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Porto Feliz

Demografia

Dados do Censo - 2000

  • População total: 22.978
  • Urbana: 15.045
  • Rural: 8.910
  • Homens: 7.503
  • Mulheres: 7.403
  • Densidade demográfica (hab./km²): 81,79
  • Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 11,04
  • Expectativa de vida (anos): 74,03
  • Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 1,97
  • Taxa de alfabetização: 92,59%
  • Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,800
  • IDH-M Renda: 0,719
  • IDH-M Longevidade: 0,817
  • IDH-M Educação: 0,864

(Fonte: IPEADATA)

Hidrografia

  • Rio Tietê
  • Rio Sorocaba

Rodovias

  • SP-97
  • SP-129
  • SP-300

 

Como chegar

Localização

Macro Metropolitana Paulista

Limites

Itú, Sorocaba, Elias Fausto, Capivari, Rafard, Tietê, Boituva e Iperó.

Acesso Rodoviário

Rodovia Presidente Castelo Branco - SP 280
Rodovia Marechal Rondon - SP 300

Distâncias

São Paulo Capital - 110 Km

 

História

O início

Porto Feliz nasceu na margem esquerda do rio Tietê em um lugar que os indígenas nativos chamavam de Araritaguaba ('lugar em que as araras pousam para comer', em tupi). O mais antigo registro conhecido do local é de 1693 e refere-se a uma fazenda de Antonio Cardoso Pimentel que originou o povoado. Um decreto de 13 de outubro de 1797 elevou o povoado à categoria de vila e mudou o nome para Porto Feliz.

A cidade tem uma economia diversificada baseada na agricultura e em pequenos e médios estabelecimentos industriais. Na zona rural da cidade observamos o predomínio da monocultura da cana-de-açúcar.

A origem do nome Porto Feliz

A Vila de Porto Feliz foi criada no reinado de D. Maria I, rainha de Portugal. O documento de criação foi assinado pelo Governador da capitania de São Paulo, Antônio Manuel de Melo e Castro de Mendonça, no dia 13 de outubro de 1797.

O povoado às margens do lendário rio Tietê, chamado anteriormente Freguesia de Araritaguaba, pertencera até então ao termo da vila de Itu. Com a condição de vila, Porto Feliz alcançava a sua autonomia. A vila era uma unidade política e administrativa autônoma equivalente a município, com direito a ter Câmara e cadeia. Conquistada a condição, uma das primeiras providências deveria ser o levantamento do Pelourinho, uma coluna que simbolizava a autonomia, geralmente feita de pedra. O termo era o território da vila, dividido em freguesias. A sede do termo ficava nas respectivas vilas ou cidades.

O documento assinado pelo Governador concedia à freguesia de Araritaguaba a condição de vila, denominando-a Vila de Porto Feliz, e determinava a definição do território do termo, a ereção do Pelourinho, a demarcação do terreno para a construção dos Paços do Concelho e cadeia, a eleição de juízes, vereadores e demais oficiais da Câmara Municipal. O ato atendia ao pedido dos moradores da freguesia de Araritaguaba, que nesse sentido enumeravam os vários incômodos atribuídos à distância de léguas da sede do termo, a Vila de Itu. Mas, o Governador também o justificava por ser o local um porto frequentado por comerciantes das minas de Cuiabá e por expedições destinadas por Sua Majestade Fidelíssima aos vastos sertões, algumas delas chegando a alcançar a fronteira da América Espanhola. Em seguida, o Governador vaticinava: por isso, Porto Feliz tem toda a capacidade e disposição para vir a ser em poucos anos uma das vilas mais opulentas desta capitania.

Antônio Manuel de Mello e Castro de Mendonça tomou posse do governo de São Paulo em 28 de junho de 1797, tendo sido o décimo quarto capitão general da capitania. O seu mandato estendeu-se até 10 de novembro de 1802. Posteriormente foi enviado pela Coroa, a partir da Corte no Rio de Janeiro, como 32º capitão-general, ou Governador-geral de Moçambique, entre 14 de Agosto de 1809 e Agosto de 1812, tendo também sucedido a seu pai (interinamente?) no cargo de capitão-general dos Açores. Oriundo de uma velha linhagem da mais alta nobreza lusitana, os Mello e Castro, alcaides-mores de Colares, comendadores de Fornelos na Ordem de Cristo, composta ao longo dos séculos da expansão portuguesa por religiosos, militares, navegadores, vice-reis e governadores coloniais nas cinco partes do mundo, ele era conhecido como Pilatos, apelido já antes dado em Porugal, por brincadeira, a seu pai, Diniz Gregório de Mello e Castro de Mendonça, o Pilatos, fidalgo do Conselho del-Rei (conselheiro de Estado), 2º capitão-general dos Açores, quando ele comprara o célebre Palácio do Cunhal das Bolas, em Lisboa, a um rico comerciante do Bairro Alto chamado localmente pelo povo de "o Pilatos" - Diniz de Mello e Castro, seu pai, fora também o último Governador da cidade portuguesa africana de Mazagão, que entregou por ordem do ditador Pombal, em 1769, ao sultão de Marrocos, seguindo em 1770 a sua população a fundar no Brasil Vila Nova de Mazagão. O avô materno de Diniz, bisavô de António Manuel, D. Rodrigo da Costa (filho do heróico embaixador a França, conjurado na Aclamação do rei D. João IV, D. João da Costa, 1º Conde de Soure) 37º vice-rei da Índia, fora o 31º Governador do Brasil entre 1702 e 1705.

O historiador Afonso de Escragnolle Taunay colocou Mello e Castro entre os melhores administradores da capitania de São Paulo desde a sua fundação pela carta régia de 3 de novembro de 1709, documento que instituiu a capitania de São Paulo e Minas do Ouro. “Reais méritos de administrador e governante dotavam Antônio Manuel de Melo, homem ilustrado, progressista, de trato ameno, autoridade reta e branda, [...] inteligente, esclarecido e estudioso dos principais problemas administrativos de sua vasta circunscrição”, escreveu sobre ele o historiador das monções e das bandeiras paulistas.

Logo que recebeu o cargo, Mello e Castro tomou providências para a elaboração de quadros estatísticos rigorosos sobre a economia da capitania, para se ter ideia do que São Paulo era capaz de produzir e exportar. O trabalho permitiu a elaboração de uma série de mapas estatísticos, enviada ao ministro de estado D. Rodrigo de Sousa Coutinho, futuro 1º conde de Linhares. O ministro de D. Maria I preocupava-se com o estado da agricultura e da mineração e procurava, em seu estudo sobre o tema, examinar as razões do declínio da exploração do ouro. Sua análise incidia principalmente sobre as técnicas da lavra. Por outro lado, indicava que a utilidade das lavras dependia do grau de desenvolvimento das manufaturas da metrópole. A exploração da colônia era condição de desenvolvimento da metrópole e ao mesmo tempo pressupunha esse desenvolvimento. O círculo vicioso somente seria rompido com um progresso simultâneo das duas partes, isto é, da colônia e da metrópole. Estudos consistentes demonstram que no campo da política econômica ocorreram maiores aberturas em Portugal e nas colônias no reinado de D. Maria I. Pois a bondosa rainha, cognominada a Piedosa, ao subir ao trono em 1777, logo desterrou o Marquês de Pombal, chamando ao poder uma nova equipe dirigente, de índole ilustrada, fisiocrata, que processou pacificamente reformas suaves, conseguindo o maior superavit do budget da História de Portugal, bem em contraste com os cofres vazios, o nepotismo e o terror deixados no Reino quando da queda do ditador Pombal, o tristemente famoso ministro de D.José I.

Antônio de Mello e Castro, escolhido Governador por influência de D. Rodrigo de Sousa Coutinho, 1º conde de Linhares, conseguiu organizar vinte e quatro mapas com dados minuciosos sobre a população da capitania de São Paulo no ano de 1800 e o estado da economia em 1801. Os mapas demográficos referem-se a nascimentos, casamentos e óbitos. Os demais mapas tratam da exportação e importação da capitania, comparação de preços unitários dos gêneros exportados e importados, a navegação transatlântica a partir do porto de Santos, o movimento dos portos e dos registros. Tudo isso foi remetido a D. Rodrigo no dia 22 de abril de 1802, junto com um ofício no qual o capitão general dava azo ao seu otimismo e antevia o futuro de São Paulo: “graças ao excesso da exportação sobre a importação marchava a sua capitania para um estado de considerável opulência”.

O último mapa da série interessa particularmente aos estudiosos da história de Porto Feliz e ao mesmo tempo é um documento importante para o estudo do comércio no Brasil central. Trata-se do “Mapa dos gêneros, mercadorias e efeitos que saíram desta capitania de São Paulo para a de Cuiabá e Mato Grosso, pelo Porto Feliz no ano de 1801”. A exportação citada nesse documento partiu toda de um único porto fluvial, o antigo porto de Araritaguaba que em 1797 fora denominado de Porto Feliz pelo próprio Antônio Manuel de Melo e Castro de Mendonça. Os gêneros citados na estatística do capitão general foram embarcados em grandes canoas como nos primeiros tempos das grandes monções. As expedições monçoeiras do século XVIII partiam de Porto Feliz e desciam todo o Tietê abaixo, depois entravam no Paraná e subiam o Pardo acima, em seguida varavam em Camapuã para descerem o Coxim e o Taquari e navegarem a contra-corrente pelo Paraguai, São Lourenço e Cuiabá.

O documento permite avaliar a variedade dos produtos exportados através de Porto Feliz. O mapa relaciona os seguintes gêneros: sal, farinha de mandioca, feijão, farinha de trigo, marmelada, ferro, aço, chapas de cobre, cera do reino, chumbo, vinho, aguardente do reino, aguardente da terra, malvasia, azeite doce, vinagre, escravos, machados, enxadas, foices, almocafres, pregos sortidos, cravos de ferrar, alavancas, fazendas, panos de algodão, louças, pólvora, capados. No meio do rol de mercadorias são citados 46 escravos, entre vasilhames de vinagre e centenas de machados.

De Mato Grosso só poderiam chegar a Porto Feliz artigos preciosos. Primeiramente, o ouro. Mas também vinham a poaia, a salsaparrilha e alguns medicamentos da farmácia caseira comuns naquela época. Taunay alerta para o fato de que a tal respeito silenciam as estatísticas do capitão general. Ele nada diz sobre o ouro que possivelmente ainda era despachado de Cuiabá. O Governador que anteviu um futuro de opulência para São Paulo e para a antiga freguesia de Araritaguaba não conseguiu imaginar que a rota fluvial do Tietê seria abandonada ao longo do século XIX, sendo aos poucos substituída por caminhos terrestres que deixaram ao largo o antigo porto das monções e a Vila de Porto Feliz. [O texto "A origem do nome Porto Feliz" é reprodução de artigo publicado em MR-USP pelo historiador Jonas Soares de Souza.

Aniversário da cidade: 13 de outubro

Fundação: 1797

Gentílico: portofelicense

 

Prato típico:

Cearense

A cearense surgiu na década de 70, por quatro pescadores da cidade em uma de suas pescarias em Mato Grosso. Depois de alguns dias, os pescadores ja quase sem comida receberam a notícia de que mais pescadores se juntariam a eles. Um deles foi para uma cidade nas proximidades para comprar mais mantimentos. Mas a caminho da cidade parou algumas vezes para descansar, assim acabou chegando tarde a cidade pois quase todos os estabelecimento estavam fechados, acabou achando apenas um armazém, a onde comprou 1 kg de cebola, 1 kg de tomate e 2 kg de carne de Boi. Chegando ao acampamento resolveu cozinhar tudo que tinha sobrado, feijão e algumas coisas a mais. Saiu um prato muito saboroso. Assim acarretando um comentário do Sr. Emilio Coli, ele diz que aquilo que eles tinham feito parecia comida "de cearense". Voltando a Porto Feliz, os pescadores passaram as suas esposas, a receita, elas acrescetaram ainda ao prato, bacon, Linguiça Calabresa, Louro, Cheiro-verde e orégano. Assim dando a inicio a tradição. Foi muito elogiado por não ser tão forte quanto a feijoada e ainda para esquentar nos dias frios.

Administração

  • Prefeito: LEVI RODRIGUES VIEIRA

Economia

A economia do município é variável abrangendo os setores industriais, comercial, de prestação de serviço e principalmente agrícola.

Indústria:

Aproximadamente 110 indústrias estão instaladas no município. As que mais se destacam são: as metalúrgicas, as químicas, as de papel e papelão e as têxteis.

A localização do município privilegia a instalação de indústrias. Situado a 110 km da região metropolitana de São Paulo, é beneficiado por importantes rodovias, como a Marechal Rondon.

Além de contar com um distrito industrial localizado na Rodovia Castelo Branco - km 97, a Prefeitura Municipal está implantando um segundo distrito industrial.

Agricultura:

É diversificada, destacando-se a cana-de-açúcar. O município também é o terceiro produtor de uva Niágara Rosada do estado de São Paulo. Há também as culturas de laranja e hortifrutigranjeiros
Pecuária:

Porto Feliz possui tradição na pecuária, principalmente a de gado de corte, não se esquecendo da produção de leite.

Destaca-se também a criação de equinos com vários haras e uns dos maiores centros de treinamento da América Latina, situado no Bairro Tabarro.

Há ainda as criações específicas de gado limousin inclusive com avançadas centrais de materiais genéticos.

Avicultura:

Tão importante quanto a pecuária, a avicultura participa da economia do município através das granjas onde a produção de ovos é o principal produto. Destaque para a produção de ovos e frangos “ecologicamente corretos”

Turismo

Principais Pontos Turísticos

Parque das Monções: neste local aconteceram os encontros de bandeirantes que
saíam em direção aos sertões no interior Brasil: a parede da Gruta é salitrosa,
área que para os geólogos teria sido fundo de mar ou margens de grande lago há
milhões de anos.
Lá voce encontra o Monumento aos Bandeirantes
Parque totalmente arborizado local ideal para caminhadas

Museu Histórico e Pedagógico das Monções :  instalado em antigo sobrado de 1840,
onde aconteceram importantes decisões da Revolução Liberal de 1842.Abeço
La voce encontra um rico acervo de peças, objetos e documentos da história da cidade, e
também uma biblioteca com raras coleções.
Funciona de terça a sexta, das 9 h às 16:30 hs e finais de semana das 10 h às 16 h

Igreja Matriz N. Sra. Mãe dos Homens: sua construção no século XVIII é de pau-a-pique e taipa-de-pilão,
no forro pinturas a óleo, nos altares de estilo barroco estão as pinturas a ouro, na paredes ao
redor do altar-mór, azulejos pintados por Bruno De Giusti,  na década de 1970, retrando os principais momentos hitóricos do município

Estação das Artes, Arquivo Público e Biblioteca: suas instalações estão na antiga Estrada de Ferro Sorocabana, que foi construída em 1920 em estilo inglêsForte

Hotel

http://www.hotelinsite.com.br/procura/resultado.asp?cid=porto+feliz

Ônibus

Terminal Rodoviário
Av. Dr Antônio Pires de Almeida, 1000 – Centro – Tel (15) 262-2138

 

Fonte

http://www.portofeliz.sp.gov.br/

http://www.ferias.tur.br/informacoes/9518/porto-feliz-sp.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_Feliz

 
MAIS SOBRE Porto Feliz:
 
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COMETÁRIOS SOBRE Porto Feliz:
 
26/09

Qual è os maiores problema da cidade

Enviado por usuário do Google às 15h46
12/09

procuro noticias do meu amigo de infancia sebastiao martins correa residente ai na cid. de porto feliz geraldocosta-2009@terra com.br

Enviado por geraldoda costa às 21h05
06/06

porto feliz e a unica cidade que nao tem emprego

Enviado por rosana às 22h33
 
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