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Martinópolis

Demografia

Dados do Censo - 2000

População Total: 22.346

Urbana: 17.975

Rural: 4.371

Homens: 11.448

Mulheres: 10.898

Densidade demográfica (hab./km²): 17,83

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 20,95

Expectativa de vida (anos): 68,71

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,37

Taxa de Alfabetização: 87,39%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,750

IDH-M Renda: 0,683

IDH-M Longevidade: 0,729

IDH-M Educação: 0,839

(Fonte: IPEADATA)

 

Distâncias

494 km da Capital do Estado

 

História

O município de Martinópolis, bem como a quase totalidade dos municípios do Oeste Paulista, tem como base o café e a ferrovia. Ambos foram os elementos responsáveis pelo surgimento dos núcleos urbanos e rurais em nossa região.

Ferrovia

Até a chegada da ferrovia, em 1917, o território era formado de matas e campos. A construção da ferrovia tinha a pretensão de abrir fronteiras, fazendo com que os grandes donos de fazendas fizessem o loteamento e a colonização. A ferrovia chegou em Martinópolis em 5 de agosto de 1917, embora naquela época não tivesse o nome atual. Era a estação José Theodoro, nome que homenageava um grande posseiro do Oeste Paulista que morreu em 1875. Na realidade, José Theodoro não possuiu terras em nosso atual território, suas posses iam até Conceição de Monte Alegre, vilarejo que fundou no final de sua vida, tendo falecido em 1875.

Os seus conterrâneos e parentes João da Silva Oliveira e Francisco de Paula Moraes é que tomaram posse de grandes glebas, no século 19, originando latifúndios que resultaram nas atuais fronteiras de Martinópolis.

Antes da ferrovia, na região só havia alguns índios esparsos, chamados de cainganguesou coroados. Outro fator de desbravamento da região, anterior à chegada da ferrovia, foi a abertura da Estrada Boiadeira, no ano de 1906, rumo ao Estado do Mato Grosso. Essa estrada passava a montante da cachoeira do rio Laranja Doce, onde muitos anos depois, em 1930 a Companhia Elétrica Caiuá construiu uma usina hidrelétrica, origem da represa que hoje é o cartão de visitas de nossa cidade. A estrada boiadeira foi construída pela firma Diederichsen & Tibiriçá, tendo como gerente Francisco Whitaker.

No entanto, o desbravamento real só chegou a partir do prolongamento dos trilhos daEstrada de Ferro Sorocabana, que em 1910 estava parado em Salto Grande, aguardando definição de seu trajeto. Em 5 de agosto de 1917 foi inaugurada a estação de José Teodoro, no meio da mata virgem. No início era um simples vagão de trem, colocado num desvio, que serviu de rancho aos construtores, comandados por José Giorgi.

Formação do município

Durante sete anos, ou seja, até 1924, nada havia ao redor da estação, a não ser a guarita do guarda-chaves e as casas dos ferroviários. Somente em 1924 o imigrante português João Gomes Martins, natural da Ilha da Madeira, que fazia importação e exportação de secos e molhados na cidade de São Paulo, resolveu investir no negócio de colonização de terras. No final de 1924 ele adquiriu 10.000 alqueires de uma propriedade desmembrada da grande Fazenda Montalvão, contratou agrimensores, fez o arruamento no local onde queria que surgisse o povoado, abriu estradas rurais e fez propaganda para quem quisesse adquirir terras a preço convidativos e em suaves prestações anuais.

Implantou, dessa forma, o Núcleo Colonial Boa Ventura e, desembarcando na estação da estrada de ferro, começaram a chegar os primeiros compradores, como as famílias Saram, Quaranta, Tudisco, Contini, Sartori e Valentim, entre outros pioneiros. João Gomes mantinha um agente de venda de terras descendente de japoneses chamado Tomekichi Ogata, que foi o responsável por trazer um grande contingente de imigrantes nipônicos. Outro agente era o fluminense Eugênio de Mello, que trouxe vários compradores da região de Nova Friburgo, no estado do Rio, por exemplo, as famílias Tardim, Gueraldt, Perroud, Sanches, Macedo, e da Itália e de Portugal Jacomeli, Giacomelli, Zangarini, Gouveia, Santos, Ferreira, Queiroz e outras.

O povoado foi crescendo, as primeiras casas comerciais foram surgindo, sendo a pioneira implantada por Antônio Rodrigues Parente e Antônio Joaquim Senteio, que vendia gêneros alimentícios, tecidos, armas e munições, ferramentas para a agriculturaetc. O colonizador construiu o Hotel Colonial, a primeira construção de alvenaria do povoado, para receber as levas de interessados em adquirir lotes rurais. Alguns anos depois implantaram casas comerciais: Platzeck, Ângelo Bergamini, Raimundo Barbosa, o casal Antônio Jacomeli e Enides Zangarini, José Bezerra e muitos outros.

O lugarejo, sede da Colonização Martins, foi se transformando em um verdadeiro formigueiro humano, com centenas de pessoas que chegavam de trem para o Novo Eldorado. Vida intensa, tangível, vibrante de rumores surgida e movida como as ondas do oceano. Com a instalação de serrarias, máquinas de café e cereais, bares, casas comerciais e pensões, o povoado ia se ampliando e almejava se tornar distrito de paz. Foi construída uma rústica capela, dedicada a Santa Bibiana, por devoção do colonizador.

Em 20 de dezembro de 1929 o povoado foi elevado à categoria de Distrito de Paz, com o mesmo nome da estação ferroviária, ou seja, distrito de José Teodoro, pertencente ao município e comarca de Presidente Prudente. Em 1937, quando o trabalho e as paixões agitavam a vida e o progresso do distrito, seu fundador, ainda no auge da vitalidade, faleceu na capital paulista. O primogênito João Gomes Martins Filho não permitiu que a bandeira da colonização caísse por terra, tomou-a das mãos do pai e a levou adiante, como em uma corrida de revezamento.

Em 29 de janeiro de 1939 ocorreu a instalação solene do município, tendo seu nome alterado de José Teodoro para Martinópolis, em homenagem ao seu colonizador. Em 13 de junho de 1945, com as maiores comemorações já verificadas em sua história, a terra dos Martins instalou solenemente a Comarca de Martinópolis.

Até meados da década de 1940 o município se estendia por uma área territorial de aproximadamente 4.000 km², limitando-se com Regente Feijó, Presidente Prudente, Valparaíso, Guararapes, Tupã e Rancharia. Boa parte das áreas dos atuais municípios de Lucélia, Osvaldo Cruz, Sagres, Nantes e Pracinha foram desmembramentos de nosso antigo território.

Pelo decreto-lei estadual no 14334, de 30 de novembro de 1944, foram criados: a comarca de Martinópolis, com sede no município do mesmo nome, e o distrito de Teçaindá.

Em 24 de dezembro de 1948, é criado o distrito de Guachos com sede no povoado de Vila Escócia.

 

Aniversário da cidade: 13 de julho

Fundação: 29 de janeiro de 1939

Gentílico: martinopolense

 

Administração

Prefeito:    ANTONIO LEAL CORDEIRO

 

Algodão

A população de Martinópolis era, na década de 1940, de 25.000 habitantes, dos quais 18.000 radicados nas áreas rurais. No final dessa década e limiar dos anos 50, o município de Martinópolis tornou-se conhecido como o "rei do algodão", após produzir 2.200.000 arrobas damalvácea em uma única safra. Na década de 1950 a população chegou ao seu auge, 37.000 habitantes, sendo 29.000 na zona rural.

 

Turismo

Principais Pontos Turísticos

Balneário Represa Laranja Doce

Martinópolis, através dos incentivos proporcionados pelo poder público, desenvolve em larga escala a incrementação do turismo, que resultou na propagação do seu nome, e conseqüentemente, elevou o conceito do Município na região, tornando-o conhecido e comentado em âmbito interestadual.
A Represa Laranja Doce, formada pelo Rio Laranja Doce e os Ribeirões Alegrete e Estiva, possui um espelho d’água de 170 alqueires, própria para a prática de natação, pedalinho, esqui-aquático, pesca e outros esportes.
Às suas margens, está implantado todo um complexo turístico, que constitui no maior centro de atração turística de quase toda a 10ª Região Administrativa do Estado de São Paulo e do norte do Paraná.
Aliado à beleza natural, no local foram edificados belas casas de veraneio, colônias de férias e condomínios.

 

Hotel

http://www.hotelinsite.com.br/procura/resultado.asp?cid=martinopolis

 

Site da cidade

http://www.martinopolis.sp.gov.br/site/

 

Fonte

http://pt.wikipedia.org/wiki/Martinópolis

http://www.ferias.tur.br/informacoes/9353/martinopolis-sp.html

 
MAIS SOBRE Martinópolis:
 
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COMETÁRIOS SOBRE Martinópolis:
 
07/04

QUANDO ME RECONHECI COMO GENTE MEUS PAIS MORAVAM NO MUNICÍPIO DE MARTINOPÓLIS,PERTO DE UM POVOADO CHAMADO 25.MEU PAI PLANATAVA ALGODÃO.tINHA O POVOADO 27,30 E ASSIM POR DIANTE.SEI QUE ESTÁ TUDO DIFERENTE,MAS GOSTARIA DE PASSEAR POR LÁ.NÃO SEI COMO SE CHAMAM HOJE AQUELES POVOADOS. SAUDADES......

 

 

SPCIDADES: As informações deste portal foram compiladas da internet, porém....

Estamos à disposição da Prefeitura da cidade para postar informações, fotos e vídeos.

Se não tiver nós podemos produzir. SE HOUVER INTERESSE, entrem em contato:

planejamento@bazarcomunicacao.com.br

Enviado por LENIRO MEDEIROS DA SILVA às 15h34
14/01

morei em sitio casao estudei em boa esperança que saudade isso a 52 anos atras

Enviado por aparecidamariadossantos às 12h51
 
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