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São José do Rio Pardo

São José do Rio Pardo é um município  brasileiro  do estado de São Paulo. Sua população estimada em 2009 era de 53 281 habitantes. Além da sede, o município tem um distrito, Espírito Santo do Rio Peixe.

Geografia:

Relevo

O ponto mais alto do município é o Morro da Antena (canal 2), com 1.050 metros de altitude. O município é cortado pelo Rio Pardo e por diversos córregos.

Clima

O clima de São José do Rio Pardo é tropical de altitude (Cwa). A temperatura máxima já registrada na cidade,] foi de 36,4°C em 26 de setembro de 2003, e a mínima foi de 0,5°C, em julho de 1994.[5] O clima da cidade é amenizado por sua localização geográfica no vale do Rio Pardo, entre as montanhas da Serra do Cervo (braço da Serra da Mantiqueira). A média das temperaturas máximas varia entre 25°C e 30°C durante o ano, e média das mínimas cai para próximo de 10°C no inverno. As chuvas se concentram na primavera e verão (entre outubro e março), sendo janeiro, em média, o mês mais chuvoso. O inverno é seco e apresenta grande amplitude térmica. Massas de ar polar oriundas da Antártida limpam o céu e derrubam a temperatura em alguns dias, podendo criar condições para a ocorrência de geadas. Julho é o mês menos chuvoso e mais frio.

Vegetação

A forma de vegetação predominante no município é a floresta estacional semidecidual, conhecida também como Mata Atlântica de Interior. A característica mais marcante desta floresta é que ela perde suas folhas na estação seca, e principalmente de maio a setembro. Outra característica importante desta região é a presença de uma transição do Cerrado para Floresta Estacional, com a presença de matas com características tanto de Cerrado quanto de Floresta (ecótono). Segundo último levantamento vegetacional realizado pelo Instituto Florestal do Estado de São Paulo, São José do Rio Pardo carece de áreas florestais de grande porte, sendo mais comuns no município pequenos fragmentos de vegetação em topos de morros e fundo de vales.

Fauna

Por estar localizado em uma área de transição vegetacional, São José do Rio Pardo abriga uma rica fauna. Já foram avistados na região exemplares de onça-parda (Puma concolor), lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) e cachorro-do-mato (Cerdocyon thous), este último muito comum nas fazendas. Nas últimas décadas houve um declínio da população de peixes, provocado pelo barramento do Rio Pardo para geração de energia elétrica. Peixes introduzidos pelo homem, como a tilápia, predominam nos rios do município.

Conservação da biodiversidade

Apesar de estar inserido em uma área de grande importância biológica,[8] poucos estudos são feitos no município no sentido de estimar e conhecer a real biodiversidade local. Não existe nenhum parque ou área protegida para conservar os resquícios de mata existentes no município. A ONG Grupo Ecológico Nativerde atua em prol do meio ambiente no município.

Transportes

Rodovias

O município de São José do Rio Pardo é servido por duas rodovias, a SP-350 e a SP-207.

Aeroporto

Aeroclube de São José do Rio Pardo (ICAO: SIPA)

 

Historia:

É possível que os índios Caiapós e Catuás tenham coabitado em nossa região, não em grande número pela escassez de caça, segundo um relato ao governador (1765), feito pelo capitão Inácio da Silva Costa, primeiro comandante do Descoberto do Rio Pardo.

João Batista Blandim contou a um repórter a sua história, para o Álbum Riopardense:

Esta entrevista se deu em 1917. O entrevistado tinha, então, 84 anos.

Nasceu em São João Del Rei. Já casado, atraído pela fama da boa terra de São José do Rio Pardo, aqui chegou em 1866, com 34 anos, onde já estavam muitos dos seus amigos, vindos de Minas Gerais, donos de terras.

No seu relato, recordou-se de casas esparsas, cobertas de sapé, no meio do mato. Morou numa delas, onde, tempos depois, ergueu-se o palacete de Antônio Ribeiro Nogueira (Nhô Ribeiro)(foto à direita), hoje, substituído por um prédio de morada e casas comerciais, na esquina da Praça XV de novembro com a rua Marechal Floriano.

Também li, que em dezembro de 1868, a pedido de Antônio Marçal Nogueira de Barros, a Câmara Capitular de São Paulo concedeu licença para se benzer, na forma do Ritual Romano, depois de cercado, o cemitério do bairro de São José do Rio Pardo, Distrito da Freguesia do Espírito Santo do Rio do Peixe.

Relendo a crônica do velho Blandim e cópias do livro de tombo da igreja da Freguesia do Espírito Santo do Rio do Peixe (hoje, Divinolândia), perguntava-me:

- Onde começa a história da minha cidade?

Documentos antigos foram encontrados e divulgados, os arquivos remexidos, velhas crônicas relidas...

O velho jornalista Paschoal Artese, na sua Resenha de 1965, batalhava para que o centenário de São José do Rio Pardo fosse comemorado naquele ano, depois de transcrever a ata da primeira reunião de um grupo de fazendeiros, registrada em 4 de abril de 1865 no Livro de Reuniões dos Fundadores da Capela de São José, encontrado na fazenda Tubaca. Artese não foi ouvido.

A historiadora Amélia Franzolin Trevisan, num dos seus artigos de Gazeta do Rio Pardo, afirmava que as origens de nossa cidade remontam ao início do século XIX, quando por volta de 1815, o sesmeiro português, Capitão Alexandre Luís de Mello, e seu clã, vindos de Minas Gerais, instalaram-se nas terras do vale do Rio Pardo entre os afluentes: rios Fartura e do Peixe.

Depois do Capitão Melo, muitos agricultores vieram de outras províncias, principalmente da de Minas Gerais, atraídos pela fertilidade do nosso solo.

Entre muitos, aqui se fixaram: Ananias Joaquim Machado, Antônio Marçal Nogueira de Barros (eleito a 10/09/1864 vereador à primeira Câmara Municipal de Caconde, com 345 votos), Cândido de Faria Moraes, Cândido de Miranda Noronha, Francisco e Custódio de Assis Nogueira, Francisco das Chagas e João Damasceno Negrão, Francisco Barbosa Sandoval, Gabriel José Nogueira, João Honório de Araújo, João José de Souza, José Teodoro Nogueira de Barros, Luciano e Raimundo Estelino Ribeiro da Silva, Luís Antônio Nogueira de Noronha, Tomás de Andrade, Venerando Ribeiro da Silva, Vicente Dias.

Quando em 1858 o bispo de São Paulo, D.Antônio Joaquim de Melo, esteve na paróquia de Monte Santo, em Minas, o Capitão Francisco de Assis Nogueira o procurou, obtendo licença para mandar celebrar ofícios divinos na capela de sua fazenda Pião do Rio Pardo, sendo possível que a primeira missa da região tenha sido celebrada no mes seguinte, isto é, em setembro de 1858.

No império (forma de governo deste período relatado), a Igreja estava intimamente ligada ao Estado. A Capela, para a população, além de representar a assistência religiosa ao lugarejo, era a esperança de autonomia política, que adviria com a Freguesia.

O livro encontrado na Fazenda Tubaca, documenta a fundação da Capela de São José do Rio Pardo, em 4 de abril de 1865, quando alguns fazendeiros se reuniram, traçando os planos para edificar a capela, primeira etapa para a criação da futura Freguesia.

Datas comemorativas:

Aniversário da cidade: 4 de abril

Fundação         4 de abril de 1865 (145 anos)

Gentílico          rio-pardense

Administração

* Prefeito: JOAO BATISTA SANTURBANO

Economia

Agropecuária: Cebola e café são os principais produtos; produz-se também: leite, hortaliças, milho, feijão e arroz. Destaca-se também a avicultura e a suínocultura.

Comércio: Bastante diversificado, com preços competitivos, se comparados aos praticados nos grandes centros (Campinas e Ribeirão Preto) mais próximos.

Indústrias: Pouco mais de 80 (oitenta) indústrias estão instaladas no município, sendo a grande maioria delas de pequeno e médio porte.

Educação

O município possui duas instituições de ensino superior: a Faculdade Euclides da Cunha (FEUC) e um campus da Universidade Paulista (UNIP), além de uma unidade da Escola Técnica Estadual (Etec) do Centro Paula Souza

Fontes:

http://www.camarasjriopardo.sp.gov.br/paginas/economia.php

http://www.ferias.tur.br/informacoes/9658/sao-jose-do-rio-pardo-sp.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Jos%C3%A9_do_Rio_Pardo#Refer.C3.AAncias

http://www.saojosedoriopardo.sp.gov.br/noticias/index_noticias.php?id=2

Site da cidade:

http://www.saojosedoriopardo.sp.gov.br

 
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06/03

cidade do futuro com um otimo desenvolvimento

Enviado por rodrigo às 19h58
 
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