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Paraibuna

Geografia

Localiza-se a uma latitude 23º23'10" sul e a uma longitude  45º39'44" oeste, estando a uma altitude de 635 metros. Sua população estimada em 2004 era de 18.096 habitantes.

Os municípios limítrofes são Jambeiro  a norte, Redenção da Serra a nordeste, Natividade da Serra a leste, Caraguatatuba  a sul, Salesópolis a sudoeste e Santa Branca a oeste.

Demografia

Dados do Censo - 2000 População total: 17.009

* Urbana: 5.295

* Rural: 11.714

* Homens: 8.703

* Mulheres: 8.306

Densidade demográfica (hab./km²): 21,00

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 15,31

Expectativa de vida (anos): 71,52

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,33

Taxa de alfabetização: 86,66%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,771

* IDH-M Renda: 0,692

* IDH-M Longevidade: 0,775

* IDH-M Educação: 0,846

Localização

Está situado no Alto do Paraíba na escarpa da Serra do Mar.

Limites

Ao norte com Jambeiro,

Ao sul com Caraguatatuba,

Ao leste com Redenção da Serra e Natividade da Serra

A oeste com Santa Branca e Salesópolis.

Acesso Rodoviário

Rodovia dos Tamoios, km 32

Distâncias

120 km da Capital

História

Sua fundação ocorre em 1666, quando os primeiros ocupantes ali chegaram. Mas suas origens não páram aí… O hoje conhecido município de Paraibuna tem suas origens ligadas à ocupação dos bandeirantes, ocorrida no século XVII. Vale também ressaltar, que boa parte de sua formação histórica está ligada à primeira sesmaria  doada em suas terras, no ano de 1773, ocasião em que fora então fundada pelo governador de São Luiz do Paraitinga, Manuel Antônio de Carvalho. Este Governador passou, então, a controlar os dois núcleos (São Luiz do Paraitinga e Paraibuna), de forma que o núcleo recebe o título de vila em 1832, com o nome de "Santo Antônio da Paraibuna" e, em 1857 já era cidade.

Décadas após, Paraibuna começa a se desenvolver na metade do século XIX, com a cultura de café. Posteriormente, Paraibuna assistiu a construção das barragens da CESP (Companhia Energética de São Paulo), inicialmente formada pela COMEPA (Companhia de Melhoramentos de Paraibuna, idealizada e criada pelo brilhante prefeito José Ozias Calazans).

Hoje, a cidade busca novas possibilidades com o uso da represa para atividades recreativas e educacionais, em especial educação e conscientização ambiental, tais como atividades de Turismo Rural, Ecológico, Náutico, Gastronômico e Histórico.

Aniversário: 13 de junho

Fundação: 23 de junho de 1666

Gentílico: paraibunense

Administração

* Prefeito:   ANTÔNIO MARCOS DE BARROS

Turismo

Principais Pontos Turísticos

A Bica

Localizada na atual rua Padre Antônio Pires do Prado, este Patrimônio Municipal conserva lembranças de um passado famoso por tamanha fartura e pureza. O local denominava-se antigamente Bica dágua. O nome da rua era 15 de novembro, onde os cavaleiros que chegavam de cidades vizinhas ou da roça (zona rural), matavam sua sede e refrescavam seus animais, antes de negociar no Mercado Municipal.

A Bica também fornecia água para algumas ruas da cidade, e não havia nenhuma benfeitoria. O atendimento era simples, cumprindo apenas a necessidade do povo quanto ao fornecimento de água.

Com o passar dos anos, o crescimento da população e a

modernidade exigiram a melhoria da Bica dágua. No ano de 1961, o então Prefeito Municipal Sr. José Osias Calazans de Araújo, por meio de um projeto de Lei, desapropria a área onde se encontrava a Bica dágua, que pertencia ao Sr. Moacyr Machado e ordena que seja construído o Patrimônio de Preservação da Fonte da Bica d água, o qual tem como executor o Sr Mauro Mariano Leite , no mesmo ano.

Tem até os dias de hoje sua original construção, mantendo com curiosidade um dito popular: Quem bebe água da Bica. Aqui fica !

Rua Padre Antônio Pires do Prado - Centro.

Balsas

Com a formação do lago da represa, várias estradas rurais e intermunicipais foram inundadas. Por isso, duas balsas foram instaladas para a travessia do lago, dentro do Município de Paraibuna, e uma no Município de Natividade da Serra. Operam de hora em hora, transportando inclusive carros.

Casarões da Praça

Quase todos os casarões, ou melhor, prédios em estilo colonial da Praça da Matriz, foram construídos pelo engenheiro Dr. Pedro Augusto Calazans.

Até então existia algumas casas pequenas de pau a pique. Pau a pique são paredes de madeira roliças finas, trançadas de bambu e amarradas com cipó, mais ou menos 10 centímetros de largura, preenchidas e revestidas de barro.

O prédio da Fundação Cultural, foi construído em 1878, para abrigar uma fábrica de meias de algodão, matéria prima em abundância na época em nossa cidade. Aqui cabe uma explicação: devido ao declínio do ciclo cafeeiro no Vale do Paraíba e para evitar o êxodo de famílias inteiras de Paraibuna, abandonando a cidade, em busca de cultura para seus filhos, também para garantir seus patrimônios econômicos e muitas delas, como barão Duprat, abandonaram propriedades enormes, fazendas e casas na cidade. os políticos da época, muito dedicados ao bem estar e com o progresso de Paraibuna, se reuniram com a força econômica da cidade e procuraram fazer empreendimentos arrojados no município, como a fábrica de meia. Para se ter uma idéia desta preocupação em manter estas famílias em Paraibuna, mais de uma fábrica de uma fábrica foi montada em Paraibuna, no local onde hoje se encontra a Fundação Cultural Benedicto Siqueira e Silva . Deve-se levar ainda em consideração que a matéria prima era farta. Com a queda do café tudo isso se acabou.

O prédio da Fundação Cultural, foi também sede da empresa força e luz Paraibunense, que fundou a Comepa - Companhia Melhoramento de Paraibuna que deu origem a Cesp, Companhia Energética de São Paulo. Foi a primeira sede da Associação Esportiva Paraibunense, Prefeitura Municipal e hoje Fundação Cultural Benedicto Siqueira e Silva.

Represa

No município acontece a formação do rio Paraíba do Sul, pela confluência dos rios Paraibuna e Paraitinga, que nascem na Serra do Mar, na cidade de Cunha. Sua bacia hidrográfica contempla mais de 40 rios, ribeirões e córregos, destacando-se o córrego das Laranjeiras na cidade.

Na década de 70 esses rios foram represados pela CESP, para produção de energia elétrica, formando um grande reservatório com aproximadamente 760 Km de perímetro, com 204 ilhas e 5 bilhões de m³ de água, que além da beleza natural, são consideradas do tipo 1, onde não é encontrado nenhum tipo de poluente.

Um local ideal para a prática de esportes como: Regata, Jet-Sky, passeios de lancha, Canoagem, Wind Surf, Barco a vela, Wake board, Esqui aquático e outros.

Igreja Matriz

Por volta de 1870, viu-se a necessidade de um templo religioso, Formou-se uma Comissão de Obras, e em 1872 deu-se início à construção da Igreja Matriz, originalmente toda em TAIPA (construção à base de barro pilado).

A inauguração oficial ocorreu em 7 de setembro de 1886, com a presença do Rev.mo. D. Lino Deodate Rodrigues de Carvalho, então bispo desta diocese, e com assistência dos Revmo. padres Antônio Pires do Prado, Bento Claro, Porfírio de Souza Martins, cônegos Ezechias Galião da Fontoura e Raymundo Marculino de Cruz Cintra.

A torre que hoje se ergue em seu frontal teve iniciada sua construção por volta de 1904, iniciativa do Rev.mo padre Francisco Felippo.

Em seu estilo original de construção ela permaneceu até por volta de 1954, quando teve início uma reforma geral, financiada pelos paroquianos.

Quando à parte externa, o templo teve alteradas nessa reforma, entre outras coisas, as janelas laterais (anteriormente em madeira), as duas portas laterais da frente do prédio, que não existem mais, e a torre que teve retirada a divisão de seu primeiro arco.

Quanto à parte interna da Igreja Matriz, foi retratada em esplendor, precisamente no teto da Igreja, por meio das pinturas, a vida do Patrono da cidade. Pintura que é uma verdadeira obra-prima, feita pelo pintor Álvaro Pereira .

Praça Monsenhor Ernesto Almírio Arantes – Centro.

Igreja N.Sra. do Rosário

Dr. Joaquim Manoel Gonçalves de Andrade, cavaleiro da Ordem Cristo, Arcadiago da Catedral desta Imperial cidade de São Paulo, nela e em todo seu Bispado.

Pede que seja concedida a faculdade para que na cidade de Paraibuna se possa erigir e fundar uma capela dedicada à mesma Senhoria do Rosário, contato que seja em lugar alto, livre de umidade, e que tenha âmbito em roda para poder andar as procissões..

Em julho de 1841 teve começo abertura dos alicerces para a construção da igreja de Nossa Senhora do Rosário, nesta cidade, por iniciativa de Salvador Rodrigues dos SantAnna, que foi protetor da mesma igreja até o ano de 1870. Durante as épocas de 1843 a 1858 aconteceu uma paralisação nas obras. Em 1858 o Cel. Marcelino José de Carvalho fez uma subscrição entre poucas pessoas a fim de auxiliar a continuação da referida obra .

Em 1870, sendo Juiz Municipal deste termo, o Dr. Antônio Cândido de Almeida e Silva, no louvável intento de prestar um serviço à religião, e a este lugar, continuou a nobre tarefa de concluir a referida igreja, que se achava apenas em TAIPA e coberta, e esmolando entre o povo, essa, honra seja feita, não se furtou a auxílios piedosos. E arrecadando diversas quantias pertencentes à Igreja, e que se achavam esparsas, e com esmolas aumentadas dos Irmãos, visto ter também promovido a reorganização da Irmandade, conseguiu reunir até princípio do ano de 1872 uma grande soma, que mandou empregar na referida obra, pelo mesmo fiscalizada.

As obras foram retomadas com toda força pelo Dr. Antônio Cândido de Almeida e Silva. Preenchida a solenidade da bênção da nova igreja, conforme o ritual Romano, foi em 8 de 1871, cantada a primeira missa solene, sendo celebrante o então vigário Antônio Pires do Prado . Entretanto, nos dias atuais, a igreja do Rosário encontra-se em plena reforma.

Rua Major Soares - Centro.

Mercado Municipal

Havia entre os produtores paraibunenses um grande interesse em ter um local apropriado para comercializar seus produtos agrícolas.

Essa vontade foi concretizada pelo Sr. José Porfírio da Silva, que construiu o Mercado Municipal de Paraibuna no ano de 1880: um barracão, com piso de chão batido (terra compactada).

Paraibuna foi no início deste século um grande exportador de suínos. Existia do lado esquerdo do barracão, bancadas de madeira, com um metro de largura, sem emendas, ocupando mais da metade do mercado, para exposição de suínos abatidos. A sua avaliação era feita pela espessura do toucinho, gordura entre a pele e a carne. Negociavam toucinho os Srs. Jacinto de Leme, Francisco de Lima e José Belo. O Sr. Benedito Antônio Diniz era vendedor de sal. Os produtores rurais negociavam seus produtos diretamente com os consumidores. Vendiam café em casca, arroz, frutas, palmito, fubá, feijão, quirera, farinha de mandioca e de milho, rapadura e bananas. Havia muita fartura naquela época, Paraibuna era considerada o Celeiro do Vale do Paraíba. Na esquina ao lado do Mercado havia um curral, onde eram recolhidos os burros de carga e os carros de boi que faziam o transporte na época. Em frente ao Mercado, no pátio, havia uma grande árvore, carvalho, que proporcionava uma maravilhosa sombra, aproveitada para venda de garapa (caldo de cana).

O Mercado Municipal é importante para Paraibuna, tanto no âmbito comercial como no social, pois ali se concentram a comunidade rural e a urbana; onde se confraternizam, conversando sobre variados assuntos. Hoje o prédio tem o piso de pedra e possui 41 boxes, havendo até mesmo uma barbearia. Há tradições que são mantidas até hoje, como o afogado, prato típico da região. O afogado é encontrado diariamente em restaurantes da cidade.

Rua Manoel Antônio de Carvalho – Centro.

 

Site da cidade

http://www.paraibuna.sp.gov.br

 

Fonte

http://citybrazil.uol.com.br/sp/paraibuna/index.php

http://www.ferias.tur.br/informacoes/9448/paraibuna-sp.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Paraibuna

http://www.paraibuna.sp.gov.br/turismo.php

 
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COMETÁRIOS SOBRE Paraibuna:
 
20/07

amo essa escola estudo nela e ela e a melhor escola de paraibuna recado de larissa karen do 6b

Enviado por larissa karen estudante da escola às 20h36
 
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