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Morungaba

Morungaba é um dos 15 municípios paulistas considerados estâncias climáticas pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status  garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de Estância Climática, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.

 

Geografia

Município Limítrofes: Amparo - 26 km, Bragança Paulista - 43 km, Itatiba - 18 km, Campinas - 42 km, Pedreira, e Tuiuti.

 

Rodovias

    * SP-360-Rodovia Constâncio Cintra, conhecida como Rodovia das Estâncias. Pela Rodovia Dom Pedro I, entrada km 106, sinalizada por placas.

 

Topografia

Levemente acidentada

 

Clima

Tropical de altitude. Temperatura Média: 18 a 26 graus, dentro de ótimo sistema ecológico.

 

Demografia

Dados do Censo - 2000

População total: 9.911

 

    * Urbana: 7.786

    * Rural: 2.125

    * Homens: 5.015

    * Mulheres: 4.896

 

Densidade demográfica (hab./km²): 67,65

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 16,80

Expectativa de vida (anos): 70,73

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,49

Taxa de alfabetização: 90,79%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,788

 

    * IDH-M Renda: 0,745

    * IDH-M Longevidade: 0,762

    * IDH-M Educação: 0,856

 

Como chegar

Localização

Macro Metropolitana Paulista

 

Limites

Amparo - Bragança Paulista - Itatiba - Campinas - Pedreira, e Tuiuti.

 

Acesso Rodoviário

Rodovia Constâncio Cintra, SP 360, conhecida como Rodovia das Estâncias. Pela Rodovia Dom Pedro I, entrada nº 106, sinalizada por placas.

 

Distâncias

103 km da Capital.

 

História

Temos poucas fontes onde buscar elementos para recompor a formação histórica da vida da cidade. Uma delas é o Histórico de Morungaba, de autoria da falecida professora Maria Diloca Ferraz Sangiorgi, datado de 1962, que não chegou a ser publicado conforme o desejo da autora mas cujo original foi preservado. Nesse escrito podemos ler: O Senhor Pereira Cardoso teve a feliz idéia de fundar povoação aqui, com o fim de transformar o Bairro dos Mansos, que só contava com casas rústicas e distantes uma das outras. Escolheu para iniciar a povoação, um lugar plano. No dia 2º de junho de 1888, traçou a primeira rua, perto da fazenda do senhor Chico Bueno. Construiu muitas casas de tijolos, modernas naquele tempo mas tão sólidas que até hoje existem várias e que passaram por reformas, sem perder a primitiva feição exterior. Talvez seja a afirmação retirada àquele trabalho, a única remetência à data de fundação da cidade. Não podemos dispor, entretanto, de nenhuma confirmação documental que torne indiscutível essa informação. A convite da Prefeitura Municipal, o Doutor José Bueno de Aguiar, ligado a Morungaba por inúmeros laços, inclusive pelo seu declarado amor à terra que considerava como sua, prestou um maravilhoso depoimento gravado, durante duas horas, em que traçou com a inteligência e clareza que lhe são peculiares, um painel vivíssimo e até emocionante do processo histórico da ocupação das terra do Sertão de Manducava, uma área montanhosa e coberta de matas frondosas de um lado pelas planícies do vale do Sapucaí, na altura da atual cidade de Borda da Mata, em Minas Gerais, e de outro pelos campos do planalto paulista que começavam onde hoje é Campinas ao sul, ao norte encontrava-se em Itapira, Mogi-Mirim e Posse de Ressaca. Morungaba situa-se quase no centro desse sertão, evitado pelos bandeirantes pelas dificuldades naturais do relevo. O surgimento do povoado não diferencia do modo como nasceram quase todas as cidade da região: erguia-se uma capela, um entreposto comercial e em torno iam aparecendo moradias.

A ocupação das terras desse sertão de Manducava, Manducaia ou Camanducaia deu-se em virtude da cultura de café no seu trajeto expansionista. Foram abertas muitas fazendas, extensas glebas de terra, num esforço hercúleo, afrontando toda a espécie de empecilhos e criando um tipo de vida de isolamento cruel e rusticidade acabrunhante, constituindo-se essa gente numa espécie de sociedade rural sacrificada entre a memória de uma vida europeizada cultivada na tradição oral e nos atavismos de um Portugal perdido na lembrança e na dura realidade no amanho da terra, de que participavam senhores e escravos, lado a lado. Esse primeiro momento de ocupação do solo pelos descendentes de Brito Leme, cidadão de postura preeminente em Atibaia onde era autoridade, sucedeu nos anos iniciais do século XIX. Um desses descendentes, Francisco Bueno de Aguiar, proprietário da Fazenda Sant’Ana, doou a Nossa Senhora da Conceição o terreno para se erguer uma igreja. Como era o vezo da época, desse terreno foram destacadas datas, isto é, lotes menores que eram vendidos e onde se ergueram as primeiras residências do Bairro dos Mansos. Foi com o dinheiro dessas transações que se construiu a Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição. O pequeno burgo passou a chamar-se Conceição de Barra Mansa, nome poético mudado, em 1919, para Murungaba, cuja forma evoluiu para Morungaba. Esse pequeno núcleo foi oficialmente elevado a distrito de paz do Município de Itatiba, em 1891.

O segundo momento decisivo na formação de Morungaba foi a chegada dos imigrantes italianos, no segundo lustro da década de 80, século XIX. Foram esses imigrantes originários da região de Vêneto, no norte da Itália, aos quais se juntaram uns poucos italianos meridionais, que moldaram, ao lado dos primitivos moradores do Bairro dos Mansos, a feição e o destino de Morungaba. Influenciaram em todos os aspectos: na forma de morar, de vestir, nos métodos da agricultura, na conformação da estrutura social, a língua, na religião, nos costumes, na alimentação. Da mescla dessas duas culturas é que se formou o povo morungabense. A descendência das duas raças ainda é preponderante em Morungaba.

Passaram-se anos de lentíssima evolução, duas graves crises econômicas se abateram sobre o país e apenas o modus-vivendi de uma população acostumada a tirar da terra os proventos para a subsistência, permitiu passar mais ou menos ao largo das agruras. Os fazendeiros, entretanto, sentiram-nas na carne. Aconteceram mudanças fundamentais na estrutura social, que comportaria um estudo sociológico. Muitos dos imigrantes tornaram-se proprietários das terras onde antes eram empregados.

A história mais recente é do conhecimento da população atual. Proclamada município através de um plebiscito em que a absoluta maioria de seus habitantes votou sim à pretensão de emancipar-se, principiou em 1965, uma nova fase em sua vida.

Foi a partir de sua emancipação política que a cidade ganhou impulso definitivo. Chegaram novas indústrias. Começaram a aparecer importantes obras públicas e houve definitivamente a preocupação com os problemas de infra-estrutura urbana, sempre maiores devido ao aumento da população que teve uma atividade mais diversificada. A feição urbana modificou-se modernizando-se sem perder o encanto. Somos ainda carentes de algumas coisas mas já caminhamos bastante: o futuro se abre com perspectivas das mais otimistas.

 

Fundação: 29 de junho de 1888 (122 anos)

 

Turismo

Parque Ecológico Pedro Mineiro

São onze alqueires de propriedade do município, situados a aproximadamente 800 metros de distância do centro da cidade, em local privilegiado entre morros nos contrafortes da Serra de Cabras. O parque possui mananciais próprios, áreas de mata nativa, uma série de quedas d água também naturais e relevo propício a caminhadas. Do pátio de estacionamento, à entrada do parque, descortina-se magnífica paisagem, com visão panorâmica da cidade assentada no vale do Ribeirão dos Mansos e o mar de morros azulando no horizonte. Constitui-se em valiosíssimo patrimônio, com todas as possibilidades de tornar-se o principal equipamento turístico da Estância Climática de Morungaba.

A área foi adquirida já com a intenção de ali se criar um parque ecológico. A transformação do município em estância climática acelerou o processo de implantação. Muitas obras básicas estruturais foram executadas com recursos próprios do município. Foi inaugurado em dezembro de 1.996 com ampla divulgação regional através de toda a mídia. Foi objeto de reportagem no programa Repórter Eco, da TV Cultura, SP. Veiculado em rede nacional, esse programa suscitou o interesse de muitos recantos do país, inclusive de um município do Estado de Rondônia.

 

Ponte Pênsil

Adentra-se ao parque através de um portal monumental que limita o pátio de estacionamento. Desse pátio, tem-se uma bela visão da cidade e da região montanhosa onde corre o Rio Jaguari. Caminhos em parte asfaltados e em parte de terra nua, permitem caminhadas. Lanchonete, parque infantil, mini-campo, cascatas, ponte pênsil, bebedouros, quiosques, um grande lago, outros menores e banheiros são alguns dos serviços à disposição dos visitantes, que a cada ano aumentam em número. Grupos organizados fazem constantes visitas ao parque, cuja entrada é grátis.

Uma área de 5.430 metros quadrados está reservada no parque para implantação de um hotel. A prefeitura está oferecendo esse terreno a investidores interessados.

 

Cruzeiro

O Cruzeiro é um importante grupo de imagens colocadas no cume de um dos morros da Serra de Cabras. Á época da sua inauguração, era um local estratégico, visível de todos os pontos do então distrito de Morungaba. No recorte do horizonte, sobressaia-se a cruz com o Cristo Crucificado, com cerca de 5 metros de altura e as figuras da Mãe Dolorosa e São João Evangelista, assentadas sobre duas pedras ali e existentes. Tanto a cruz como as figuras são em cimento.

O local tem uma atmosfera mística e é freqüentado também por pessoas que gostam de apreciar o panorama. De fato, do Cruzeiro, tem-se uma bela visão da cidade espraiada sobre os morros formadores do vale por onde corre o Ribeirão dos Mansos, que atravessa a cidade. Daquele belvedere privilegiado pode-se observar, estendendo-se até o azulado da distância, a conformação que a Geografia denomina mar de morros. São, realmente morros e mais morros que se sucedem, movimentando a paisagem, ora verde de pastagens, ora densamente verde do arvoredo remanescente da Mata Atlântica, criando recantos pitorescos. Entre esses morros, desliza o Jaguari, com corredeiras e remansos e sua belíssima paisagem.

O Cruzeiro está construído em terras doadas por um dos filhos do sr. Pedro Molena, antigo morungabense já falecido. O sr. Atílio Molena, que doou o terreno, possui ainda o sítio de onde aquele lote foi destacado. A idéia dessa construção parece ter partido do sr.Ettore Chini, paulistano, guarda-livros, que se mudou para Morungaba para trabalhar no escritório da única indústria morungabense, àquele tempo, e que pertencia ao sr. Luiz Scavone. Posteriormente, o sr. Chini foi proprietário da Pensão Conceição, que durante décadas funcionou como hotel na cidade.

Em duas placas de mármore, podem-se colher algumas informações sobre a origem do Cruzeiro. Aos pés da cruz, certamente por sugestão do Monsenhor Honório Heinrich Nache, então vigário, estão gravados alguns versos de uma música sacra, um lamento cantado nas semanas-santas, a que o vigário dava a dimensão de uma tragédia viva, pela solenidade com que a celebrava.

O majestoso conjunto de figuras moldadas em concreto se sobressai no recorte do horizonte oeste da cidade. Centro de peregrinação religiosa, é local de energias místicas e positivas.

Propicia vista panorâmica e deslumbrante. É possível o acesso através do Parque Ecológico Pedro Mineiro.

 

Igreja Matriz - Nossa Senhora da Conceição

A matriz de Nossa Senhora da Conceição, tem fachada colonial brasileira e campanário ao estilo italiano, características que se unem para ilustrar a origem da comunidade morungabense.

Duas imagens da Padroeira, ambas de raro valor: uma colonial em madeira e outra vinda de Portugal no século XIX, talhada em madeira policromada.

Sua construção data dos primórdios do século XX. Em 1957 sofreu uma grande reforma, que modificou as suas laterais. Na primeira metade dos anos 90, foi novamente reformado. Ganhou vitrais e o campanário com processo eletrônico. Seu interior foi adaptado pelo arquiteto e artista Claudio Pastro, tornando singularmente singela e bonita.

Outras igrejas da cidade: Capela de São Benedito e Santo Antonio, onde se realizam festas religiosas de grande tradição. Salienta-se ainda a Capela de Santa Maria Crucifixa, anexa à Casa de Formação das Servas da Caridade. Conhecida antigamente como Capela do Hospital, foi totalmente reformada pelo artista Claudio Pastro. Vale a pena visitá-la. Ali estão os restos mortais do Monsenhor Honório Heinrich Bermarde Nache, influente sacerdote que viveu 18 anos em Morungaba.

 

Espaço Cultural

Este prédio foi construído para ser residência do Senhor José Amalfi e sua mulher Dona Carolina, e tem, no seu frontispício, a data de 1908. É um exemplar único na cidade, da arquitetura ilustrativa do início do século XX. Durante muitos anos abrigou, no seu piso térreo, a única farmácia existente em Conceição de Barra Mansa, nome antigo de Morungaba ( mudança feita em 1919).

A administração municipal adquiriu o imóvel em 1993, restaurou –o em suas características originais e reformou-o para abrigar o Espaço Cultural – Sobrado Amalfi, inaugurado em 20 de agosto de 1996.

Nele está instalada a Biblioteca Pública Municipal, com aproximadamente 11.000 volumes, um centro vivo de cultura, com grande número de consulentes e leitores. Possui uma sala de vídeo e sala de exposições. Está situado numa esquina da praça central da cidade, e é um elemento que valoriza sobremaneira a feição desse cartão-postal da cidade.

 

Morungaba Equestre

A cidade vem se firmando como um dos principais polos nacionais de adestramento de cavalos. De todas as partes do país chegam interessados no trabalho realizado pelos Centros Eqüestres especializados em doma vaqueira, maneabilidade, equitação, salto adestramento artístico, e um larga variedade na especialização, devido à alta qualidade de seus mestres. Recebem cavalos e ginetes do Brasil e do exterior e apresentam-se profissionalmente em espetáculos e rodeios.

 

Praça dos Italianos

 

Rio Jaguari

É limite natural do Município de Morungaba com os municípios de Pedreira, Amparo, Tuiuti e Bragança Paulista. O trecho morungabense é caracterizado pela presença de inúmeras corredeiras e algumas cachoeiras de grande beleza. É um dos trechos menos poluídos do rio em toda a sua extensão e a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da cidade, utilizando o sistema fisiológico, contribui para isso. Tem sido repovoado com alevinos, tendo sido anteriormente muito mais piscoso. Nos meses de estio ( maio a outubro), quando o leito está baixo e as águas limpas, é cenário admirável. Uma estrada vicinal que liga Morungaba a Pedreira acompanha o leito do Jaguari, a partir da ponte próxima à Estação da Embratel, propiciando um belíssimo passeio.

Alguns trechos favorecem à prática de bóia-cross, que vem sendo praticada sistematicamente.

 

Site da cidade

http://www.morungaba.sp.gov.br/

 

Fonte

http://www.ferias.tur.br/informacoes/9388/morungaba-sp.html

http://citybrazil.uol.com.br/sp/morungaba/index.php

http://pt.wikipedia.org/wiki/Morungaba

http://www.morungaba.sp.gov.br/

 
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