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Guapiaçu

Geografia

Localiza-se a uma latitude 20º47'42" sul e a uma longitude 49º13'13" oeste, estando a uma altitude de 505 metros. Sua população estimada em 2004 era de 15.844 habitantes.

CARACTERÍSTICAS

Guapiaçu é um município privilegiado. Tem o ar e a simpatia de cidade pequena do interior e possui equipamentos e patrimônios que pouco ficam a dever aos grandes centros. Se precisar, sua população de menos de 15 mil habitantes está próxima de São José do Rio Preto, o principal centro urbano da região. Faz divisa ainda com Onda Verde, Altair, Olímpia, Uchoa e Cedral. 
O município fica distante da capital 456 km. Seus 323 km² abrigam indústrias de grande porte, extensa rede de comércio e prestadores de serviços e rica atividade agropecuária.
Na área de lazer, realiza uma das mais tradicionais festas do peão do interior paulista.
Para coroar, até o clima tropical ajuda. A temperatura média é de 22 a 23 graus. Conheça Gupiaçu. Vale a pena.

Clima

Tropical

Temperatura Média

24°C

Demografia

Dados do Censo - 2000

População total: 14.086

Urbana: 11.882

Rural: 2.204

Homens: 7.165

Mulheres: 6.921

Densidade demográfica (hab./km²): 43,33

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 8,28

Expectativa de vida (anos): 75,91

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,11

Taxa de alfabetização: 90,26%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,817

IDH-M Renda: 0,741

IDH-M Longevidade: 0,849

IDH-M Educação: 0,860

(Fonte: IPEADATA)

Rodovias

SP-425

BR-265

Distâncias

456 km da Capital

HISTÓRIA DA CIDADE

Antigo povoado de Ribeirão Claro, Guapiaçu ganhou título de Distrito de Paz em 1927, com a lei número 2215, mas só foi instalado em 18 de março do ano seguinte.
A história registra que os primeiros povoadores surgiram no final do século 19. Construíram casas de pau a pique em um pequeno descampado, mais tarde denominado Largo da Igreja. No local, ergueram um cruzeiro, ao lado do qual foi erguida uma pequena capela.
Os primeiros moradores deram ao lugar o nome de São Sebastião do Rio Claro, nome do rio que passava 500 metros abaixo do largo.
Nenhum historiador ou estudioso conseguiu, até hoje, precisar quem foi o fundador do povoado.
Aceita-se a versão, não comprovada, de que o fundador teria sido o coronel José Batista de Lima, grande proprietário de terras na época. Em sua homenagem, moradores antigos ergueram uma estátua de seu busto, na atual praça de São Sebastião.
Oficialmente, sabe-se que o doutor Álvaro Pereira Guedes, agrimensor que morava em São José do Rio Preto, conseguiu, por meio de carta de adjudicação, a posse do quinhão número 24, com uma área de 23 alqueires e 22.465 m², encravada na fazenda Ribeirão Claro, de Venturosa Maria de Jesus.
A carta de adjudicação foi registrada no Cartório Imobiliário da Comarca sob o número 13.193, em 15 de agosto de 1919.
Com o título das terras registradas, doutor Guedes elaborou uma planta de loteamento, reservando uma área no largo da igreja com 113 por 115 m² para doação ao Patrimônio de São Sebastião do Ribeirão Claro. As informações constam do registro número 14.441, de 10 de outubro de 1919.
O antigo largo da igreja é a atual praça São Sebastião, onde está a Igreja Matriz da cidade.
O povoado teve várias denominações desde então: Vila São Sebastião, Nova Petrópolis, São Sebastião do Ribeiro Claro, Ribeirão Claro e Guapiaçu. As denominações oficiais foram somente Ribeirão Claro e Guapiaçu.
Guapiaçu foi elevado à categoria de paróquia de São Sebastião do Ribeirão Claro por um decreto de 14 de fevereiro de 1931, em vigor desde 05 de julho de 1932. O decreto foi assinado pelo bispo dom Lafaieti Libânio. A paróquia foi entregue ao vigário Henrique Ronchant.
A Igreja Matriz foi inaugurada no final de 1938. O vigário era padre Ovídio Simon.
O lugar foi denominado Guapiaçu pela lei 4334, de 30 de novembro de 1944, em vigor a partir de 1.º de janeiro de 1945.
A elevação a município, na mesma comarca, com sede na vila de mesmo nome e com território desmembrado de respectivo distrito, aconteceu em 30 de novembro de 1953, com a lei 2456, em vigor a partir de 1.º de janeiro de 1955. Como município, foi constituído do distrito de Guapiaçu.

Significado do Nome

Guapiaçu , em tupi-guarani, significa Águas Claras.

Aniversário da Cidade 30 de novembro

Fundação: 1 de dezembro de 1959

Gentílico: guapiaçuense

Administração

Prefeito:    CARLOS CESAR ZAITUNE

 

EVENTOS

Calendário Festivo é Rico

- Guapiaçu tem pelo menos três festas tradicionais, já incorporadas ao calendário da região: a do Peão Boiadeiro, a de São Sebastião, padroeiro da cidade, e a do Carnaval de rua.

Festa do Peão Boiadeiro    
- É uma das mais tradicionais da região noroeste paulista. Realizada pela primeira vez na década de 60, todos os anos em agosto atrai milhares de turistas para a cidade. Não é para menos. Além das atrações de montarias, inclui shows com grandes artistas nacionais e dá prêmios milionários, como carros e motos.

Festa de São Sebastião

- A mais antiga festa do município, em homenagem ao seu padroeiro, São Sebastião, é realizada todo ano no mês de fevereiro. Reúne milhares de pessoas, incluindo turistas, em atos religiosos como procissão e animadas quermesses.

Carnaval

- Guapiaçu festeja o Carnaval com festas de salão e de rua. O Carnaval aberto, realizado nas ruas centrais da cidade, atrai foliões de cidades vizinhas. Um dos blocos mais tradicionais é o Barões Libertos.

Fontes

http://pt.wikipedia.org/wiki/Guapiaçu

http://www.guapiacu.sp.gov.br/

http://www.ferias.tur.br/informacoes/9164/guapiacu-sp.html

 
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04/10

Este texto é parte de meu Livro TRAJETÓRIA Site:http://citybrazil.uol.com.br/sp/macedonia/historia-da-cidade Macedônia, localizada na região da Alta Araraquarense, iniciou o seu povoamento antes da chegada dos trilhos da antiga Estrada de Ferro Araraquarense, tendo por eixo a Estrada Boiadeira, onde foram surgindo as fazendas de lavouras e de criação. Dentre os principais povoadores, destacaram-se, saídos de um aldeamento de índios: Antônio Chapéu, João Inácio, Onofre Jacob, João Lalau, Nicola Princi, Marcelino Máximo, Manoel Valentim Gonçalves que, com carros de bois abriram as primeiras estradas de rodagem , Bertino e Quincão, José Marques, Jerônimo Martins de Araújo, Antônio Sartin, Gabriel de Freitas, Inocência de Paula Eduardo, Salustiano Alves Rodrigues, Otogamiz Luiz Arantes e José Princi, proprietário do primeiro estabelecimento comercial. A fundação de Macedônia, entretanto, foi iniciada na fazenda de Inocêncio de Paula Eduardo com o Patrimônio de Ecatu, logo abandonado pela ausência de água no local. Desenvolvida a idéia da criação da cidade em 1946, ergueu-se o cruzeiro de Macedônia e rezou-se a primeira missa campal na antiga Praça São Paulo, hoje Praça Rachel Gauch Macedo. FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA Distrito criado com a denominação de Macedonia, por Lei Estadual nº 233, de 24 de dezembro de 1948, no município de Fernandópolis Fixado o quadro territorial para 1949-1953, o Distrito de Macedonia permanece no Município de Fernandópolis. Permanece no Município de Fernandópolis no quadro fixado pela Lei Estadual nº 2456, de 30-XII-1953 para o período 1954-1958. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01-VII-1960. Elevado à categoria de município com a denominação de Macedonia, por Lei Estadual no 8092, de 28 de fevereiro de 1964, desmembrado de Fernandópolis. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 21 de março de 1965. Em divisão territorial datada de 01-VI-1995, o município é constituído do Distrito Sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999. GENTÍLICO: MACEDONIENSE O PRIMEIRO MORADOR DE MACEDÔNIA Informações enviadas via e-mail pelo Sr. Wilson Alves Garcia O primeiro morador de Macedonia foi Pedro Alves Garcia (vulgo Pedro Andrelino) nascido em Tabapuã em 14-08-1912, casado com Ernestina Maria Alves, tiveram 08 filhos. De Tabapuã mudou-se para Vila Monteiro, depois Igapira, hoje chamada Alvares Florence. Mudaram-se ainda para Anhumas e em 1945, foram para Macedonia. São seus filhos: Aldair Alves Garcia, Athaide Alves Garcia, Altair Alves Garcia, Décio Alves Garcia, Hilda Alves Garcia, Wilson Alves Garcia, Aparecido Alves Garcia e Aparecida Alves Garcia, sendo que últimos três nasceram na Macedonia. O Sr. Pedro Andrelino, frequentava a cidade de Tanabi, onde fazia algumas de suas compras, quando conheceu o Sr. João de Mello Macedo, que era farmacêutico. Numa dessas conversas com o Sr. Macedo, ficou sabendo que ele iria fazer um loteamento na sua fazenda naquela região. Como já morava na Anhumas, interessou-se na compra de um lote, e acabou mudando para esse lugar, depois denominado Macedonia, por causa do nome do Sr. Macedo macedonia 1 Pedro Alves Garcia e seus filhos - defronte a construção onde hoje é o cinema. O Sr. Pedro Andrelino instalou-se naquele lote, como primeiro morador do lugar, construindo ali também o primeiro comércio do vilarejo. Após uns tres anos, chamou seu cunhado Aristeu José Alves, que na época residia em São Paulo, Capital, na Rua Paes Leme, no bairro de Pinheiros, para ser seu sócio em sua venda. Os ônibus que circulavam naquela região faziam parada na venda do Sr. Pedro Andrelino. A sociedade durou pouco mais de um ano, quando foi desfeita. O senhor Aristeu José Alves, já com mais de 30 anos de idade, casou-se e seu cunhado Pedro Andrelino, ajudou-o a montar seu próprio negócio. Montou um bar, que era chamado de Bar do Ponto, e que após algum tempo foi vendido, e o Sr. Aristeu voltou para São Paulo, Capital, onde viera a falecer. O Sr. Pedro Andrelino decidiu aumentar seus negócios e fez uma nova construção, diversificando seus negócios para bar, sorveteria e padaria e, posteriormente, fez nova construção, instalando um cinema, que, após passar a sessão do filme, tirava as cadeiras e o transformava em salão para bailes (forró). Além de seus negócios, Pedro Andrelino, ainda plantava sua roça (arroz, milho e feijão), desde o seu lote até o campo de futebol atual. O anterior ficava onde hoje é a Praça Rachel Gauch Macedo, defronte a igreja. macedonia 2 Pedro Alves Garcia (em pé à direita), Antonio Bertholino Gonçalves (em pé à esquerda), Geraldo Rosa Alves (agachado) e Aparecido Mura, Zuza, Dirce, Duilio e Altair (sentados). Os negócios do Sr. Pedro Andrelino prosperavam. Ele comprou uma chácara, sendo a primeira a ser loteada pelo velho Macedo, esta, localizada na antiga estrada para Mira Estrela. Como todo esse movimento demandava muito trabalho, o Sr. Pedro comprou um gerador elétrico, que além de fornecer energia para as suas necessidades, ainda cedia para outros moradores que chegavam em Macedonia: Carrim Manhanez, Sebastião Olegário, Heitor Alves Rodrigues (irmão Sr. Salustiano), Alipio José Alves ( cunhado de Pedro Andelino), Arthur Betholino, Benedito Pena,Demiciano (sogro do Sr. Lucio Marques), Jacinta (irmã do Sr. Demiciano), Benedito Cassemiro, que viera da Anhumas. macedonia 3 Antonio Bertholino Gonçalves (em pé, de gravata), Altair Alves Garcia (agachado de blusa branca), defronte ao bar onde é a atual praça principal. Outros moradores que moravam nas redondezas: José Nicola Prince, veio da vila Monteiro, indo morar no Córrego das Taboas, perto da fazenda do Sr. Otogamiz, onde estabeleceu sua venda. O Sr. Quincão, morava na Anhuma.O Sr. José Marques, era proprietário de fazenda ao redor de Macedonia. O Sr. Jeronimo Martins de Souza, era fazendeiro na região do Córrego das Pedras, sentido Pedranopolis. O Sr. Antonio Sartim, também era fazendeiro na região do Córrego das Pedras, sentido Pedranópolis. O Sr. Inocêncio de Paula Eduardo foi dono da fazenda do Sr. José Bassam, sentido Corrego da Paca. O Sr. Salustiano Alves Rodrigues, era fazendeiro no Córrego da Taboa, sentido Otogamiz. O Sr. Otogamiz Luiz Arantes, era fazendeiro no sentido Córrego Pádua Diniz. O Sr. Manoel Abóbora, era fazendeiro perto de Mira Estrela. O Sr. Gabriel de Freitas, foi dono do sítio do Sr. Belarmino, que mudou-se para Fernandópolis (era pai dos Srs.Universo, Edu e Pauleta), todos ex-jogadores do antigo Cacique F.C. e depois FeFeCe F.C. O Sr. João Lalau, era filho do vulgo José Vermelho, que viera para Macedonia, muitos anos após ser loteada. O Sr. Armando Areia foi o primeiro dono da máquina que beneficiava arroz, que depois teve outros donos: Antonio Carrasco, Manoel Valentim Gonçalves e ainda Sr. Deocleciano. O Sr. João Inácio, veio morar em Macedonia quando a vila já estava totalmente loteada. O Sr. Victor Luiz Epaminondas (vulgo Vito Preto) era o Administrador da Fazenda do Sr. João de Mello Macedo, que abrangia áreas perto da Anhumas, Barro Preto, Aroeira e Capituva. O Sr. João Alves Rosa (vulgo João Celeiro) que era pai do Sr. Geraldo Alves Rosa, veio para macedonia em l952 e seu filho em 1954. macedonia 4 Wilson Alves Garcia (em pé a esquerda). Da esquerda para a direita atrás do balcão: Athaídes, Altair (de óculos), Ernestina, Pedro Alves Garcia (de chapéu), Aldair e Antonio Bertholino

Enviado por Epitacio Luiz Epaminondas às 21h09
 
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