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Iporanga

Geografia

Localiza-se a uma latitude 24º35'09" sul e a uma longitude  48º35'34" oeste, estando a uma altitude de 81 metros. Sua população estimada em 2004 era de 4.535 habitantes.

Situada no coração da mata atlântica, junto às margens do Rio Ribeira de Iguape , e na foz do Ribeirão Iporanga. É conhecida como Capital das Cavernas, devido a grande incidência de cavernas calcárias na área do município. Cerca de 360 cavernas catalogadas, a maior concentração do Brasil e possivelmente do mundo.

Demografia

Dados do Censo - 2000

População total: 4.562

* Urbana: 2.076

* Rural: 2.486

* Homens: 2.370

* Mulheres: 2.192

Densidade demográfica (hab./km²): 3,93

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 26,70

Expectativa de vida (anos): 66,28

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 3,01

Taxa de alfabetização: 80,89%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,693

* IDH-M Renda: 0,592

* IDH-M Longevidade: 0,688

* IDH-M Educação: 0,798

Geologia

Iporanga possui uma das mais belas e complexas paisagens geológicas do Estado de São Paulo. Na região afloram rochas metassedimentares marinhas e metaígneas numa extensa faixa de dobramentos deformada segundo a direção Nordeste-Sudoeste que constitui o Grupo Açungui (Neoproterozóico, cerca de 1100 Milhões de Anos), incluindo o Subgrupo Lageado, constituído por metacalcários sobre os quais se instalam as famosas cavernas; Formação Iporanga e Formação Votuverava, essas últimas com predomínio de filitos, metaconglomerados e localmente rochas metabásicas. Na região efetuaram-se diversos estudos de mapeamento geológico, sobretudo pela CPRM - Serviço Geológico do Brasil. A seção geológica mais conhecida é o famoso perfil Apiaí-Iporanga. A cidade de Iporanga foi palco da exploração de ouro no período colonial e posteriormente chumbo e zinco no século passado.

COMO CHEGAR

Partindo de São Paulo: BR-116 até Jacupiranga e depois SP-193, seguindo pela SP165 e um trecho de terra.

Localização

Municipio da Região de Itapetininga no Estado de São Paulo.

Limites

Ataóca, Apiaí, Guapiara, Ribeirão Grande, Barra do Turvo, Eldorado e Adrianópolis (PR).

Acesso Rodoviário

Estação Rodoviária- Rua Pedro Silva.

Distâncias

351Km da Capital

 

História

Os primeiros indícios de ocupação colonial em meados do Séc. XVI, no ano de 1576, com a formação do primeiro núcleo habitacional o “Garimpo de Santo Antônio”, por faiscadores de ouro, a 8 km da foz do Ribeirão Iporanga, afluente do Rio Ribeira de Iguape, onde hoje se encontra o Bairro do Ribeirão, trouxeram os primeiros cultivos econômicos da época, a cana-de-açúcar e de subsistência, os cereais.

Durante o Séc. XVII, em pleno movimento bandeirantista, inicia-se na região do Médio Vale, um ciclo de exposição de ouro de lavagem, que logo se esfria com a descoberta de novas jazidas nas Minas Gerais e no Centro-Oeste do país. Na virada do século, desde esta época, há fixação de pequenos núcleos na região, como por exemplo, a fundação do “Arraial de Santo Antônio”, em 1625.

A partir de 1676 devido ao crescimento da economia e das dificuldades em atingir o Ribeira, através do Ribeirão de Iporanga, inicia-se a formação do porto Ribeirão, na foz do Rio Iporanga, ponto de partida, com o crescimento deste núcleo, que em 1730, viria a se tornar à sede do Município.

No Séc. XVII, a exploração do ouro nas Serras do Ribeira vai sendo acompanhada e, aos poucos, substituídas por um cultivo incipiente de arroz e mandioca. As condições geográficas não favoreceram, entretanto, uma agricultura de maior porte além das dificuldades de escoamento dos produtos até Cananéia (por via fluvial), ou até Apiaí (em lombo de burro), estas condições certamente contaram para que, já no Séc. XIX, a região se mantivesse a margem de outro grande ciclo econômico, o ciclo do café.

Durante o Séc. XVIII além do ouro, várias famílias foram se estabelecendo ao longo do Ribeira, explorando as terras férteis com a produção de arroz, milho, mandioca e principalmente a cana-de- açúcar, proporcionando com isto o surgimento de futuras e pequenas agroindústrias de rapadura, aguardente e farinhas, que seriam vendidos nos povoados vizinhos.

A figura do tropeiro, ainda hoje marcada na memória da população, que do Séc. XVII ao Séc XIX, foi parte integrante da economia do município, que a partir das canoas que chegavam do litoral pelo Rio Ribeira e seguiam em direção ao planalto, pelos trechos do Rio Betary, tido como ramal do Peabiru; e do Ribeirão Iporanga. Nos livros de notas da Vila Sant’Ana de Iporanga, em 1822 existiam 68 tropeiros cadastrados e 42 proprietários de tropas. Por decreto imperial, aos nove do mês de Dezembro do ano de 1830, o povoado foi elevado à categoria de freguesia, com seus limites oficialmente demarcados, com o ouro esgotado, a Agricultura continuava em franca expansão e com uma prospera atividade comercial.

Aniversário: 12 de Janeiro

Fundação: 1576

Gentílico: iporanguense

Turismo

O Município e cercado por Unidades de Conservação, dentre as quais se destaca o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira - PETAR, que com cerca de 35.712 hectares abriga o valioso patrimônio natural, composto por sítios espeleologicos, paleontológicos, arqueológicos e históricos além da grande diversidade biológica característica da Mata Atlântica preservada em toda sua extensão. Em 1999 essa região foi reconhecida como Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO.

Cavernas

Santana, Morro Preto, Couto, Água Suja, Lage Branca, Lambari de Baixo, Lambari de cima, Casa de Pedra, dentre outras. (Catalogadas mais de 300)

Cachoeiras

Sem fim, Andorinhas, Beija - Flor, Taquaruvira, dentre outras.

Cultura

Remanescentes Quilombolas, Danças, Artesanato e Festas Típicas do Município.

Centro Histórico e Ruinas do Garimpo de Santo Antonio.

Boia - Cross (Acqua - Raid), Rappel, Cascading, Canionismo, Tirolesa, Passeios de Canoa e Caiaque, Espeleoturismo e diversas Trilhas.

Petar

O Petar, Parque Estadual Turístico Alto Ribeira, é um dos Parque mais antigos do Estado de São Paulo, criado em 1958, com uma área de 35.712 há, visa proteger e conservar o rico patrimônio natural da região do Alto Ribeira.

A Região do PETAR é reconhecida por possuir um dos maiores patrimônios espeleológicos do Brasil, com mais de 300 cavernas cadastradas (Burgi & Marinho, 1997). São cavernas formadas por rochas calcáreas e das mais variadas formas, desde simples entradas subterrâneas até canyons (abismos) de até 250 m de profundidade vertical. É a região de maior concentração de grutas e cavernas do Brasil, sendo um dos maiores sítios geológicos e espeleológicos.

Trilha e Caverna Morro Preto

Passando pela Cachoeira do Couto, uma linda cachoeira formada pelas águas que saem da Caverna do Couto. Com 7 metros de altura e beleza, é ótima para um banho refrescante na piscina natural e na pequena hidromassagem que se forma em sua queda.

Casa de Pedra e Caverna Santo Antônio

Casa de Pedra é a maior boca de Caverna do mundo, com 215 metros de altura.

A caverna Santo Antônio possui uma característica muito interessante, onde seu portal forma uma caveira. Quando no seu interior você olhar para fora, verá nitidamente uma caveira. É o ponto de ressurgência do Rio Maximiniano.

Caverna Santana e Caverna Alambari

A Caverna Santana é a segunda maior caverna do Estado de São Paulo, com 5.040 metros de extensão. A visitação turística é feita em um trecho de 800 metros, facilitado por escadas e pinguelas.

A Trilha para a Caverna Alambari é agradável, possui uma ponte de madeira, chega-se a um centro de apoio, e em menos de 100 metros, chega-se a boca da caverna, mau dá para perceber.

Casario Colonial

Construção de taipa e pau-a-pique representativas dos antigos arraiais de mineração. Tombadas pelo CONDEPHAAT em 1980.

Garimpo de Santo Antônio

Construção de 1576.

Localização: Vale do Ribeirão

Igreja Matriz de Nossa Senhora de Santana

Construção de 1821, seu sino foi confeccinado na Holanda e trazido para Iporanga em 1832.

Localização: Praça Luís Nestlehner, Centro

Museu do Clayton/ Museu Histórico de Iporanga

Acervo: Utensílios do início do século, livros, jornais, documentos, peçassacras, estruturas e pinturas.

Localização: Praça Luís Nestlehner, s/nº, Centro- Tel: 556- 1123

EVENTOS

Festa de N. Sra. Do Livramento

Data: de 31/12 a 02/01

Local: Porto do Ribeira

Festa da Padroeira de Santana

Data: Julho

Local: Igreja Matriz

Festa do Divino Espírito Santo

Data: Julho

Igreja Matriz (local de realização ou início da procissão)

Local: Igreja Matriz

Festa de São José

Data: Março

Festa de São Benedito

Data: Novembro

Recomendações das Almas: 01/11

Via Sacra: Quaresma

Dança de São Gonçalo: ocasional

Originária da época da escravatura. É um misto de fé cristã e misticismo africano, conjugados com uma original e belíssima coreografia.

Malhação de Judas: Sábado Santo

Fandango

Local:Vários

Reveillon

Data: Dezembro

Local: Quadra Municipal

Forró Arrasta-pé/Quadrilha de rua/Quadrilha escolar

Data: junho/julho

Forró Arrasta-pé: Ocasional

Local: Quadra Municipal /escolas

 

Site da cidade

http://www.iporanga.sp.gov.br

 

Fonte

http://citybrazil.uol.com.br/sp/iporanga/index.php

http://www.ferias.tur.br/informacoes/9225/iporanga-sp.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Iporanga

http://www.iporanga.sp.gov.br/index.php?exibir=secoes&ID=49

 
MAIS SOBRE Iporanga:
 
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COMETÁRIOS SOBRE Iporanga:
 
09/06

eu achei boa so falta mais coisas de informaçao tipo falar mais de iporanga das epocas das mineradoras e as serraria que la ja teve e a fabrica de palmito isso faz parte da historia tambem meu email ana_petar78@yahoo.com.br parabens a vcs ok

SPCIDADES: As informações que constam da página de Iporanga foram compiladas da internet. Estamos à disposição da Prefeitura, entidades e moradores para atualizá-las.

Enviado por ana ercilia m guimaraes às 20h19
 
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