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Varzea Paulista

Geografia

Localiza-se a uma latitude 23º12'41" Sul e a uma longitude 46º49'42" Oeste, estando a uma altitude de 745 metros. Sua população estimada em 2004 era de 105.051 habitantes. O município tem sua área urbana conurbada com Jundiaí, gerando ao todo uma população de pouco mais de 400.000 habitantes.

Hidrografia

Rio Jundiaí

Rodovias

SP-332

SP-354

Distâncias

42 km da Capital

CARACTERÍSTICAS

Várzea conheceu o apogeu agrícola quando diversas famílias investiam na terra e no arado. A região teve vastas plantações de uva, café, mandioca, cana-de-açúcar, verduras e legumes de todos os tipos e variedades, cujos produtos abasteciam o mercado paulistano.
Entre as várias atividades realizadas na região, as famosas aguardentes de Várzea, se destacaram como a aguardente “Da Boa”. Os produtores hortifrutigranjeiros decidiram fundar uma cooperativa e promover a fusão com a Cooperativa Agrícola Jundiaí, que reunia os produtores rurais e coordenava a comercialização e o transporte de seus produtos.

HISTÓRIA DA CIDADE

A região que hoje é a cidade de Várzea Paulista começou a ser povoada no final do século XIX, a data oficial de fundação é 1886. Em 1867, os ingleses construíram a estrada de ferro que liga Santos a Jundiaí. Esta estrada passava por uma várzea campesina, que tinha um saliente acidente geográfico e as águas cristalinas do rio Jundiaí.
Somente dezenove anos depois da inauguração deste trecho ferroviário, o local recebeu seu primeiro morador, Isaac de Souza Galvão. Ele montou uma olaria, pois tinha conhecimento que uma destilaria européia iria se instalar na região para produzir álcool do cultivo da mandioca.
Várzea participou do ciclo do café, mas uma impressionante geada deixou os cafeicultores da região arrasados, em 1878. O fenômeno foi tão dramático que os historiadores apontam o fato como o responsável pelo fim do ciclo do café na região.
Os agricultores aguardavam um novo direcionamento após a crise, quando uma empresa Franco-Italo-Suíça escolhe as vastas áreas margeando os trilhos da “SPR” para plantar mandioca e instalar uma destilaria de álcool. A firma denominada de Societé des Distilheiries Brasiliennes, encontrou terras férteis, mão de obra escrava e a estrada de ferro para escoamento da produção.
Até 1888 a destilaria viveu bons tempos em Várzea, mas com a abolição da escravatura entrou em colapso comprometendo os planos europeus, que decidiram encerrar suas atividades na região.
Os registros históricos esclarecem o pioneirismo da ferrovia na região, com seus trabalhadores deitando dormentes e assentando trilhos, salientando a vinda de escravos africanos nessa época, que trabalhavam nas lavouras de café da região e que certamente vieram para Várzea. Em 1891 foi inaugurada a estação ferroviária, com arquitetura e materiais ingleses.
A edificação da Capela Nossa Senhora da Piedade, em 1900, coincide com a multiplicação das olarias. O desenvolvimento foi satisfatório, devido a grande disponibilidade de barro, utilizado como matéria prima e a expansão da agricultura, em virtude dos imigrantes europeus, principalmente italianos.

Aniversário 21 de março

Fundação 1886

Gentílico varzino

Administração

Prefeito: JUVENAL ROSSI

Economia

É a cidade que mais exporta orquídeas do Brasil. Possui o maior orquidário da América Latina, encontra-se ao pé da Serra dos Cristais também conhecida como Serra do Mursa.

Possui ainda diversos orquidarios espalhados por toda cidade. Além das Orquideas a cidade é do ramo industrial, tendo instalado diversas empresas de origem estrangeira, dentre elas destaca-se a Alemã Continental Teves, KSB Bombas Hidráulicas e a Inglesa Elekeiroz

TURISMO

Principais Pontos Turísticos

Ponte Seca

No sítio Moinho, hoje bairro da Promeca, foi construída em 1899 pelos ingleses a “Ponte Seca”. Nome dado pela população, já que a ponte não passava em cima de nenhum rio, apenas ligava o bairro à região de Ivoturucaia.

Casa das Professoras

Entre 1905 e 1910, surgiu a primeira escola de Várzea, localizada próxima à estação ferroviária. Com uma única sala de aula, com ela também surgiu a “Casa da Professora”, localizada na Avenida Marginal do Rio Jundiaí, onde se encontra hoje a Indústria Moreno Ltda. O local hospedava professoras que vinham de São Paulo para lecionar no local e só voltavam no final de semana para suas casas.

Capela Santo Antônio

Em 1911 é erguida a capela de Santo Antônio, no bairro do Pito Acesso (Promeca), construída para que a comunidade católica pudesse venerar Santo Antônio de Pádua e até hoje quem visita o bairro e utiliza o antigo caminho de Campo Limpo Paulista se depara com a capela.

Padres Salvatorianos

Em 1925 os padres Salvatorianos adquiriram uma gleba de terra para ajudar na manutenção do seminário de Jundiaí, no local conhecido como Bertioga. Em 1944 ampliaram a área, já que o objetivo era trazer o noviciado que estava instalado no Rio de Janeiro. Essa transferência trouxe para o sítio São José, o Padre Pio Wespel, alguns noviços e irmãos, com a missão de implantar uma comunidade Salvatoriana. Após grandes ampliações o seminário encerrou suas atividades em 1965. O complexo foi utilizado pela Diocese e depois alugado para o hospital Psiquiátrico de Várzea Paulista.

Estação Ferroviária

Várzea teve sua estação aberta em 1891, na área rural de Jundiaí. A seu lado mais tarde se instalou a empresa L. Queiroz, de produtos químicos (hoje Elekeiroz). Por algum tempo, nos anos 50, teve o nome de Secundino Veiga. Passou então a se chamar Várzea Paulista. Hoje a estação atende aos trens metropolitanos da CPTM.
A São Paulo Railway - SPR ou popularmente Ingleza - foi a primeira estrada de ferro construída em solo paulista. Construída entre 1862 e 1867 por investidores ingleses, tinha inicialmente como um de seus maiores acionistas o Barão de Mauá. Ligando Jundiaí a Santos, transportou durante muito anos - até a década de 30, quando a Sorocabana abriu a Mairinque-Santos - o café e outras mercadorias, além de passageiros de forma monopolística do interior para o porto, sendo um verdadeiro funil que atravessava a cidade de São Paulo de norte a sul. Em 1946, com o final da concessão governamental, passou a pertencer à União sob o nome de E. F. Santos-Jundiaí (EFSJ). O nome pegou e é usado até hoje, embora nos anos 70 tenha passado a pertencer à REFESA, e, em 1997, tenha sido entregue à concessionária MRS.
O tráfego de passageiros de longa distância terminou em 1997, mas o transporte entre Jundiaí e Paranapiacaba continua até hoje com as TUES dos trens metropolitanos.

Paróquia Nossa Senhora da Piedade

Em 1900 foi edificada a Capela Nossa Senhora da Piedade, vista como ponto referencial no município. O terreno foi doado por José de Souza Constantino e por sua esposa Francisca Maria Inocêncio de Oliveira.
A Paróquia era apenas uma pequena capela que ficava dentro da propriedade de José Constantino. Uma vez por mês vinha um padre para celebrar uma missa e o acontecimento era aberto para toda a comunidade. Algumas senhoras que davam aulas de catecismo.
Criada em 1968, teve como seu primeiro vigário o holandês Padre Afonso Nikraque. A paróquia comanda a manifestação mais popular da cidade: a Procissão dos Motoristas, tendo São Cristóvão como santo protetor.
Constantino encomendou junto ao seu primo, José Paulo de Souza, uma imagem de Nossa Senhora com Jesus em seus braços, para que fosse colocada no interior da capela, que está na igreja atualmente.
A igreja é responsável pelas comunidades Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora Auxiliadora, Santo Antônio, Santo Expedito, Sagrado Coração de Jesus, Divina Misericórdia e Divino Espírito Santo.
A Santa Nossa Senhora da Piedade é a Padroeira da cidade, que tem o dia 15 de setembro como data comemorativa.

 

FONTES

http://www.ferias.tur.br/informacoes/9775/varzea-paulista-sp.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%A1rzea_Paulista

http://institucional.varzeapaulista.sp.gov.br/

 

 
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