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Apiaí

Geografia

Topografia

Montanhoso com declives e planaltos

Solo

Massapé

Clima

Subtropical, temperado/super úmido. Queda de neve em 1942 e 1975.

Marco central

Igreja Matriz de Santo Antônio (ITESP)

Recursos minerais

Galena, calcário, quartzo, cobre, manganês, granito e cal.

Demografia

Dados do Censo - 2000

População total: 27.162

* Urbana: 16.648

* Rural: 10.514

* Homens: 13.706

* Mulheres: 13.456

Densidade demográfica (hab./km²): 28,68

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 28,96

Expectativa de vida (anos): 65,41

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,88

Taxa de alfabetização: 88,81%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,716

* IDH-M Renda: 0,631

* IDH-M Longevidade: 0,673

* IDH-M Educação: 0,845

Limites

Ao Norte: Guapiara, Ribeirão Branco e Itapeva

Ao Sul: Ribeira e Itaóca

Ao Leste: Itararé, Barra do Chapéu e Bonsucesso de Itararé

Ao Oeste: Iporanga

Acesso Rodoviário

BR-116

Distâncias

343 Km da Capital

Historia

Conta-se que Francisco Xavier da Rocha, obrigado a fugir de Minas Gerais, onde havia sido Capitão-Mor de um de seus arraiais, por crime ali praticado, veio parar nestas regiões, ao sul, com 150 escravos, fundando então um pequeno povoado.

Sabendo, por intermédio de um caçador de Itapetininga, da existência de ouro nas nascentes do Rio Apiaí( Rio Menino na língua Tupi Guarani), vindo então a estabelecer-se no lugar, de nome Capoeiras (hoje o Distrito de Araçaiba - Apiaí - SP), tendo depois seguido adiante fundando uma das primeiras povoações, que dariam origem ao Município de Apiaí, com o nome de santo Antonio das Minas.

Em 1.770, o Governador D. Luiz Antonio de Souza Botelho de Moura, elevou-se o nascente povoado á categoria de Vila com nova denominação de Santo Antonio das Minas de Apiaí, em 1.774 começou seus trabalhos à Câmara Municipal.

A primitiva vila que deu origem á cidade de Apiaí, localizou-se em três lugares diferentes, sendo a mais antiga, hoje conhecido como Vila Velha dos Peões, distantes alguns quilômetros de Apiaí atual, compunha-se de escravos e aventureiros, dispostos a mudarem- se para o primeiro lugar lhes oferecessem melhores vantagens. Foi assim que á procura de ouro muitos foram estabelecer-se junto ao Morro do Ouro( localizado no centro do município), dando origem a outra povoação. Mais tarde, correndo ali um desmoronamento em que cem pessoas morreram soterradas, paralisando-se a mineração, visto que o Morro estava com muitas escavações para a exploração do precioso ouro, podendo ocorrer novos desmoronamentos, mesmo porque não havia ouro em quantidade suficiente para satisfazer a ambição de todos os exploradores (ingleses, americanos e os japoneses), muitos abandonaram o lugar e outros embrenharam-se nas matas vizinhas dedicando-se a lavoura.

Tais núcleos de povoação foram elevados, por Portaria de Morgado de Mateus e sancionada pelo governador de são Paulo, D. Luiz Antonio de Souza Botelho de Moura, à categoria de município, no ano de 1.771. Constitui-se então o município dos atuais territórios, que hoje são os municípios de Ribeira, Iporanga e parte do Paraná( cidades estas que hoje fazem parte do Parque Estadual Turístico do Vale do Ribeira - PETAR).

Por força da lei Estadual de 19/12/1906. Sob o nº 1.038, a sede municipal recebeu Foros na cidade, finalmente pela lei Estadual nº 2.840, de 7 de janeiro de 1.937, Apiaí, foi elevada a categoria de comarca.

Significado do Nome

Rio Menino, na língua Tupi Guarani

Fundação:14 de agosto de 1771

Gentílico: apiaiense


Administração

Prefeito, ARI OSMAR MARTINS KINOR

 

Turismo

Principais Pontos Turísticos

Núcleo Caboclos

O Núcleo Caboclos está localizado entre os municípios de Apiaí e Iporanga, situa-se na parte central do PETAR. O acesso ao núcleo, por veículos é feito por estrada não-pavimentada Banhado Grande – Espírito Santo, a partir do km 294 da rodovia SP-250, a 26 km  e 37 km das cidades de Apiaí e Guapiara, respectivamente. Após 8 km situa-se a guarita de recepção e fiscalização do núcleo, nos limites do PETAR e mais 9 km chega-se ao núcleo, num percurso total de 17 km. Este núcleo fazia parte de um antigo caminho de tropeiros, com estradas que permitiam tráfego de carroças ou muares que possibilitavam o comércio de escambo entre o Vale do Ribeira e o planalto, da cidade de Iporanga até as cidades de Apiaí e Itapeva. A região adjacente ao Núcleo, com ênfase ao Morro do chumbo e a Mina do Espírito Santo, fez parte do ciclo de mineração do chumbo e da prata, a partir da 2ª metade do século XIX, sendo estudada por pesquisadores e viajantes de renome. Nos anos 30 (século XX) funcionaram, por pouco tempo as minas do Braço Pescaria e do Espírito Santo, onde ocorreu a primeira tentativa de instalação de uma metalurgia de chumbo no Brasil, em 1934. Embora tenha tido uma duração efêmera, representa um importante marco histórico. No local implantado o primeiro forno de fundição de chumbo do Brasil.

Núcleo Santana

O Núcleo Santana está localizado a 23 km do município de Apiaí. O acesso se dá por meio de estrada não–pavimentada, sendo 20 Km em estrada estadual até a entrada do núcleo e mais 3 km dentro do parque, que podem ser feitos de automóvel até o estacionamento, que é próximo ao quiosques dos monitores, de onde saem os passeios. O núcleo foi inaugurado em 1989, mas é certo que desde a década de 50, a caverna Santana (nome atribuído em homenagem a Sant’Ana, maior símbolo católico da região), possuía visitação constante de estudiosos e pesquisadores. Este é o Núcleo que recebe o maior fluxo de visitantes do PETAR (cerca de 80%). A caverna de Santana, que dá nome ao Núcleo, é o seu principal atrativo, tanto pela sua extensão quanto pela beleza de suas ornamentações.

Caverna Santana

A trilha que leva à Caverna Santana é de fácil acesso tem aproximadamente 200 metros do quiosque dos monitores, sendo permitida a entrada de crianças e idosos. Ela tem cerca de 6 km de extensão, no entanto, apenas 500 metros formam um circuito turístico, cujo monitoramento é obrigatório. Este circuito tem duração média de 01 hora e meia. No interior da caverna existem escadas e pontes de bambu e madeiras para facilitar o acesso dos visitantes.

Cachoeira Andorinha e Beija Flor

Para se chegar nessas cachoeiras é necessário percorrer uma trilha de 4200 metros, que saí do quiosque dos monitores, subindo o Rio Betari, um dos mais belos rios da região. Durante a trilha, o visitante terá que atravessar o rio várias vezes, o que deixa a caminhada mais excitante e divertida.

Núcleo Ouro Grosso

O Núcleo está localizado a 25 Km do município de Apiaí, no Bairro da Serra, pertencente ao município de Iporanga. Foi inaugurado em 1998, coincidindo com a comemoração dos 40 anos do PETAR. O Núcleo é voltado para a Educação Ambiental, possuindo um alojamento para 46 pessoas com infra-estrutura de sanitários, chuveiros, cozinha, centro de visitantes, museu tradicional e a casa de farinha. No centro de Visitantes são desenvolvidas atividades de divulgação da Unidade de Conservação, atividades culturais locais, cursos e programas de educação ambiental.

Caverna Ouro Grosso

Do núcleo até esta caverna são apenas 200 metros. Esta caverna é perigosa, segue o curso de um rio subterrâneo, bastante acidentado, em alguns lugares formam-se piscinas com até 2 metros de profundidade. Em algumas galerias é preciso de corda para vencer os obstáculos. Pra quem gosta de adrenalina e está acostumado com ambientes perigosos esta é a caverna certa!

Morro do Ouro

A Mata Atlântica, onde está localizada Apiaí, é considerada uma das mais ricas áreas em diversidade e endemismo biológico do Planeta. Originalmente, cobria em torno de 15% da superfície do Brasil, numa faixa que se estendia do Sul ao Nordeste do país. Hoje, somente 8,8% dessa área é remanescente. As variações de altitude, aliadas ao clima úmido, às altas temperaturas e à abundância de mananciais de água, acabaram por formar um ecossistema de grande biodiversidade, com altos índices de endemismo. Em sua área são encontrados 436 espécies de aves, com destaque para o papagaio de cara roxa ou chauá, variada fauna aquática, com exemplos de endemismo, como o bagre-cego, e vários mamíferos, como o macaco-muriqui, o veado mateiro e o mico-leão de cara preta. Os dois últimos, recentemente descobertos (1990), já estão ameaçados de extinção. Além dessas, várias outras espécies de plantas e de animais têm o seu habitat exclusivo nessas áreas. São mais de trezentas cavernas na região, uma das maiores concentrações do Brasil, algumas reconhecidas internacionalmente por sua beleza e interesse científico. Pode-se citar a Casa de Pedra, com portal de entrada de 215 metros de altura e a caverna Santana, que apresenta grande diversidade de espeleotemas. Inumeras cachoeiras pontuam o curso dos rios que correm para a serra do mar. Na zona da costa, além de mais de dois mil quilômetros de mangues intocados, há ilhas com praias e dunas antigas, além de ilhas rochosas, onde pode ser encontrada uma impressionante riqueza de fauna marinha.

Casa do Artesão

Um dos lugares mais importantes a serem visitados em Apiaí, tanto pelo interesse histórico, quanto pelos atrativos artísticos, é um casarão do início do século XX, situado à Praça Jonas Dias Batista, nº 9, no Centro da cidade, onde está localizado o Museu “Casa do Artesão”. Nesse local vem sendo preservado um acervo de 570 peças em cerâmica, produzidas por pessoas simples da Zona Rural, composto de figuras zoomórficas, urnas, potes e moringas das mias variadas formas e dimensões, que atraem a atenção de pesquisadores, estudantes, artesãos e turistas de todo país. Além do aspecto cultural do Museu, de relevante importância histórica, por ter sido abrigo de soldados durante a Revolução de 1930, há que se considerar a arquitetura dos casarões construídos no início do século XX: fachada com janelas e portas de grandes dimensões, pé direito alto, salas amplas, e o ar de um passado romântico, típico do interior paulista. Na Casa do Artesão, o visitante poderá adquirir peças utilitárias e decorativas em vários materiais, e também produtos alimentícios artesanais, como compostas e licores. Vale a pena conferir.

Monumento: A Conquista da Lua

Devido ao grande acontecimento que foi o homem pisar na Lua, em 20 de julho de 1969, o prefeito Sr. João Cristino dos Santos, popularmente conhecido como Seu Janguito, mandou construir um monumento em homenagem ao acontecimento. Ali está representada a lua em se quarto crescente (fase da lua no ocorrido) e no aniversário do município daquele ano (1969), inaugurou-se o monumento com uma placa com os seguintes dizeres: “Apiaí aclama os conquistadores da Lua. 20 de julho de 1969”. Essa manifestação municipal teve grande repercussão, tendo o prefeito recebido da NASA, um ofício autografado pelos tripulantes da Apollo II. O conteúdo afirmava que Apiaí era o único município brasileiro a comemorar com um monumento. O tal ofício, por ser de grande valor foi emoldurado e deixado no Museu Municipal. Um certo tempo depois, no entanto, desapareceu.

Coreto

O primeiro coreto foi construído no ano de 1929, pelo então prefeito, Sr. Cândido Dias Batista, sendo na época o principal monumento de Apiaí e muito bem freqüentado, pois sempre havia apresentação da Banda e era um verdadeiro ponto de encontro para os moradores de Apiaí. Em 1950 o prefeito Tharcílio Pacheco de Carvalho mandou demolí-lo por não reconhecer a importância  daquela  obra arquitetônica. Somente no ano de 2000, na gestão de Donizzetti Borges Barbosa, é que o Coreto foi reconstruído exatamente como era no princípio, no mesmo local Praça Jonas Dias Batista, com o objetivo de resgatar a cultura e história de Apiaí.

Site da cidade

http://apiai.sp.gov.br

 

Fonte

http://citybrazil.uol.com.br/sp/apiai/index.php

http://www.ferias.tur.br/informacoes/8901/apiai-sp.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Apia%C3%AD

http://apiai.sp.gov.br/executivo/

 
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COMETÁRIOS SOBRE Apiaí:
 
15/07

O que foi feito da querida escola Gonçalves Dias?Tenho saudades dos professores, e todos que colaboraram para a minha educação!

Enviado por marcia regina às 15h03
 
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