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Getulina

Demografia

Dados do Censo - 2000

População Total: 10.370

Urbana: 7.534

Rural: 2.836

Homens: 5.579

Mulheres: 4.791

Densidade demográfica (hab./km²): 15,35

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 14,72

Expectativa de vida (anos): 71,84

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,38

Taxa de Alfabetização: 87,09%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,770

IDH-M Renda: 0,695

IDH-M Longevidade: 0,781

IDH-M Educação: 0,835

(Fonte: IPEADATA)

COMO CHEGAR

Localização

Bauru

Limites

Ao norte: Luiziânia, Alto Alegre, Promissão, Guaiça e Lins - Sul: Marilia - Leste: Guaimbê - Oeste: Pompéia e Queirós.

Distâncias

389 km da Capital

HISTÓRIA DA CIDADE

No início do século, a extensa região atualmente cortada pela Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, figurava nos mapas geográficos  apenas como ZONA DESCONHECIDA.  Por volta de 1890, os paulistas desbravadores já haviam chegado a Bauru e aí pararam; mas só por algum tempo, para se refazer dos esforços e prosseguir a caminhada mata adentro. Insetos famintos e agressivos, habitavam as baixadas sombrias nos beirais de lagoas mortas, nas margens alagadiças dos cursos fluviais, tornando a densa vegetação de árvores colossais, cipós estranguladores e tabocais, intransponível e temerosa. Assim era o SERTÃO DESCONHECIDO DA NOROESTE. Indivíduos mais ousados com grande espírito de aventura, munidos apenas de um facão mateiro ou um trabuco de eficiência duvidosa, empreendiam corajosas entradas, por vezes até o Ribeirão Batalha e até mesmo às margens do Rio Feio, buscando riqueza naturais e solo fértil para abrigar culturas de café, o OURO NEGRO. Para barrar- lhes os passos, havia ainda o maior adversário- o BUGRE - dono imemorial de todas essas paragens. Um projeto do deputado Paulo Cândido apresentado na Câmara Federal, foi o primeiro a propor a construção de uma estrada de ferro – CAMINHO DE FERRO, como era popularmente conhecida - que ligasse a capital do país à cidade do Mato Grosso. E assim, a 15 de novembro de 1904, chegaram à Bauru, homens trazidos de Pederneiras, Agudos e Dois Córregos, que empunhando foices, machados, picaretas, enxadões e os mais variados instrumentos, deram início a abertura da estrada de ferro.Enquanto uma parte dos homens concentrava seu trabalho de abertura das matas ao longo do terreno balizado para o recebimento dos trilhos, outra turma se embrenhava sertão adentro, abrindo os primeiros caminhos da civilização e desvendando os mistérios da ZONA DESCONHECIDA. As dificuldades eram imensas, as febres malignas e os ataques dos índios causavam pesadas baixas na equipe de construção do caminho de ferro.  As  lendas de trucidamento em massa executados pelos índios, que eram transmitidos de pessoa para pessoa, causavam  arrepios nos trabalhadores das turmas, que manejavam as ferramentas em constante estado de alerta. À medida que a estrada avançava, a cor do solo que era branca, foi mudando para vermelha e barrenta, muito adequada à agricultura. O primeiro trecho de 92 km foi inaugurado em setembro de 1906 com a presença do Ministro da Viação, Dr. Lauro Muller, que emprestou seu nome à estação da ponta da linha. No dia em que a turma de trabalhadores chegou às margens do rio Douradinho, em sua confluência com o Córrego Barbosa, efetuaram uma derrubada destinada ao plantio de café. Naquela clareira estava lançado o germe da cidade de ALBUQUERQUE LINS, denominação essa dada em homenagem ao então Presidente do Estado, hoje conhecida simplesmente como LINS. Sinais de queimadas gigantescas eram observadas principalmente nos trechos mais avançados em direção ao rio Feio,  cujas margens eram habitadas pelos índios COROADOS, que se notabilisaram como perversos e briguentos. Pois eram eles que tinham a prática de atear fogo aos campos, como tática para barrar avanços de outros grupos de índios, com os quais viviam em guerra. Duas nações indígenas habitavam essa região: os COROADOS, nome que os homens brancos deram aos índios que tosavam o cabelo a modo dos japoneses e os GUARANIS, que cortavam os cabelos à “Nazareno”. Mencionam- se ainda como nação distinta, os CAIGANGS, mas que alguns historiadores classificam como os mesmos GUARANIS. O dialeto dos CAIGANGS compunha-se de umas 500 palavras, algumas delas adaptadas à nossa língua. Exemplos: Gôio (água), bâguê (grande), nome de um córrego que os brancos modificaram para Goymbê, por fim Guaimbê e que tempos depois iria dar nome à vizinha cidade; Gavanhery e Vencaia eram duas jovens da nação CAIGANG, cujos nomes, inegavelmente bonitos, ficaram eternizados nas denominações de dois córregos, afluentes do rio Feio. Em outubro de 1917, um  grupo  de  engenheiros  dirigidos  por  Florindo Beneducci e chefiados pelo Dr. Aristides Mercês, chegou às margens do Rio Feio para dividir as terras do Espólio do Dr. Bernardino de Campos. Foi justamente nas terras do herdeiro Carlos de Campos que o Dr. Mercês fundou um patrimônio que o tempo se encarregou de chamar GETULINA, em homenagem à companheira do fundador.

Administraçao

prefeito : FABIO AUGUSTO ALVARES

Gentílico: Getulinense

Aniversário da Cidade: 25 de Março

Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Getulina

http://www.ferias.tur.br/informacoes/9155/getulina-sp.html

 
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17/03

quantos habitantes possui GETULINA agora em 2.016

Enviado por lola às 14h17
 
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