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Paulínia

Paulínia é um município brasileiro no interior do estado de São Paulo. Pertencente àmesorregião e microrregião de Campinas, localiza-se a noroeste da capital do estado, distando desta cerca de 118 quilômetros. Ocupa uma área de 139 km² e sua populaçãofoi estimada em 2009 pelo IBGE em 84.577 habitantes. Está localizado no eixo Rio-São Paulo, servindo de elo entre a Grande São Paulo e cidades da região, comoCosmópolis, Artur Nogueira e Conchal.

O município de Paulínia foi emancipado do município de Campinas no ano de 1964. O nome é uma homenagem a José Paulino Nogueira, um fazendeiro conhecido na região de Campinas, que emprestou seu nome à estação ferroviária ao redor da qual se desenvolveu o município. É conhecido por sediar o maior polo petroquímico daAmérica Latina, centrado na Refinaria de Paulínia (REPLAN).

Graças à REPLAN e a esse polo petroquímico, que estão sediados na região norte da cidade, Paulínia tem a sétima maior renda per capita do Brasil. Também graças ao polo, tem altos níveis de poluição por ozônio, principalmente no distrito de Betel e naregião da REPLAN, onde se encontram empresas como: Rhodia, Purina, Shell,Petrobras e Galvani. A cidade se destaca pelo intenso crescimento populacional, sendo o maior da Região Metropolitana de Campinas.

O município é formado pela cidade de Paulínia e pelo distrito de Betel, na região leste. Paulínia faz parte do chamado Complexo Metropolitano Estendido, que ultrapassa os 29 milhões de habitantes, aproximadamente 75% da população do estado de São Paulo inteiro. As regiões metropolitanas de Campinas e de São Paulo já formam a primeiramegalópole do hemisfério sul, unindo 65 municípios que juntos abrigam 12% da população brasileira

 

Hidrografia

Dois rios passam pela cidade de Paulínia: o rio Jaguari, que se localiza na divisa de Paulínia e Cosmópolis, e o rio Atibaia, que divide a cidade em duas partes e passa próximo ao centro. Além desses rios, vários riachos e córregos estão presentes em Paulínia, destacando-se o ribeirão Quilombo, na divisa com Sumarée o ribeirão Anhumas, na divisa com Campinas e Jaguariúna. Entre os córregos se destacam o do Jacaré e Jacarezinho, que são afluentes do Jaguari, Areião, Veadinho, e São Bento, afluentes do rio Atibaia, e os córregos Betel, Fazenda do Deserto e da Velosa (este último na divisa com Sumaré), afluentes do Ribeirão Quilombo. O município conta também com vários lagos e lagoas, sendo as principais a Santa Terezinha, Armando Ferreira, Jardim Botânico, José Maria Malavazzi e César Bierrembach.

Alguns córregos em Paulínia, como o do Jacaré correm o risco de desaparecerem devido a danos ambientais em suas nascentes. O córrego do Jacaré tem a sua nascente no canteiro central da avenida José Bordignon, próximo a um depósito de sucatas, e tem seus primeiros trechos cheios de lixo, que aos poucos podem comprometer também a lagoa César Bierrembach, que depende em grande parte desse córrego. O córrego Morro Alto, localizado no bairro de mesmo nome e afluente do rio Atibaia, desapareceu devido ao loteamento da área de sua nascente, onde foi criado o bairro Parque das Árvores.

O rio Atibaia nasce no município de Bom Jesus dos Perdões, resultado da junção dos rios Atibainha eCachoeira. Na cidade de Americana o rio é represado e a represa do Salto Grande, como é conhecida, se estende até os bairros paulinenses do Parque da Represa e Balneário Tropical. O rio Jaguari nasce em Minas Gerais e recebe afluentes importantes, como o rio Camanducaia. No território paulista o rio é represado fazendo parte do sistema cantareira e em Americana se junta com o rio Atibaia e forma o rio Piracicaba

 

Demografia

A população do município em 2009 era estimada pelo IBGE em 84.577 habitantes, sendo o 83° município mais populoso do estado, apresentando uma densidade populacional de 368,46 habitantes por km².Segundo o censo de 2000, 50,33% da população são homens e 49,67% mulheres, e 99,19% da população vive na zona urbana e 0,81% vive na zona rural. Segundo o Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, a população de Paulínia equivale a 0,06% da população nacional. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Paulínia possuía 47.442 eleitores em 2004. Paulínia teve considerado crescimento populacional nos últimos ano, como pode verificar no gráfico ao lado.

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Paulínia é considerado elevado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo seu valor de 0,847. Considerando apenas a educação o valor do índice é de 0,924, enquanto o do Brasil é 0,849, o índice da longevidade é de 0,805 (o brasileiro é 0,638) e o de renda é de 0,811 (o do Brasil é 0,723). Paulínia possui a maioria dos indicadores elevados segundo o PNUD. A renda per capita é de 106.082,00 reais, a taxa de alfabetização é 93,93% e a expectativa de vida é de 73,30 anos. O coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, é de 0,39, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor. A incidência da pobreza, medida pelo IBGE, é de 14,76% e a incidência da pobreza subjetiva é de 10,93%.Paulínia tem melhorado todos os seus indicadores nos últimos anos, mostrando que a melhoria na qualidade de vida vem aumentando. A população paulinense é composta de 71% de brancos, 22% de pardos, 5% de pretos e 2% de pessoas de outras etnias.

Dois problemas da cidade são o déficit habitacionale o déficit de vagas em creches.O déficit habitacional em Paulínia é de aproximadamente cinco mil moradias. A administração municipal estuda vários projetos para viabilizar a construção de moradias populares e diminuir esse número. Paulínia não possui favelas ou loteamentos clandestinos, mas possui um grande número de cortiços e algumas invasões.

O problema de falta de vagas em creches também é grave, mas há projetos da administração de construção de novas unidades em 2009, o que reduziria o problema.

 

Distâncias

118 km da Capital.

 

História

A história da cidade de Paulínia remonta à época colonial, quando o governo português doava sesmarias (grandes extensões de terra) a pessoas interessadas em cultivá-las. Em nossa região, há notícias de duas grandes sesmarias doadas em 1796 e 1807 que, pela localização (entre os rios Atibaia e Jaguari) ficavam onde hoje está Paulínia. Barreto Leme, que havia chegado a Campinas em 1739 recebeu, 34 anos depois, de Morgado Mateus o título de Fundador, Administrador e Diretor daquela cidade. Paulínia era um sertão inculto, nos arredores de Campinas, com flora e fauna exuberantes, habitado por índios. Em 1885 o Comendador Francisco de Paula Camargo comprou a Fazenda São Bento, enorme propriedade de terra, para produzir café, cujas primeiras mudas, seu avô materno, homônimo, havia trazido do Rio de Janeiro para Campinas em 1817. Além da São Bento, outras grandes fazendas da região da atual Paulínia eram: A Morro Alto (de José Guatemozin Nogueira), a São Luís (de Francisco da Rocha), a Fortaleza (de Domingos de Salles Júnior), a São Francisco (de Heitor Penteado e seus irmãos), a Santa Genebra (pertencente ao Barão Geraldo de Rezende que localizava-se onde hoje está aquele distrito), e a maior de todas, em terras onde hoje está a cidade de Cosmópolis, chamada de Fazenda do Funil ( pertencente a José Paulino Nogueira, seus irmãos: Artur, Sidrack e seu genro Paulo de Almeida Nogueira).Interessante destacar que as atuais cidades de Paulínia, Sumaré, Valinhos e Cosmópolis eram, na época, bairros periféricos de Campinas, afastados do centro e sem nenhum tipo de melhorias ou benefícios. Em 1903 é inaugurada, em terras da Fazenda São Bento, uma capela em honra ao mesmo santo. Ao redor dessa capela, ainda hoje existente no centro de Paulínia, começa a desenvolver-se um vilarejo, também conhecido como São Bento. Esse santo era muito popular por essas bandas devido ao poder a ele atribuído de proteger seus devotos contra picadas de cobras, abundantes na região (São Bento, livrai-me desse bicho peçonhento...).
Por volta de 1880, houve um intenso movimento entre fazendeiros da região visando a construção de uma estrada de ferro, que viesse facilitar o escoamento da produção agrícola das fazendas, enormemente prejudicado pela presença dos rios Atibaia e Jaguari, que dificultava sobremaneira a comercialização dos produtos. Esse movimento culmina com a aprovação de empréstimos para a construção da Cia. Carril Agrícola Funilense, ligando Campinas à Fazenda do Funil. Iniciam-se nessa mesma década, vários projetos de imigração, visando substituir a mão de obra escrava, recém-liberta, por estrangeiros que, fugindo da miséria da Europa, buscavam no Brasil novas chances de sucesso. Imigrantes, na maioria italianos, começam a chegar a Paulínia para trabalhar nas fazendas por volta de 1887. A chegada dos imigrantes e a inauguração da Estrada de Ferro (em 18/09/1899) estabeleceram uma nova ordem econômica e social no bairro de São Bento, mesclando aos costumes dos habitantes das fazendas novos hábitos, músicas, cultura e religião.
Em 18 de setembro de 1899, foi inaugurado não só o trecho carroçável da Cia. Carril Agrícola Funilense, mas também as várias estações ao longo do percurso, todas elas recebendo nomes de diretores e membros da própria Companhia: Barão Geraldo, José Paulino Nogueira, João Aranha, José Guatemozin Nogueira e Artur Nogueira, dentre outras que levaram o nome da fazenda onde estavam situadas: Santa Genebra, Deserto, Santa Terezinha e Engenho. Obviamente, os bairros onde estavam essas estações foram sendo conhecidos pelos mesmos nomes. Surge, assim, a vila José Paulino. Em 30 de novembro de 1944, através do Decreto-lei 14334, a vila de José Paulino foi elevada à condição de Distrito, com o nome de PAULINIA.Esse Decreto impedia que localidades usassem nomes de pessoas. Cosmópolis, no mesmo ato, foi elevado à condição de município; Rocinha, elevado a município com o nome de Valinhos; Rebouças elevado a vila com o nome de Sumaré e Arraial dos Souzas elevado a Vila com o nome de Souzas.

 

Aniversário da cidade:28 de fevereiro

Fundação: 1964

Gentílico: paulinense

 

Administração

Prefeito:   JOSE PAVAN JUNIOR

Economia

Paulínia é a maior potência petroquímica da América Latina, sendo sede da REPLAN, a maior refinaria da Petrobras e do Brasil, além de possuir inúmeros outros estabelecimentos e indústrias do ramo, representando empresas como Transo, Shell, Exxon, Fic, Rhodia, entre outras, que atraídas pela boa infra-estrutura e por vantagens da prefeitura, como a isenção ou diminuição de impostos municipais, se instalaram na cidade. O PIB per capita é bastante elevado, assim como seu Produto interno bruto, que é de R$6.416.467, representando assim a 45ª cidade com PIB mais elevado do Brasil. Além do petróleo, Paulínia possui indústrias alimentares e mecânicas. Com o projeto Paulínia Magia do Cinema é previsto um aumento de empresas ligadas ao turismo e ao cinema. No município há 346 estabelecimentos industriais, 1679 comerciais e 1305 de serviços. A força de trabalho formal em Paulínia era de 43.304 pessoas em 2001. Nos últimos anos o comércio exterior de Paulínia vem crescendo, como mostra a tabela ao lado.

Setor primário

A agricultura tem pouca importância em Paulínia. Se destacam as culturas de cana-de-açúcar, milho e laranja. As regiões norte-noroestese destacavam pela grande produção de laranja, mas essa cultura vem perdendo espaço para o loteamento das terras da região, com a criação de bairros como São José e Marieta Dian. A cana-de-açúcar ainda é destaque na região sul, com grandes áreas produtoras. No total, Paulínia tem 380 propriedades agrícolas, mas a grande maioria delas são de pequeno porte.

Segundo o IBGE em 2006 Paulínia possuía um rebanho de 246 bovinos, 334 suínos, 95 equinos, 91 ovinos, e 292.490 aves, dentre estas 182.490 galinhas e 110.000 galos, frangos e pintainhos. Em 2006 a cidade produziu 150.000 litros de leite de 97 vacas. Foram produzidos 3,285 milhões de dúzias de ovos de galinha.

A lavoura permanente de Paulínia produz principalmente laranja (9.513 toneladas) e abacate (3.619 toneladas). Considerando a relação entre a área plantada e total colhido, se destacam a goiaba, que é produzida 45 mil quilos por hectare, e a tangerina, cujo rendimento é 46.500 quilos por hectare. O café, que foi muito importante no passado, perdeu importância e atualmente se produz apenas 32 toneladas

Setor secundário

O setor secundário atualmente é a principal fonte geradora do Produto Interno Bruto paulinense. Representado principalmente pelas indústrias química e petroquímica, o setor secundário de Paulínia é conhecido pelo grande número de indústrias, especialmente multinacionais, a exemplo da estadunidense ExxonMobil e da neerlando-britânica Shell. O desenvolvimento industrial de Paulínia teve início com a instalação da Rhodia na Fazenda São Francisco, em 1942, quando Paulínia ainda pertencia à Campinas Mas o principal acontecimento ocorreu depois da emancipação, com a inauguração da REPLAN em 1972 que transformou o município num grande produtor de petróleo refinado. O pólo industrial de Paulínia, formado por empresas como a Petrobras, dona da Refinaria do Planalto Paulista, a REPLAN, Fic, Grupo Ipiranga, Eucatex e Rhodia torna a cidade no maior pólo petroquímico da América Latina. Outras empresas se destacam como a Nutriara, do ramo de alimentos, Cargill e Purina, do ramo de alimentação animal, Asga, do ramo de aparelhos de informática, entre outras

A REPLAN é a maior refinaria da Petrobrás em termos de produção. Ela produz vários produtos, como asfalto, querosene e gasolina, e sua produção é escoada principalmente para o estado de São Paulo. Ela é responsável por cerca de dez bilhões de reais por ano em impostos pagos ao governo e pela alta renda per capita de Paulínia.

A indústria de Paulínia é a segunda maior geradora do PIB da Região Metropolitana de Campinas, menor apenas do que a da metrópole vizinha O setor industrial responde por cerca de 50% do PIB paulinense. Os derivados do petróleo representam os produtos mais produzidos em Paulínia, seguido de outros produtos químicos e de alimentos.

Polo petroquímico

Na região norte do município está instalado o maior polo industrial químico e petroquímico do Brasil. Centrado na Refinaria do Planalto Paulista, também se destacam empresas como Rhodia, a primeira do município, Shell, Ipiranga, ExxonMobil e a Braskem. O polo é responsável por boa parte dos empregos e do Produto Interno Bruto paulinense, sendo um dos principais motivos de atração de imigrantes para o município.

Setor terciário

A nível nacional, o comércio de Paulínia não possui destaque. No setor terciário, a cidade é conhecida por ter um grandepólo cinematográfico, construído através do projeto Paulínia Magia do Cinema e que já foi local de gravações de vários filmes, como o Menino da Porteira.[63] O turismo também tem importância no município.

A avenida José Paulino, no centro de Paulínia, conta com importantes estabelecimentos comerciais, sendo grande parte deles filial de grandes redes nacionais. Outros centros comerciais importantes de Paulínia são os bairros Santa Cecília eNova Paulínia, onde se localiza a rua Santa Cruz, sede de inúmeras clínicas médicas e outras lojas. O setor que mais emprega em Paulínia é o terciário, que no início de 2001 empregou 978 pessoas. Já a construção civil foi o que mais empregou pessoas considerando o saldo entre as admissões e demissões, com 164 pessoas admitidas a mais que despedidas.

 

Turismo

Principais Pontos Turísticos

Parque Ecológico

Tem como porta de entrada uma Arca, conhecida como Arca de Noé, simbolizando o primeiro zoológico. Escolha que identifica o local como uma área de preservação. Encravado bem no centro da cidade, compreende uma área de aproximadamente 65.000m2, onde a natureza se faz presente através de seus animais, lagos e vasta vegetação.

Parque Zeca Malavazzi

Área de lazer onde as famílias paulinenses reúnem-se aos finais de semana ou por ocasião de eventos. Possui um terço da área ricamente arborizada com várias espécies de plantas e toda infra estrutura necessária, como: churrasqueira, torneira, banheiro, mesas, estacionamento, pedalinhos para passeio no lago.

Praça Percy Harry

Inaugurada em 1º de maio de 1974. Recebeu este nome em homenagem ao primeiro Presidente Rotary Club Internacional. Incrustado em seu piso está o símbolo do Rotary Club, que é o maior do mundo, com 72m de diâmetro. 

Terminal Turístico do Parque da Represa Juiz Pelatti. 

Área total aproximadamente de 32 Km2, sendo que Paulínia abrange 18 Km2, foram catalogadas 122 espécies de animais e 135 espécies de aves.

Sambódromo - Floriano Ferreira Dóia (Carnavalesco)

É o maior sambódromo coberto do Brasil.
Com capacidade para 12.000 pessoas sentadas, para apresentação de eventos diversos.

Portal Medieval 

A importância de sua formas e o perfeito controle de acesso à cidade objetiva proporcionar beleza aos visitantes e munícipes

Portal do Futuro 

O Portal do Futuro, localizado em uma das entradas da cidade, foi construído para representar o perfil futurista de Paulínia. De arquitetura arrojada o Portal é um ponto de referência turística.

Biblioteca Virtual

Têm como objetivo principal popularizar o uso da Internet e do Computador como ferramenta de pesquisa não só escolar, como de aperfeiçoamento profissional e cívico da população de nossa cidade.

Jardim Botânico Municipal

Adelelmo Piva Júnior está localizado entre as ruas Carlos Pazetti e Rodovia Roberto Moreira, compreendendo uma área de 86.000 m2 e tem como objetivo principal a preservação de espécies de plantas nativas e exóticas aclimatadas no Brasil.
A preservação das espécies provém da permanência de um arboreto com cerca de 1.200 espécies de onde são colhidas as sementes e aí enviadas ao Viveiro Municipal para produção de mudas.

Passeio de Maria Fumaça.

Parque Ecológico Armando Muller

Parque Ecológico tem como porta de entrada uma Arca, conhecida como Arca de Noé, simbolizando o primeiro zoológico. Escolha que identifica o local como uma área de preservação. Encravado bem no centro da cidade, compreende uma área de aproximadamente 65.000m2, onde a natureza se faz presente através de seus animais, lagos e vasta vegetação.

Estação Ferroviária

Cia. Carril Funilense (1899-1921)
E. F. Sorocabana (1921-1960) 
PAULÍNIA (antiga JOSÉ PAULINO)
Município de Paulínia, SP 
Linha-tronco da Funilense-km    SP-2674 
Ramal de Pádua Salles - km 22,376   Inauguração: 18.09.1899 
Uso atual: demolida   sem trilhos 
Data de construção do prédio atual: n/d (já demolido)  

Histórico da Linha: A Cia. Carril Funilense foi inaugurada em 18/09/1899 pela Cia. Agrícola Funilense, de Funil (hoje Cosmópolis), com bitola de 60 cm, saindo do centro de Campinas e chegando até a atual Cosmópolis, na época chamada de Barão Geraldo de Rezende. Em 1904, por parte de um empréstimo não honrado, o Governo do Estado ficou com a ferrovia. Em 1906, a bitola foi ampliada para a métrica; em 1913, a ferrovia já chegava ao seu ponto máximo, em Pádua Salles, margem do rio Mogi-Guaçu. Em 01/09/1921, a Sorocabana incorporou a linha, que em 1924 passou a sair da nova estação da EFS em Campinas, e com o nome de Ramal de Pádua Salles, com 93 quilômetros. A linha foi fechada no início de 1960, tendo os trilhos arrancados pouco tempo depois. Hoje são bem poucos os resquícios da velha Funilense. 

A Estação: José Paulino foi aberta como uma das duas únicas estações da linha, pois o resto eram chaves. Esta foi o núcleo que deu origem à atual cidade de Paulínia. A Carril Agrícola Funilense sofreu várias denúncias junto à Secretaria Estadual de Viação e Obras sobre suas tarifas, que eram mais baixas que as demais e que, por isso, não conseguia obter o mínimo necessário para se automanter. Em 1904, de fato, a diretoria da linha férrea a entregou ao Estado pelo valor de R$ 161:040$000 além do privilégio, direitos e ações, o patrimônio da Carril Agrícola Funilense (...) que consiste de 40.685 metros de leito, com 0,60m. de bitola e trilhos de 14,9 quilos por metro; uma locomotiva em más condições e quatro gôndolas com rodeiros inutilizados; de um carro de segunda classe imprestável, de 200 trilhos de 14,9 kg (...) da linha telegráfica; das estações de José Paulino e Barão Geraldo; das chaves Santa Genebra, Deserto, Engenho, João Aranha e Funil; de três casas de pau-a-pique para as turmas; de quatro caixas dágua feitas de madeira, em mau estado; da ponte de madeira sobre o rio Atibaia, com vão de 30 metros e outro de 40 metros, necessitando substituição de vigas e dormentes; e da ponte de viga metálica, para pequena carga, sobre o Jaguari, de 45 metros (Secretaria Estadual de Viação e Obras Públicas, Carta hypotecaria sobre a Cia. Carril Agrícola Funilense APESP - 1904, citada na Revista Nossa Estrada, número 03). Em abril de 1900, a estação já ganhava uma agência postal, assim como a estação da futura Cosmópolis. Foi desativada em 1960, quando da supressão da linha. Paulínia somente se tornou município mais tarde, em 1964, e a antiga estação foi demolida em 1967. Em 19/01/99, em conversa com pessoas na cidade, fiquei sabendo que o leito da ferrovia vinha de Betel e Santa Terezinha pelo que hoje é a avenida Getúlio Vargas, encontrando a av. José Paulino; seguia por esta, e onde está hoje a estação rodoviária, no centro da avenida, era o local exato da estação, da qual não sobrou nada. Em fotos não tão recentes da cidade ainda se vê as caixas dágua da ferrovia junto à rodoviária. Quase em frente a esta, do lado oeste da avenida, existe uma casa de tijolinhos, já desfigurada, que parece ter sido uma edificação da ferrovia. Treze anos após sua desativação, outra estação com o mesmo nome, fora da cidade, foi construída pela Fepasa para atender a variante Boa Vista-Guedes. (Fontes: relatórios da EFS e Paulo Filomeno, de Paulínia).

 

Eventos

Janeiro

- Folia de Reis

Fevereiro

- Um Show de Carnaval

- Aniversário da Cidade

- Prova Pedestre

Março

- Jet Ski

Abril

- Páscoa

- Paixão de Cristo

Maio

- Comemoração do Dia das Mães

Junho

- Festa Junina

Julho

- Gincana de Férias

Agosto

- Folclorada

Setembro

- Desfile de 7 de Setembro

Outubro

- Festa do Caminhoneiro

- Expo - Criança

Novembro

- Paulitália

Dezembro

- Natal das Luzes

 

Hotel

http://www.hotelinsite.com.br/procura/resultado.asp?cid=paulinia

 

Site da cidade

http://www.paulinia.sp.gov.br/

 

Fonte

http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulínia

http://www.ferias.tur.br/informacoes/9464/paulinia-sp.html

 
MAIS SOBRE Paulínia:
 
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COMETÁRIOS SOBRE Paulínia:
 
30/06

Sou da bahia mas moro atualmente em paulinia nossa esse transporte de coletivo e um caos viu e ainda querem aumentar o valor da passagem ai d mas viu e o bairro q moro e o pior de todos marieta dian e brincadeira se perder o horario de ir pra o trampo so 40 minutos depois passa outro onibus q q isso

Enviado por Alex às 15h02
24/08

sou nascida na cidade de altair, mas nao a conhecia.

Enviado por Aparecida Maria da Silva Rabelo às 12h34
 
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