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Salto

Geografia

Possui uma área de 134,258 km².

Demografia

Dados do Censo - 2000

População total: 109.948(2009)

Densidade demográfica (hab./km²): 694,18

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 16,08

Expectativa de vida (anos): 71,10

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,19

Taxa de alfabetização: 93,65%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,809

IDH-M Renda: 0,747

IDH-M Longevidade: 0,768

IDH-M Educação: 0,911

(Fonte: IPEADATA)

Hidrografia

Rio Tietê

Rio Jundiaí

COMO CHEGAR

A cidade de Salto está ligada às maiores cidades do Estado de São Paulo e do país por modernas rodovias: Castelo Branco, Bandeirantes, Anhanguera, Santos Dumont, Marechal Rondon, Rodovia do Açúcar. Está localizada a 100 km da capital do Estado, a 180 km do maior porto da América Latina, o Porto de Santos, com o qual se liga por meio de ferrovia e rodovias. Próxima também ao maior aeroporto de cargas da América do Sul, Viracopos, que pertencente à cidade de Campinas, a apenas 22 km de Salto. Importante nesse contexto é a implantação do projeto da construção da hidrovia Piracicaba-Rio Paraná, por meio do Rio Tietê, o que facilitará ainda mais a logística da região.

Localização

Macro Metropolitana Paulista

Limites

Ao norte com Indaiatuba, ao sul e leste com Itu e a oeste com Elias Fausto.

Distâncias

100 km da Capital.

Rodovias

SP-75

SP-300

SP-308

História

Apesar de só ter se desmembrado da cidade de Itu no século XIX, o marco da fundação de Salto é considerado a inauguração da capela do sítio Cachoeira, em 16 de junho de 1698. O proprietário do sítio era o Capitão Antônio Vieira Tavares, um ex-bandeirante (sobrinho do famoso bandeirante Raposo Tavares), que adquiriu as terras na margem direita do rio Tietê, até então habitadas pelos índios guaianases. No local onde se encontrava a capela original foi erguida a atual Igreja Matriz Nossa Senhora do Monte Serrat, construída entre 1928 e 1936.

Durante o século XVIII a área de Salto não era mais do que um agrupamento de sítios. Passou a ser mais relevante a partir do século XIX com a implantação da cultura cafeeira. A cidade de Itu se tornou um importante centro produtor e um núcleo de concentração de renda. Os barões do café começavam a se tornar uma força política à parte do Império. A área de Salto foi visitada pelo Imperador Dom Pedro II por duas vezes, em 1846 e 1875. O Conde D'Eu visitou a cidade em 1874.

A real urbanização de Salto só começou em 1856 quando, após a realização do primeiro levantamento topográfico, estipulou-se um plano de arruamento. Ao fim do arruamento, em 1857, Salto contava com não mais que sete estabelecimentos comerciais e uma única indústria (uma fábrica de velas).

Durante a década de 1870 Salto se torna um pequeno polo tecelão, com a instalação de várias indústrias têxteis, o que originou o apelido da cidade na época: "Pequena Manchester Paulista". A década também marcou a implantação da antiga estrada de ferro (1873), que cortava o atual bairro Estação.

Em 1889 Salto é emancipada. A elite cafeeira ituana estava forte como nunca e teve um papel central na derrocada do Império e implantação do regime republicano.

Na época, devido ao sistema de hierarquia que ainda se usava, Salto teve que ser primeiro considerada uma freguesia. Após o desmembramento foi considerada um município, mas não uma cidade. Só alcançou essa categoria em 1907.

A despeito da emancipação, Salto só deixou de se chamar "Salto de Itu" em 29 de dezembro de 1917 quando uma lei estadual mudou oficialmente seu nome para Salto.

No começo do século XX houve o primeiro grande movimento migratório em direção à cidade, constituído de colonos italianos que vieram trabalhar na colheita do café. A imigração italiana foi massiva durante os anos que se seguiram e as famílias de colonos formavam a maior parte da população, deixando marcas na cultura de Salto até os dias atuais.

Durante a década de 1940, soldados saltenses foram enviados à Segunda Guerra Mundial. Mais tarde houve uma polêmica se deveria-se ou não dar a alguma rua o nome de algum dos soldados, mas a maioria dos pracinhas não podia ser homenageada de tal forma por ainda ainda estar viva. Optou-se por batizar-se uma via como "rua dos Expedicionários Saltenses". Alguns ítalo-saltenses entretanto se filiaram ao Círculo Fascista de Itu que apoiava, ainda que apenas verbalmente, Benito Mussolini.

Na década de 1950 indústrias de grande porte se instalam na cidade, e desde a década de 1970 Salto passa a receber intenso fluxo migratório de outros estados - em especial das regiões Nordeste e Sul, com destaque para o estado do Paraná.

História da infraestrutura

A urbanização da cidade se deu de forma lenta. Essa característica se mantém até hoje, exceto pelos dois grandes momentos de migração. A iluminação pública, por exemplo, só foi implantada em 1890 quando lampiões foram instalados nas ruas. A rede elétrica só veio os substituir em 1907 - mesmo ano em que o serviço telefônico foi inaugurado.

A primeira escola da cidade, fundada em 20 de outubro de 1913, está em funcionamento até hoje. É a Escola Estadual Tancredo do Amaral. Sua fachada foi restaurada mas o aspecto da inauguração foi mantido, com as palavras "MENINOS" e "MENINAS" gravadas nos respectivos pavilhões. (No início do século XX as classes ainda eram separadas por sexo).

A instalação da Brasital S/A, em 1º de novembro de 1919, pode ser considerada momento emblemático da industrialização de Salto. A fábrica ocupava um grande terreno próximo à queda d'água no rio Tietê e à Igreja Matriz (ou seja, nos arredores do marco zero da cidade), e onde haviam se instalado, no último quarto do século XIX, as tecelagens pioneiras - as de José Galvão (1875) e Barros Júnior (1882) que, incorporadas sucessivamente por José Weisshon (1898-1904) e pela Sociedade Ítalo-Americana (1904-1919), passam para a mão de acionistas italianos e brasileiros sob o nome Brasital (junção das iniciais de Brasil e Itália). Além dos galpões de tecelagem, a Brasital era proprietária de várias casas situadas num terreno anexo e outro em uma área limite do perímetro urbano na década de 1920. Essas residências eram habitadas pelos operários da indústria, na maior parte imigrantes italianos. As casas estavam dispostas formando um quadrilátero, com quatro quarteirões, nos quais existiam grandes quintais comunitários no centro.

As ruas só começaram a ser calçadas em 1931. Esse primeiro calçamento só abrangeu as ruas principais.

A Igreja Matriz foi destruída por um incêndio em 1935. Na época era feita sobretudo de madeira que supõe-se se inflamou por um descuido com as várias velas que havia em seu interior. Foi substituída pela atual Nossa Senhora do Monte Serrat, de alvenaria. Foi a única paróquia da cidade até 1966, quando a paróquia São Benedito foi instalada sob os cuidados do cônego Gastão Oliboni, da Ordem Presmonstratense.

A partir da segunda metade do século passado iniciou-se uma cultura de "êxodo" de instituições de um prédio público para outro, ao invés da construção de novos. A atual Prefeitura foi instalada no antigo prédio do Fórum da Comarca de Salto (na rua 9 de julho), sendo que o Fórum mudou-se para o edifício que abrigava simultaneamente a Delegacia e a Cadeia Municipal. A antiga prefeitura por sua vez deu lugar ao escritório do INSS, à Delegacia da Mulher e a Junta Militar. Uma das poucas exceções foi a Câmara dos Vereadores, que antes de ser movida para a rua Dom Pedro II ocupava parte do prédio do Sindicato dos Mestres e Contra-Mestres (que não era público). Essa migração burocrática permanece em menor nível até hoje, como a mudança do Banco do Povo para o que foi outrora uma das unidades do CEMUS.

A estação ferroviária de Salto, da linha tronco original da Companhia Ytuana de Estradas de Ferro, foi desativada em 1985 quando foi substituída pelo trecho saltense da Variante Boa Vista-Guaianã.

Em 1998, Salto ganhou sua primeira faculdade através do Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio - CEUNSP. A Faculdade Cidade de Salto foi instalada em comemoração aos 300 anos de fundação da cidade, no prédio da antiga Vinícola Milioni, em edifício completamente restaurado e transformado em Instituto Educacional. As instalações foram inauguradas, com o descerramento da placa comemorativa, pelo prefeito João Conti e pelo reitor professor Rubens Anganuzzi.

Em 2001, o CEUNSP adquiriu as instalações da antiga Brasital (fechadas há mais de cinco anos) e inaugurou, no mesmo ano, seu quinto campus universitário. Com cerca de 140.000 m², esse novo campus elevou a cidade ao status de Cidade Universitária, recebendo mais de 12.000 alunos oriundos de 126 cidades de 11 estados brasileiros.

Aniversário da cidade: 16 de junho

Fundação: 1698

Gentilico:  saltense

Administração

Prefeito:   JUVENIL CIRELLI

Economia

Durante muito tempo, a cidade de Salto foi basicamente industrial. Desde meados da década de 1990, o setor industrial vem perdendo espaço para os setores comercial e de serviços. A agricultura não é muito expressiva, com pequenas lavouras de café, feijão, uva e hortaliças em geral.

Salto sedia uma das empresas Eucatex (a maior empresa da cidade), propriedade do ex-governador Paulo Maluf. O grupo possui duas fábricas na cidade; a Eucatex Madeira (que processa madeira em compensados) e a Eucatex Química (tintas). Havia também uma Eucatex Têxtil, que faliu. O pedido de concordata feito pela Eucatex Madeira em 2005 deixou a cidade apreensiva, visto ela ser fonte uma porcentagem considerável de empregos para a cidade. Muitos, inclusive o governo local, consideraram o pedido uma manobra da indústria para se omitir de compromissos fiscais.

As cédulas da moeda nacional (assim como moedas correntes de outros países latino-americanos) são produzidas na cidade, na Indústria de Papel de Salto. A Papel, como é conhecida, é um empreendimento da multinacional belga Arjo-Wiggins. Os lucros da empresa foram comprometidos em 2000 com o lançamento das cédulas comemorativas de dez reais. As cédulas plásticas que celebram os 500 anos do descobrimento do Brasil são feitas de plástico e foram fabricadas na Austrália, por uma empresa e que é parte estatal. A encomenda de cédulas importadas gerou protesto dos trabalhadores da Papel contra o Governo Federal. Em 2005 o governo australiano ainda insistia junto ao brasileiro para uma encomenda de novas cédulas plásticas. Em contrapartida a empresa australiana instalaria no país uma fábrica de polímero, embora a fabricação das cédulas continuasse na Austrália. Se o governo não mostrasse interesse (o que não foi feito até agora) a fábrica seria instalada no México.

O comércio varejista não possui grande destaque, com muitos moradores inclusive optando por comprar fora da cidade. Quatro grandes cadeias varejistas possuem lojas em Salto - Casas Bahia, Magazine Luísa, Carrefour e Lojas Cem. As Lojas Cem possuem sua matriz com um grande depósito de mercadorias na cidade, responsável por suprir as lojas de grande parte da região leste do estado de São Paulo e o sul de Minas.

A cidade é pobre em minérios, com a extração mineral praticamente se resumindo ao granito e derivados do sódio.

A despeito disso está instalada na cidade uma fábrica de processamento de alumínio (Treibacher Schleifmittel, multinacional com matriz na Austria.)

TURISMO

São muitos os atrativos turísticos de natureza histórica, artística, religiosa e paisagística da Estância Turística de Salto. Confira:

Principais Pontos Turísticos

Museu da Cidade de Salto

(Rua José Galvão, 104 - Centro - CEP:13.320-000 - Fone:4029-3473). É um caminho para se conhecer Salto. Apresenta uma sede, no edifício da antiga Sociedade Italiana à Rua José Galvão, 104, e núcleos externos no Parque das Lavras e Parque Rocha Moutonnée e vários pontos de referência (a fábrica de tecidos, o escorregador do antigo Clube de Regatas, a Ponte Pênsil, a Igreja de Nossa Senhora do Monte Serrat, a escola Tancredo do Amaral, o prédio da antiga Estação Ferroviária, as casas da Vila Operária e a queda dágua do rio Tietê). Através dessa estrutura, que se espalha fisicamente por toda a cidade, passado e presente articulados vão se revelando ao visitante e ao próprio saltense. É um Museu-percurso que evidencia e valoriza a cidade industrial, sua história e o ambiente natural no qual ela se implantou. O Museu é propriedade municipal e a visitação é gratuita. Funciona de quarta a sexta-feira, das 9h às 17h. Aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h. ENTRADA FRANCA.

Parque Rocha Moutonneé

(Localizado entre as rodovias da Convenção/SP-79 e do Açucar/SP-79). A Rocha Moutonnée é um granito róseo de idade estimada cientificamente em 500 milhões de anos. Cientistas e pesquisadores estudam-na desde sua descoberta em 1946, pelo geólogo Marger Gutmans do Instituto Agronômico de Campinas. O nome Moutonnée é internacionalmente atribuído ao tipo de rocha que possui formato arredondado, lembrando um carneiro deitado (moutonnée no francês, significa carneiro; moutonnée: acarneirado). Na superfície da Rocha são encontradas estrias e arranhaduras produzidas, durante a glaciação, pela movimentação das geleiras que com dezenas de quilômetros de extensão e espessura arrastavam e trituravam todo o material que representasse obstáculo ao seu deslocamento. Conforme teorizam os cientistas, nesse período uma imensa massa de gelo cobria todo atual leste do Estado de São Paulo, deslocando-se de sudeste para noroeste.
As arranhaduras e estrias, produzidas durante a glaciação na era paleozóica (há 270 milhões de anos), são visíveis em sua superfície, comprovando este fenômeno da natureza e preservando seu valor geo-histórico. Além deste exemplar há um único no mundo com características semelhantes localizado na Austrália, que recebe o nome de Glacier Rock. Eles contribuíram de forma decisiva para a reconstrução da geografia do passado, sendo provas concretas de que um dia, há aproximadamente 300 milhões de anos, a América do Sul, África, Austrália, Antártida e Índia formavam um único continente: o Gondwana. O PARQUE ROCHA MOUTONNÉE, com 43.338 metros quadrados de área, é o primeiro parque ecológico e geo-histórico do continente, e conta com completa estrutura para o estudo e para o lazer: um lago natural, quiosques, bancos, mesas, estacionamento, play-ground, painéis informativos e arborização planejada. O espaço é de propriedade do Município. ENTRADA GRATUITA.

Parque das Lavras

(Localizado no Jardim Itaguaçu, a 2 Km do centro da cidade, próximo ao Monumento à Padroeira do Município). Lavras foi a segunda Usina Hidrelétrica construída no leito do rio Tietê. Inserida no processo de modernização do Estado de São Paulo, Lavras oferece uma leitura da época em que foi construída. A racionalidade e a simplicidade determinam a utilização do granito rosa, abundante na região. Apesar dessa estética não intencional, o resultado é um belo conjunto. Inaugurada em 1906 pela Cia Ituana de Força e Luz, a Usina das Lavras atendia, num primeiro momento, a cidade de Itu e alguns pontos da zona rural. Um ano e meio mais tarde, era a vez de Salto usufruir da eletricidade gerada por ela. Em 1929, Lavras foi vitimada por uma grande inundação e ficou paralisada por sete anos devido aos defeitos causados nos equipamentos. Quando voltou a operar, funcionou como unidade complementar da Usina de Porto Goes durante vinte anos. Cerca de quarenta anos depois de desativada a Usina, toda a área foi revitalizada através da implantação do PARQUE DAS LAVRAS, que inclui o conjunto de edificações, recuperado e com destinação cultural, além de extensa área verde, dedicada ao lazer e à educação ambiental. O PARQUE DAS LAVRAS, com cerca de 140 mil metros quadrados de área, compõe um dos núcleos externos do Museu da Cidade de Salto, devolvendo à cidade um pouco mais de sua memória histórica e paisagística, além de manter a concepção contemporânea de lazer e meio ambiente, dando sua parcela de concreta contribuição para a recuperação da vida do rio Tietê. O PARQUE DAS LAVRAS é aberto de terça a domingo, das 8h às 18h, e está localizado no Jardim Itaguaçu, a 2 Km do centro da cidade, próximo ao Monumento à Padroeira do Município. O local é propriedade da Prefeitura e a entrada é franca.

Ponte Pênsil

(Praça Deputado Archimedes Lammoglia - Jardim Tropical - Centro). Foi construída em 1913 para possibilitar o acesso de pescadores ao antigo Porto das Canoas. Foi interditada em 1981 devido ao seu precário estado de conservação. Em 1989, após passar por completa reforma, a Ponte foi reaberta e constitui atrativo turístico especialmente por possibilitar bela vista do rio Tietê. O local é propriedade do Município e o acesso dos turistas é gratuito.

Monumento à Padroeira

(Praça João Paulo II, s/nº - Jardim Itaguaçu). Com 38 metros de altura em concreto armado, o MONUMENTO À PADROEIRA, foi edificado em homenagem a Nossa Senhora do Monte Serrat. Por meio de escadarias internas é possível atingir o topo do Monumento, de onde se tem uma bela visão da cidade. No interior da imagem há uma lanchonete e uma capela.

Praça Deputado Archimedes Lammoglia

Localizada próxima à entrada da cidade, onde se encontram a Concha Acústica, a Ilha dos Amores e a Queda dágua.

Convívio D. Pedro II

Agradável passeio público de 1.040 m de extensão e 10,5 m de largura, com bancos, árvores e floreiras. Constitui-se no ponto de encontro de pessoas de todas as idades, localizado bem no centro da cidade.

Parque do Lago

Com área de 214.000 metros quadrados, sendo que 75.100 metros quadrados são ocupados por um lago natural e localizado também as margens do rio Tietê, com entrada pela SP-75 e Rodovia do Açucar, no Distrito Industrial, próximo a Rotatória no entroncamento da Rodovia do Açucar com a Rodovia Santos Dumont, o PARQUE DO LAGO tem como característica principal a prática de esportes ao ar livre, lazer e preservação da flora e fauna típicas. O Parque apresenta pista de cooper, ciclovia, pista de aeromodelismo, quadras, plataforma do lago, deck panorâmico, ducha, play-ground, além de estacionamento e lanchonete.

Igreja Matriz de Nossa Senhora do Monte Serrat

(Praça Antonio Vieira Tavares - Centro). Construída em 1936, ocupa o lugar onde existia a capela de 1698, que foi edificada pelo Capitão Antonio Vieira Tavares, dando origem à cidade de Salto. Pertence a Cúria Metropolitana.

Praça XV de Novembro

Local público, com 8.000 metros quadrados, jardim, bancos, iluminação a vapor de sódio. No centro da praça existe uma fonte luminosa. A Praça XV de Novembro é um ponto de encontro de pessoas de todas as idades. Lá são realizadas feiras de artesanato e espetáculos ao ar livre.

Praça Antonio Vieira Tavares

Local público com 5.000 metros quadrados, arborização, floreiras, bancos e um coreto, que é utilizado para apresentações das duas bandas musicais da cidade.

Estação Ferroviária

Cia. Ytuana (1873-1892)
Cia. União Sorocabana e Ytuana (1892-1907)
Sorocabana Railway (1907-1919)
E. F. Sorocabana (1919-1971)
FEPASA (1971-c. 1988)
SALTO
Município de Salto, SP
Ramal de Campinas - km 129,119   SP-0543
Antigo tronco da Ituana   Inauguração: 02.04.1873
Uso atual: escola   sem trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d 

Histórico da Linha: Em 1873, foi entregue pela Ituana a sua linha-tronco ligando a estação de Jundiaí da SPR a Itu, com bitola de 96 cm. A anexação da Ituana pela Sorocabana em 1892 alterou todo a história. O trecho foi prolongado até Mairinque, a bitola foi ampliada para 1 metro e o trecho entre Mairinque e Francisco Quirino foi prolongado até Campinas, dando origem ao ramal de Campinas. Em 1924, o ramal foi unido à partida da ex-Funilense, na nova estação da Sorocabana em Campinas. O ramal transportou passageiros até 1976. Durante os anos 80, o ramal foi sendo progressivamente desativado, à medida que se entregavam os trechos da variante da Fepasa unindo a estação de Boa Vista a Mairinque, em Guaianã. Em fins dos anos 80, o ramal já não existia mais, arrancando-se os trilhos restantes e passando-se a usar somente a variante.

A Estação: A estação de Salto foi inaugurada em 1873, alguns dias antes que a estação de Itu, como uma das estações pioneiras da então linha-tronco da Ituana, que vinha de Jundiaí em direção a Itu. A partir de 1914, passou a servir ao ramal de Campinas. Foi desativada por volta de 1988. A estação e o armazém servem hoje como escola. Está situada na saída de Salto para Jundiaí.

HOTEL

http://www.hotelinsite.com.br/procura/resultado.asp?cid=salto

Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Salto_%28S%C3%A3o_Paulo%29

http://www.ferias.tur.br/informacoes/9587/salto-sp.html

http://www.salto.sp.gov.br/index.html

 
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COMETÁRIOS SOBRE Salto:
 
26/12

Lugar lindo vou ai passear é muito lindo

Enviado por Vanda às 13h57
29/07

procuro pensao em salto preco barato

Enviado por saulo fernandes às 18h00
10/10

Sou Apaixonada Por Caiua cidade onde passei parte de minha infancia fui muito feliz com minha familia sempre que posso passo ai pammmmmra matar a saudade marli

Enviado por marli às 14h51
22/01

quero anunciar

envie e-mail para: spcidades@spcidades.com.br

Enviado por edson marques às 21h02
01/05

Gostaria de conhecer esta cidade, quais empresas de onibus vão ate ela.

Enviado por miltongalliera às 17h08
09/11

qual rodovia p/ salto

N.R. - veja em "COMO CHEGAR"

Enviado por nilton cordeiro às 16h42
 
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