza os deixou desiludidos, bem como as dificuldades de ligação com as minas de ouro do Mato Grosso. A região quase ficou a esmo .

Livre de cuidados e interesses de autoridades competentes, os sertões de Araraquara passou a ter como principal características à atração de refugiados políticos e pessoas perseguidas pela polícia. Este fato foi deduzido pelos constantes pedidos de proteção policial feitos pelos primeiros moradores que aqui se estabeleceram.

Afastada dos grandes centros povoados e desenvolvidos, a região viveu de uma economia de subsistência e um pastoreio insignificante. As zonas povoadas mais próximas faziam trocas de produtos e compras de gados.

Com a criação da freguesia São Bento de Araraquara, em 1817, originária na sesmaria do Ouro, entre 1830 e 1860 houve a expansão do pastoreio em direção aos rios Grande e Moji-Guaçu. Daí iniciou-se a lavoura de cana. Com um número grande de imigrantes chegando à região houve vários conflitos por terras.

Os foragidos e aventureiros que aqui chegaram - com a ausência da lei e a tensão e a defesa da terra, levou muitos sesmeiros a fazer a sua própria justiça. Por outro lado, era necessário evitar a saída de mão-de-obra, valorizada pela alta da cana, para não haver prejuízo e atraso no desenvolvimento agrícola.

Foi nessa euforia que, em 1854, chegaram as primeiras famílias no povoado: a família de Germano Xavier de Mendonça, seguidas pela Martimiano de Oliveira, se estabelecendo nas sesmarias de Rancho Queimado e de Cruzes, respectivamente. Mais tarde, as famílias de Manoel Antonio Borba e do coronel Américo de Toledo Pizza.

O nome ao povoado de Américo Brasiliense foi dado por Manoel Antonio Borba, homenageando seu amigo republicano, Américo Brasiliense de Almeida e Mello.

Américo Brasiliense: um governo em transição

Nascido em Sorocaba, São Paulo, em 08 de agosto de 1833 e faleceu no Rio de Janeiro, no antigo Estado da Guanabara, em 25 de março de 1896.

Américo Brasiliense de Almeida Melo

Após formar-se em Direito pela Faculdade de Direito de São Paulo, em 1855, defendeu tese em doutorado em 1860. Seguiu para Sorocaba, onde exerceu advocacia e iniciou sua carreira política. Foi vereador em São Paulo, deputado provincial e geral, presidente da Paraíba (1866), do Rio de Janeiro (em 1868), e de São Paulo (em 1891, já no regime republicano), ministro do Supremo Tribunal Federal. Recusou o Ministério da Fazenda e exerceu pleno poder em Lisboa. Ajudou a elaborar a primeira Constituição brasileira, em 1891. Viveu todo o período da história brasileira que relata a passagem do sistema monárquico para o republicano. Com vários amigos, fundou a Loja América - pertencente à maçonaria e fórum de propaganda republicana e abolicionista. Escreveu várias teses acadêmicas.

Já no regime republicano, quando era governador do Estado de São Paulo, fez um governo divergente. O jornal anarquista “O Estado de S. Paulo”, fazia oposição ferrenha à Américo Brasiliense. Num dos artigos publicados no dia 15 de dezembro de 1891, o jornal ataca severamente o governador. Era um período que viria retratar, mais tarde, as manifestações políticas e culturais que influenciaram o Brasil.

Américo Brasiliense

O Drº. Americo Brasiliense de Almeida e Mello, que até ontem foi presidente do Estado de S. Paulo, fugiu hoje pela manhã do palacio do presidencia, deixando um officio ao Major Castello Branco, em que declarava entregar-lhe o governo, por se ele o inspector geral dos corpos da polícia do estado.

Invasão

Hoje, o povo, indignado com as selvagerias praticadas contra o “Correio” reuniu-se em frente à federação e, apesar dos exforços do Drº. Bueno de Andrada, invadiram as officinas daquela folha e empastelou-se.

Enterro

O Drº. Cerqueira Cezar, presidente do estado, acompanhará hoje o enterro do infeliz operario Biattener, vítima do tiroteio em frente ao escritório do “Correio Paulistano”.

(Texto extraído na íntegra do jornal “O Estado de São Paulo”, 15 de dezembro de 1891, p. 10)

Família Xavier de Mendonça e o julgamento dos Britos

Talvez essa tenha sido a principal família, da segunda metade do século 19, no povoado. A sua influência em toda a região são marcadas por uma fase de poder e domínio. Donos das terras que originaram os povoados de Américo Brasiliense, a família de Germano Xavier de Mendonça marcou sua história também na política.

Nascido em 11 de abril de 1811, em São João Del Rei, Minas Gerais, Germano casou-se com Luciana Maria Machado, em 1839, em Pouso Alegre, também naquele Estado. Muda-se para Brotas, São Paulo, em 1845. Depois de nove anos, em 1854, compra a sesmaria de Rancho Queimado, de Veridiana Duarte Novaes, freira do Convento de Itu. Morou ainda na fazenda Anhumas. Exerceu cargo de vereador na Câmara Municipal, entre 1861 e 1864. Morre em 4 de dezembro de 1878. Deixa os seguintes filhos: Honória de Mendonça Arruda, Clementino Xavier de Mendonça, Lucrecia Xavier Borba, José Xavier de Mendonça, Maria José de Mendonça Leite e Germano Xavier de Mendonça.

Apesar da morte do principal homem do clã, a família deixou herdeiros. Entre eles, Germano o filho. Ele foi um dos principais articuladores do julgamento do famoso caso dos Britos, ocorrido em Araraquara, no final do século 19.

Datas comemorativas:

Aniversario da cidade, 21 de março

Ano de fundação, 1963

Gentílico, ameriliense

 

Administração

Prefeito:CLEIDE APARECIDA BERTI GINATO

 

Economia

Agroindústrias

Américo Brasiliense teve escolhido o título "Cidade Doçura" pelo fato da atividade canavieira predominar no município. Localizada no município, a Usina Santa Cruz está entre as 15 maiores usinas do país, considerando-se o volume de cana moída e atende ao mercado nacional e internacional de açúcar e álcool e seus subprodutos energéticos.

Indústrias

Está sendo construída na cidade, pelo governo do estado de São Paulo a segunda Fundação para o Remédio Popular (FURP), que será responsável pela fabricação de 294 milhões de unidades de medicamentos por mês. Além da produção, a nova unidade vai priorizar a embalagem dos remédios em dose unitária com o objetivo de baratear ainda mais o preço. Essa inovação vai permitir às 246 Santas Casas do interior registradas na Furp uma redução de custos e maior controle na compra dos medicamentos. Na iniciativa privada, também encontramos inúmeras indústrias alocadas na cidade, entre elas a Whitford, que desenvolve e fabrica revestimentos antiaderentes.

Igreja católica

O município pertence à Diocese de São Carlos.

 

Turismo

Está  localizado   no   Município  de   Américo Brasiliense, na Rodovia  Antonio  Machado   SantAnna - SP-255,  o  Clube Náutico,   um  dos mais  completos clubes de campo do Brasil, com área de lazer bastante abrangente, perfazendo cerca de 274 alqueires de terras, sendo  44  alqueires cobertos por uma represa artificial e uma reserva única de mata nativa, abrigando dezenas de espécies de animais em 157 alqueires.

 

Fonte

http://www.ferias.tur.br/informacoes/8884/americo-brasiliense-sp.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rico_Brasiliense

http://citybrazil.uol.com.br/sp/americobrasiliense/atracoes-turisticas

http://www.americobrasiliense.sp.gov.br/

http://www.americobrasiliense.sp.gov.br/?tipo=1&id=2&tipoo=1&ido=1

http://www.americobrasiliense.sp.gov.br/?tipo=1&canais=&id=5

 

Site da cidade

http://www.americobrasiliense.sp.gov.br/

 
MAIS SOBRE Américo Brasiliense:
 
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COMETÁRIOS SOBRE Américo Brasiliense:
 
04/11

adoro minha cidade natal .em breve voltarei .

Enviado por pedro donisete rebello às 12h16
14/04

RINOPOLIS, MINHA TERRA NATAL, NASCI, E CRESCI AI , HOJE MORO EM AMERICO BRASILIENSE, MAS TENHO MUITA SAUDADE DE RINOPOLIS,QUANDO EU ME APOSENTAR VOLTAREI A MORAR EM MINHA CIDADE QUERIDA RINOPOLIS

Enviado por VALDECIR CORRAL às 04h41
13/04

eu adorei muito de mais essa cidade quero volta para ir

Enviado por luciana santana de jesus às 18h05
 
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