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TURISMO

Principais Pontos Turísticos:

Parques e Bosques

Bosque dos Alemães

Praça João Lech Jr.
R. Albano de Almeida Lima / R. Barros Monteiro / R. Rocha Camargo / R. João José Tangerino
Horário: das 7h às 18h. 
A área em que atualmente se encontra o “Bosque dos Alemães” foi doada ä Prefeitura de Campinas em 1928 pela San Paulo Land Company Limited, nas proximidades da então “Vila Mac Hardy”; o bosque - um resquício de mata do complexo do planalto central - passava nesta ocasião a integrar o Jardim Guanabara, em formação. No curso das décadas seguintes, a ausência de cercas ou alambrados de proteção, os cortes de algumas árvores e o acúmulo de detritos urbanos danificaram a vegetação criando-se dificuldades de preservação e renovação da cobertura vegetal. No final da década de 1970, no entanto, o “Bosque dos Alemães” mereceria um novo projeto de reurbanização, mais atento aos processos de destruição e ä urgência de se instalar mecanismos de controle e preservação da mata - uma mata que, ainda neste período, mantinha viva cerca de 80% de sua flora nativa (composta de tamboril, guaporuvu, canela-batalha, pau-de-óleo, jequitibá branco ou ainda guaçatanga, cafezinho e manduirana

O Bosque foi cercado por alambrados e controlado por quatro portões de acesso, sendo instalados em seu interior novos equipamentos de lazer “sintonizados” com a paisagem nativa. Neste caso, foram utilizados materiais puros e regionais como o “varvito de itu” no piso, o saibro no parquinho e os troncos de madeira nos bancos; os passeios foram traçados com a intenção de reforçar a percepção da flora; os trabalhos de paisagismo se voltaram para a auxiliar a reprodução das espécies originais. Datada do final da década de 1970, a reurbanização do “Bosque dos Alemães” ou da Praça João Lech Jr nos permite conhecer e nos encantar com uma área de 20.580m2 de bosque, de inigualável significação ambiental.

Bosque Augusto Ruschi

Rua Carlos Roberto Gallo esquina com Avenida Coacyara - DIC I
Horário de funcionamento: diariamente das 6h às 19h O bosque possui área de 26 mil metros quadrados que se distribui em vários níveis. Contribui para o lazer da população local que se beneficia de um contato com a natureza através de seus ipês roxos, jequitibás, acácias e sibipirunas. O parque conta com playgrounds, queda dágua natural, lago com patos, pista de circulação de pedestres, sanitários, minizoológico, equipamentos para ginástica e área para piquenique. Toda a área cercada.

Bosque dos Artistas

Av. Augusto Figueiredo, s/nº, Swift 
Horário: Das 7 às 18 horas 
Área de 7.773 metros quadrados anexa à Sanasa no bairro Swift, sítio que artistas em passagem pela cidade eram convidados a visitar. Os artistas plantavam uma árvore e deixavam suas mãos impressas em placas de cimento.

Bosque dos Cambarás

Rua 15/Rua 23/Rua 13 - DIC V
Horário: das 07h às 18h Ocupando uma área de 58.300 metros quadrados, o bosque foi estruturado a partir de um fragmento de mata nativa remanescente em terreno com características arenosas. Para complementar a vegetação natural, foram plantadas 10 mil mudas de árvores nativas e exóticas, muitas delas típicas de serrados, como o próprio Cambará, que deu nome ao bosque.

O bosque possui parque infantil, quadras poliesportivas, campos de futebol e pista de cooper.

Bosque Chico Mendes

Rua Moscou - Pq. São Quirino
Horário: das 7h às 18h. 
Foi inaugurado no dia 06/05/1995, contando com uma área de 34.000 metros quadrados. O bosque Chico Mendes, homenageia o lider dos seringueiros da Amazônia assassinado no Acre. Possui uma quadra poliesportiva, um mini campo, equipamentos de ginástica, playground, passarela de cimento em toda extensão da área e bancos públicos. O projeto paisagístico englobou, junto com a proteção da mata nativa, a colocação de grama. Canteiros de flores e plantas ornamentais, além do plantio de 3.000 mudas de diversas espécies de árvores como Jequitibás, Caviunas e Jatobás foram acrescentados ao local.

Bosque dos Guarantãs

Rua Vera Cruz, s/nº, Jardim Nova Europa
Fone: 3735-0248 
Horário: Das 7 às 18 horas 
Possui uma área de 87.016 metros quadrados, sendo que 23 mil metros são de mata nativa. O parque possui um lago, com queda dágua, quadras poliesportivas, campo de futebol e pista de cooper.
O parque também tem uma área destinada a piquenique, com churrasqueiras, e playground, além de toda a infra-estrutura necessária, como sanitários e segurança.

Bosque dos Italianos

Praça Samuel Wainer
Rua Dr. Miguel Penteado, s/nº, Jardim Guanabara
Horário: Das 6 às 18 horas. 
A área do popularmente conhecido “Bosque dos Italianos” surgiu dos planos de loteamento do Jardim Chapadão, aprovados pela municipalidade em 1927, sendo que a doação deste terreno ä municipalidade só ocorreu em 1960, denominando-se na ocasião de “Parque 1” do loteamento Jardim Chapadão. Durante muitos anos, esta área coberta de densa vegetação arbórea, arbustiva e forrageira prestou-se a abrigar o “Recanto Infantil n.1” que, por dificuldades diversas, foi fechado para reformas em 1972 e extinto em 1977. A partir de então, coube ao Departamento de Parques e Jardins propor um projeto de reurbanização do Bosque, pretendendo-se associar, ä semelhança do “Bosque dos Alemães”, a criação de um novo espaço de lazer com a preservação e manutenção integral da mata nativa. No final da década de 1970, o “Bosque dos Italianos” recebeu equipamentos de recreação, uma biblioteca e um conjunto de ações que se voltaram ä preservação e manutenção da mata, entre eles a construção de novo sistema de drenagem e o tratamento paisagístico de sua sub-mata (para auxiliar a reprodução vegetal). Com um terreno de 14.411 m2, a atual Praça Samuel Wainer constitui-se em mais uma reserva de mata nativa no coração da cidade de Campinas.

Bosque dos Jequitibás

Rua Cel Quirino, 02 - Bosque
Fone: 3231-8795. 
O Bosque dos Jequitibás é uma das maiores e mais antigas áreas de lazer da cidade de Campinas, visitada anualmente por aproximadamente 1 milhão de pessoas. Adquirido pelo poder público municipal do Sr. Francisco Bueno de Miranda em 1915, este espaço já se constituía uma área de banhos e passeios. Atualmente, com dois alqueires de reserva florestal e mais de 400 espécies cadastradas, o Bosque oferece fontes e bicas de água potável, um zoológico com 600 espécies de aves, répteis e mamíferos (com antas, veados, macacos, chipanzés, leão, hipopótamo, pantera, onça pintada, leopardo, entre outros), uma pista de corrida, trenzinho, quiosques, lanchonetes e playground, a Casa do Caboclo (réplica em pau-a-pique de moradia rural), o Museu de História Natural, o Aquário Municipal e o Teatro Carlos Maia (especializado em teatro infantil). Em sua trajetória centenária de espaço de lazer, o Bosque dos Jequitibás mereceu do CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arquitetônico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo) em 1970, o tombamento de seu zoológico; do CONDEPACC (Conselho de Defesa do Patrimônio Artístico e Cultural de Campinas) em 1993, o tombamento de todo o conjunto e do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) em 1995, o reconhecimento de seu zoológico.

Bosque Yitzhak Rabin

Rua Prof. Ary Monteiro Galvão e rua José Strazzacappa - Jardim Madalena 
Com uma área de aproximadamente 65 mil metros quadrados em desnível acentuado, o parque possui uma pista para caminhadas em torno de uma mata natural, contribuindo para o desenvolvimento de lazer e práticas esportivas em ambiente agradável. Possui lago com queda dágua, playground, pista de corrida, quadras esportivas, mesas de dama e xadrez, mini campo de futebol e sanitários.

Bosque São José

Rua Capistrano de Abreu, s/nº, Vila Lemos
Horário: Das 6 às 18 horas. 
Ocupa uma área de 33.600 metros quadrados, urbanizado desde 1972. O bosque, chamado de Praça Francisco Vivaldi, fica entre as ruas Capistrano de Abreu, Cristovão Bonini, Bauru, Barretos e Serra do Piauí
O bosque possui mata nativa e área de recreação para adultos e crianças, além de toda infra-estrutura necessária.

Parque Ecológico Monsenhor José Salim

Rodovia Heitor Penteado, altura do km 3,2 - Vila Brandina
Fone: 3252-9988. 
Área da antiga fazenda Mato Dentro, depois incorporada ä Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo, como Estação Experimental do Instituto Biólógico (a partir de 1937), e mais recentemente, ä Secretaria do Estado do Meio Ambiente; o Parque Ecológico nasceu de um Decreto do Governo Estadual de 1987 com o propósito de preservar e recuperar valores arquitetônicos e paisagísticos da região. Com uma área de 110 hectares e projeto paisagístico de Roberto Burle Marx, a implantação do Parque Ecológico visou a recuperação e repovoamento vegetal de uma área de 2.850.000 m2 - com 1.100.000 m2 aberta ao público - com espécies da flora brasileira, espécies nativas da região da bacia do rio Piracicaba e algumas espécies exóticas, em especial as palmeiras. O Parque Ecológico abriga também exemplares tombados e restaurados da arquitetura campineira do século XIX, entre eles, o Casarão, a tulha e a capela da antiga Fazenda Mato Dentro, espaços que integram um Museu Histórico Ambiental e o desenvolvimento de diversos programas de educação ambiental. O Parque possui ainda 7 quadras poliesportivas (equipadas com vestiários), campos de futebol soçaite, quadra de bocha e malha, trilhas para caminhadas, pista de cooper, playground, áreas para piquenique, anfiteatro, e dois estacionamentos com capacidade para 1.000 carros.

Parque Ecológico Bosque Hermógenes de Freitas Lei

Av. Luiz de Tella s/nº, Cidade Universitária - Barão Geraldo
Horário de funcionamento: diariamente das 6h às 19h Inaugurado em dezembro de 1996, o bosque possui uma área de 135 mil metros quadrados, com uma lagoa, pista para corridas e caminhadas, bancos para descanso, quiosques com churrasqueiras, mesas e cadeiras, playground, equipamentos para ginástica. O parque possui uma vegetação nativa e exótica e fauna diversificada que permite momentos agradáveis em especial ao entardecer.

Parque Linear Ribeirão das Cabras

Trecho que liga o centro do distrito de Sousas à Estação Ambiental do distrito de Joaquim Egídio. Foi o caminho do bonde da extinta Cia. Ramal Férreo Campineiro, criada em 1894 para ligar o centro de Campinas à Fazenda das Cabras, atendendo na época as necessidades de transporte dos produtos agrícolas das fazendas da região.

Hoje consolidada pela população local como área de caminhadas e passeios, o Parque insere-se nos estudos do plano gestor da Área de Proteção Ambiental Municipal para recuperação da mata ciliar do Ribeirão das Cabras, que se prolonga dentro do contexto paisagístico do parque.

Lago do Café

Av. Heitor Penteado, 2145 - Parque Taquaral - Fone: 3705-8000. 
O área do Lago do Café é remanescente da antiga sesmaria do Sr. Francisco Barreto Leme, fundador oficial da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso em 1774, origem de nossa cidade. Como sesmaria, esta área foi produtora e fornecedora de milho, feijão, cana-de-açúcar e aguardente aos tropeiros que seguiam pela Estrada dos Goiáses rumo as minas de ouro de Goiás e de Mato Grosso. No final do século XVIII, estas terras se voltariam para a produção de açúcar e, em meados do século XIX, para a produção de café, integrando-se a então Fazenda Taquaral a um processo produtivo que em pouco tempo transformaria toda a história do Estado de São Paulo. Já na década de 1940, a crise cafeeira levaria a incorporação de parte da Fazenda Taquaral ao poder da União, e mais particularmente, ao Instituto Brasileiro do Café (IBC), permanecendo estas terras por cerca de 50 anos com a função de pesquisas agrícolas. No início da década de 1990, enfim, a extinção do IBC permitiu um novo repasse: agora na forma de doação (inicialmente em regime de comodato e posteriormente em caráter definitivo) para o Poder Público Municipal, sendo constituído em 1992 o Lago do Café como um dos mais recentes espaços de lazer da cidade. Na atualidade, o Lago do Café, área com 330.000 m2, abriga importantes instituições culturais como o Museu do Café, o Arquivo Público Municipal e o Espaço Permanente de Artesanato.

Lagoa do Taquaral

Parque Portugal
Av. Heitor Penteado, 1671 - Taquaral - Fone: 3256-9959. 
A área popularmente conhecida como “Lagoa do Taquaral” constitui-se um dos mais importantes espaços de lazer da cidade de Campinas. Integrada no passado ä histórica Fazenda Taquaral, os 33 alqueires que compõem esta área foram transformados em Parque no ano de 1972, após aquisição pela Prefeitura Municipal das terras da família Alves de Lima. Destinado ao lazer, a “Lagoa do Taquaral” reúne uma grande variedade de espaços recreativos e culturais, a começar pela Lagoa Isaura Telles Alves de Lima (com pesca permitida nos finais de semana e feriados) que oferece o uso de pedalinhos, visita a uma réplica exata da Caravela Anunciação (nau que trouxe Pedro Alvares Cabral às terras Brasileiras, com 29,65 m de comprimento por 8,64 de altura, 6 velas de tecido com a cruz da Ordem de Cristo ao centro) e espetáculo de “águas dançantes” de uma fonte sonora (nos finais de semana). Já na extensa área verde que rodeia a lagoa principal, encontram-se bosques destinados a piquenique; viveiros de pássaros; área com aparelhos de ginástica; 2 playgrounds, lanchonete, sanitários e um percurso de 3 km de bondinhos (os mesmos que serviram Campinas até 1968). Entre os equipamentos culturais, o Parque Portugal/ Lagoa do Taquaral oferece a Concha Acústica - Auditório Beethoven (com capacidade para 2.000 pessoas); o Museu Dinâmico de Ciência; o Planetário; o relógio solar; o Centro de Vivência dos Idosos (no antigo Ginásio de Bocha ) e a Esplanada das Bandeiras (praça destinada a eventos cívicos e culturais). Entre os equipamentos esportivos, encontram-se o Ginásio de Esportes “Alberto Jordano Ribeiro” (com quadra de volei e basquete); o Balneário Municipal (com 3 três piscinas abertas ao público), uma pista de cooper com extensão de 2.800 m; o kartódromo “Afrânio Ferreira Jr.” (com pista de 800m e curvas sinuosas que atende exigências da Federação Paulista de Automobilismo); uma pista de aeromodelismo; uma ciclovia de aproximadamente 5km; uma pista de patinação (também usada para aulas gratuitas de aeróbica) e 16 quadras poliesportivas.

Pedreira do Chapadão

Praça Ulisses Guimarães
Av. Marechal Rondon / R. Alcides de Carvalho / Olívia Penteado / R. Presidente João Goulart 
Tel.: (19) 3735-0881
Horário: das 7h às 18h 
A praça Ulisses Guimarães, também conhecida como antiga Pedreira do Chapadão, tem cerca de 130 mil metros quadrados. Além de uma praça central para shows, há outras atrações, como espelho dágua com cascata, canteiros e plantas, pista de cooper e ciclismo.
Em 16 de dezembro de 1994, foi inaugurado o Memorial Ulisses Guimarães. A escultura é composta por cerca de 2.000 chapas de aço recortadas e soldadas, formando o conjunto que pesa 2,5 toneladas, com 13 metros de altura.
Faz parte do conjunto, uma frase de Ulisses Guimarães, marcada no chão e na parede de pedra. Nós não viemos aqui para ter medo. A obra é do escultor Fábio Penteado.

Mata Santa Genebra

Rodovia Campinas - Paulínia (SP332) 
A Reserva Florestal doada à cidade de Campinas é um resquício de Mata Atlântica composto por 660 espécies vegetais e 885 espécies animais, numa área de 251 hectares. Administrada pela fundação José Pedro de Oliveira, a Reserva Florestal de Santa Genebra foi declarada ARIE - Área de Relevante Interesse Ecológico pelo Governo Federal em 1985, tendo sido tombada em 1983 pelo Condephatt (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo), e pelo Condepacc (Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas) em 1992 tem acesso restrito a pesquisadores e à educação ambiental monitorada.

A Fundação desenvolve projetos visando a preservação da área e envolve a comunidade através da educação ambiental voltada para alunos das escolas da rede pública e privada, bem como instituições e entidades.

Instalado em uma área de 3 mil metros quadrados, o Borboletário é um complexo composto por um viveiro de borboletas, uma casa de criação, um jardim e um pequeno viveiro de plantas utilizadas para a alimentação das lagartas, permitindo a criação e monitoramento das mais de 600 espécies existentes no local. Essa abundância é justificada pela biodiversidade existente na Reserva.

O Viveiro conta atualmente com mais de 3.000 mudas de espécies nativas e o projeto de reflorestamento desenvolve um trabalho de recuperação das áreas degradadas.

As visitas monitoradas acontecem no último sábado de cada mês às 9h e às 10h30. A entrada é franca e é obrigatório o uso de calça comprida e calçado fechado.

Largos e Praças

Largos das Andorinhas

Localizado entre as ruas Thomaz Alves, Benjamin Constant e a Avenida Anchieta, o Largo das Andorinhas era conhecido primitivamente como Largo do Pelourinho, porque o tronco onde eram castigados os escravos ficava na Praça da Matriz Velha, possivelmente no cruzamento das ruas Barão de Jaguara e Benjamin Constant, a uma distância aproximada de 200 metros do Largo.
Testemunho de uma Campinas de fins do período imperial, esta praça possui 1.700 metros quadrados e teve vários nomes até 1945, quando foi assinado pelo prefeito Joaquim de Castro Tibiriçá o Decreto-Lei nº 311, que a denominou Largo das Andorinhas. 
O nome é uma referência a um mercado de hortaliças edificado em agosto de 1886, nas proximidades da praça, e demolido em abril de 1956, o qual, depois de perder seu uso comercial (em 1908, com a inauguração do novo mercado na praça Corrêa de Melo) foi tomado pelas andorinhas durante longos anos, ficando popularmente conhecido como Casa das Andorinhas.

Largo do Pará

Localizado entre as ruas Barão de Jaguará e Duque de Caxias e avenidas Francisco Glicério e Aquidabã, o Largo do Pará possui uma área de 9.930 metros quadrados, com coreto, chafariz e playground. 
O Largo do Pará teve vários nomes ao longo de sua história, sendo a primeira delas Independência, no ano de 1848.

A denominação Pará foi dada pela Câmara Municipal em 1896, em homenagem ao maestro Carlos Gomes, cidade onde morou e faleceu. O nome substituiu a então denominação Largo do Tanquinho. Em 1927, por ocasião do bicentenário do café, o Largo do Pará recebeu um monumento em homenagem ao café, já que Campinas foi o mais importante centro produtor de café do país.

Finalmente, depois de receber diversas outras denominações, a nomenclatura Pará voltou a designar o Largo, conforme Lei nº 515, de abril de 1937. 
Por medidas de ordem sanitária e também em razão da modernização urbanística da cidade, o Largo do Pará foi arborizado e ajardinado em 1899, contornando-se assim os constantes carreamentos de terra provocados por chuvas fortes, ao mesmo tempo em que se marcava uma nova concepção de espaço público, pautada pela sociabilidade laica e autônoma dos jardins, expressão-síntese da vida burguesa, urbana, industrial e moderna.

Largo do Rosário

Praça Visconde de Indaiatuba
Era conhecida como Pátio do Rosário devido à Igreja do Rosário, ali existente desde 1817. Sempre foi um local de festividades, como as cavalhadas e solenidades públicas, como as festas em homenagem ao imperador Dom Pedro II em suas visitas a Campinas em 1848, 1875 e 1878. Joaquim Bonifácio do Amaral, o Visconde de Indaiatuba, construiu nas proximidades, um sobrado imponente, onde hospedou o imperador nas suas visitas de 1875 e 1878.

A denominação de Praça Visconde de Indaiatuba ocorreu em 31 de janeiro de 1887 em homenagem a um dos fundadores do Colégio Culto a Ciência.O largo era um ponto de tílburis (antigos carros puxados por um cavalo) e local de grande circulação.

Em 1854 a Câmara Municipal determinava ser o Pátio do Rosário local de feiras livres. Foi na segunda metade do século XIX que a praça ganhou um projeto paisagístico, com a plantação de árvores e construção de um jardim que depois foram arrancadas para dar lugar ao busto de Campos Sales, mais tarde removido para o início da avenida com seu nome.

Em 1956 o plano de urbanização de Prestes Maia previu o alargamento da Avenida Francisco Glicério resultando na demolição da Igreja do Rosário. Durante toda a sua existência o Largo do Rosário foi alvo de muitas modificações, mas sempre foi e continua sendo um dos principais pontos de reunião do centro da cidade.

Praça Bento Quirino

Localizada entre as ruas Barreto Leme, Sacramento, Barão de Jaguara e Av. Benjamin Constant, na região do marco zero da Vila de São Carlos, a Praça Bento Quirino é portadora das marcas históricas mais antigas de Campinas.

Testemunho da transformação de Campinas de bairro rural em Freguesia (1774), foi nas suas imediações que, no último quarto do século XVIII, desenhou-se o traçado das primeiras ruas (então denominadas rua de baixo, rua do meio e rua de cima) do povoado. Neste momento começava a se implantar na região, grandes propriedades monocultoras, escravocratas e de caráter mercantil, voltadas para a produção de açúcar. 
Entre as praças Bento Quirino e Antonio Pompeo (pequeno jardim localizado entre o Jockey Club e a Rua Tomás Alves), delimitou-se o centro tradicional da cidade, instalando-se nesta área a primeira igreja matriz, o cemitério e os principais edifícios da Freguesia.

Na atual Praça Bento Quirino é ainda possível ver dois monumentos importantes: o monumento-túmulo de Carlos Gomes, obra do escultor Rodolfo Bernadelli, (há uma cópia desse monumento defronte ao Teatro Municipal do Rio de Janeiro) e o monumento a Bento Quirino, obra do escultor Zeni, executada no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo

Praça Carlos Gomes

Av. Irmã Serafina - Centro
O local recebeu o nome de Carlos Gomes em 1.880, mas era utilizado na época por lavadeiras que estendiam roupas pelo capinzal depois de lavá-las no chafariz da praça. Ainda hoje é uma das áreas de lazer no Centro de Campinas.

Em 1.883, foram compradas 100 palmeiras imperiais e plantadas ao redor da praça. Em 1.914, foi realizado o nivelamento e ajardinamento, bem como a construção do coreto. Começaram os primeiros concertos populares de bandas e ficou sendo o lugar preferido das famílias de Campinas.

Há no jardim dois monumentos. Um faz homenagem à Rui Barbosa e outro, à Thomás Alves. O primeiro é feito em bronze sobre pedestal de granito rosa. É uma obra do escultor italiano Ettore Ximenes.

Já o de Thomás Alves é monumento de granito rosa, onde figura um pórtico ou exedra, tendo o busto em bronze do homenageado e mais três alegorias que representam respectivamente, a cidade de Campinas, a Medicina e a Gratidão. A obra é do escultor Marcelino Velez.

Museus

Museus do Café

Avenida Heitor Penteado, 2145, Lago do Café
Telefone: (19) 3296-1104
Horário de Funcionamento: Das 10:00 as 18:00h, de Terça a Domingo
Monitoria para grupos com agendamento prévio 
O Museu do Café pretende preservar e difundir a memória da cultura cafeeira em Campinas, buscada por meio das relações de trabalho, tendo como protagonistas os trabalhadores escravos, livres, libertos, migrantes, imigrantes, seus conflitos e suas conquistas.

Dentro de uma nova concepção, o Museu do Café, procura desempenhar sua função social contribuindo para a compreensão da sociedade onde está inserido, trabalhando diversos aspectos da história da economia cafeeira, abordando problemas sociais e aspectos culturais de uma coletividade, envolvendo personagens anônimos e heróis fabricados, personagens e histórias considerados importantes oficialmente e os excluídos do processo histórico.

Museu Dinâmico de Ciências

Av. Heitor Penteado, s/nº- Parque Portugal (Lagoa do Taquaral)
Telefones: (19) 3255-1123, 3252-2598 e 3294-5596
Horário de funcionamento: domingo das 15h30 às 17h, de 2ª a 6ª sob agendamento escolar 
O MDCC foi criado a partir de um convênio entre a Prefeitura Municipal de Campinas, UNICAMP, FUNCAMP e ACIESP. Em 28 de outubro de 1987 foram inaugurados o Planetário de Campinas e os Laboratórios Didáticos que constituem as instalações físicas do museu. O museu oferece diversas atividades para escolas, além de sessões escolares no Planetário. São também ministrados cursos, palestras e exposições para o público em geral, bem como cursos e oficinas para professores.

Museu da Cidade

Av. Andrade Neves, 33 - Centro - Fone: 3231-3387. 
Foi criado em 1992 para reunir acervos de três museus até então existentes na cidade: O Museu do Índio, criado em 1967, O Museu Histórico de 1969 e o Museu do Folclore de 1977.
O novo museu foi instalado em um edifício do final do século XIX (1886), originalmente construído para abrigar as oficinas da Lidgerwood Manufacturing Co. Ltd. A indústria produtora de máquinas e implementos agrícolas funcionou no local até 1922.
Em 1990, este prédio foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas e restaurado para tornar-se sede do museu. Desde sua fundação, o Museu da Cidade vem desenvolvendo um conjunto de atividades voltadas para a reflexão e o debate sobre a trajetória histórica da cidade.
Além disso, são organizadas exposições itinerantes, cursos, oficinas, performances teatrais, seminários, palestras, ciclos de vídeos e lançamentos de livros.

Museu da Imagem e do Som

MIS e Centro de Documentação
Palácio dos Azulejos)
Rua Regente Feijó, 859 - Centro
Atendimento previamente agendado telefone: (19) 3735-0806 
Horário de funcionamento: 2ª a 6ª, das 9 às 17h 
O MIS, Museu da Imagem e do Som de Campinas foi fundado em 1975 e, desde então, vem captando, organizando, preservando e divulgando registros iconográficos que documentam a história social e cultural de Campinas. Além destes registros, possui um acervo material, constituído por equipamentos exemplares do desenvolvimento e do uso da tecnologia audiovisual.
O Museu está estruturado nos seguintes setores: fotografia, vídeo, cinema e música. Uma biblioteca, com aproximadamente 3 mil publicações, entre livros, revistas, partituras e catálogos de temas históricos e técnicos está sendo organizada e também poderá ser consultada por pesquisadores e interessados em geral.
O setor de fotografia possui mais de 10 mil imagens que registram a memória iconográfica da cidade.
O acervo do setor de música possui aproximadamente 20 mil discos, formado, predominantemente, por clássicos e óperas. A mais significativa coleção é “Rinaldo Ciasca”, composta de 12 mil peças doadas recentemente pela família do colecionador, que foi o idealizador da organização do acervo discográfico do Museu. 
Todos os setores desenvolvem programas de ação que visam o registro de fatos e eventos relacionados à vida cultural e histórica de Campinas. O setor de vídeo, especificamente, desenvolve ainda dois programas distintos:
*Programa Pedagogia da Imagem que tem por finalidade realizar, em conjunto com a comunidade, estudo e discussão crítica sobre a linguagem audiovisual. As atividades desenvolvidas são Teledebates e Assessoria na produção de vídeos comunitários.
*Programa de História Oral que realiza pesquisas utilizando a metodologia da história oral. As linhas de pesquisa desenvolvidas são Memória das Lutas Sociais em Campinas e História Cultural, Científica e Artística de Campinas.

Museu de História Natural e Aquário Municipal

Bosque dos Jequitibás
Rua Coronel Quirino, 2 
Telefones: (19) 3295-5850 e 3251-1989
Horário de funcionamento: terça a domingo e feriados das 9 às 12h e das 13 às 17h45
Ingresso: R$1,00 válido para o Museu de História Natural e Aquário Municipal. 
Crianças até 6 anos, maiores de 60 anos, portadores de deficiência, escolas estaduais e municipais mediante apresentação de ofício em papel timbrado e assinado pelo(a) diretor(a), e entidades filantrópicas mediante apresentação de ofício em papel timbrado com o número da inscrição de filantropia ficam isentos do ingresso. 
Museu de História Natural

O Museu de História Natural, localizado no Bosque dos Jequitibás, foi criado em 1937 na administração de Alves dos Santos e fundado por Max Wúnsche que, além de consruir um acervo representativo da fauna brasileira e de outras regiões do mundo, montou um setor de taxidermia, para a conservação e ampliação do acervo.

Em 1987, houve uma nova reformulação física e estrutural em cooperação com o Departamento de Zoologia da Unicamp, cujo objetivo era difundir conhecimentos sobre a fauna e flora, promovendo sua conservação e desenvolvendo programas de Educação Ambiental e Biologia para crianças, professores e público em geral.

O Museu possui um acervo de 2.050 peças, incluindo 393 mamíferos, 475 aves, 187 répteis, 178 peixes, 790 insetos e 144 demais invertebrados. Destas, 346 podem ser vistas pelo público pois estão expostas em vitrines que representam os diferentes ecossistemas brasileiros, e outras específicas como: animais venenosos, aves diversidade, extinção, botânica, defesa, predação, reino animal, teratogênese. Há também uma parte do acervo, não-registrada, que inclui fósseis e minerais.

Aquário Municipal

O Aquário Municipal de Campinas, com uma área de 200m2, situa-se dentro do Bosque dos Jequitibás, e foi fundado em 1992 pelo biólogo Flávio Jorge Abrão.

É o único no Brasil a apresentar de forma didática a evolução do reino animal, mostrando os principais filos, desde os invertebrados marinhos até os vertebrados, como: poríferos, celenterados, anelidas, moluscas, crustáceos, aracnídeos, equinodermas, peixes cartilaginosos, peixes ósseos, anfíbios até répteis. Os animais estão expostos em 49 aquários e 9 terrários, em uma rica fauna marinha, dulcícola e terrestre.
As visitas realizadas pelas escolas não necessitam de agendamento, já atividades monitoradas devem ser agendadas com um mês de antecedência pelo telefones (19) 3295-5850 ou 3251-1989.

O Aquário possui aproximadamente 200 espécies de animais vivos, dentre elas anêmonas, cipréia, caranguejo aranha, camarão palhaço, escorpião, aranha caranguejeira, estrela do mar, cavalo marinho, tubarão lixa, moreia, peixe leão, baiacu, oscar, neon, axolotle, tartaruga de ouvido vermelho, coral, jibóia e cascavel.
Os locais contam também com: Programa de Educação Ambiental; atividades para a Rede Escolar; curso de Ecologia de Férias; oficinas para professores; atividades para Portadores de Deficiência e empréstimo de material

Museu Carlos Gomes

Rua Bemardino de Campos, 989 - Centro
Fone: 3231-2567 
Seu acervo reune objetos pessoais, peças diversas, o piano e instrumentos do compositor Carlos Gomes, que projetou Campinas, no cenário mundial. Tem coma finalidade preservar a vida e a obra da família, que deu início ao ensino da mùsica na cidade. Guarda inúmeras partituras de Manoel Carlos e Santana Gomes, respectivamente pai e irmão do referido músico.

Monumentos

Monumento Túmulo à Carlos Gomes

Praça Antônio Pompeo - Centro 
Monumento-túmulo de granito ostentando em corpo inteiro a estátua em bronze do maestro, que se apresenta em atitude de regente de orquestra. Na base, uma figura de mulher, também em bronze, representa a cidade de Campinas. Obra do escultor Rodolfo Bernadelli.

Antônio Carlos Gomes nasceu em Campinas em 11 de julho de 1836. Filho e irmão de maestros, desde cedo revelou seus pendores musicais. Estimulado e amparado pelo Imperador D. Pedro II, frequentou o Conservatório Musical do Rio de Janeiro. Em 1861 regeu sua primeira ópera A Noite do Castelo. Ainda no Rio de Janeiro compôs a sua segunda ópera, Joana de Flandres (1863), obtendo então, uma bolsa para estudar na Itália. Diplomou-se como maestro-compositor no Conservatório de Milão em 1866. Alcançou o ápice da carreira artística com sua ópera o Guarani, levada à cena no teatro Scala de Milão, em 1870. Escreveu ainda notáveis peças musicais, como as óperas Fosca (1873), Salvador Rosa (1874), Maria Tudor (1878), O Escravo (1.889), Condor (1891) e o poema Colombo (1892). Ë considerado o maior gênio musical das Américas. Morreu em Belém do Pará em 16 de setembro de 1.896, sendo seu corpo conduzido para Campinas e aqui enterrado em seu monumento-túmulo em 2 de julho de 1905.

Monumento ao Bicentenário de Campinas

Av. Anchieta - Largo das Andorinhas - Centro 
Concebido pelo escultor Lélio Coluccini, para situar-se no antigo Largo das Andorinhas. Executado em concreto aparente, possui em sua parte frontal uma figura coroada de mulher em bronze, segurando o brasão de Campinas. A figura representa a Princesa do Oeste, que tem o coração aberto a quantos procurarem a cidade e a todos os seus filhos. O pilar básico possui a data de fundação da cidade em sua base e a do bicentenário em seu cimo, em bronze.

Monumento a Campos Sales

Início da Av. Campos Sales - Centro 
Grande monumento de granito cinza com colunas simbólicas e figuras em bronze representando algumas características do governo do homenageado, isto é, a harmonia, o crédito e a abundância. Há também, alegorias representando a lei, o trabalho e a vitória da República. Bem na frente está a figura em bronze de Campos Sales, em atitude que lhe era peculiar. Obra executada pelo escultor, Iolando Mallozi. Inaugurado em 8 de agosto de 1934 na praça Visconde de Indaiatuba (Largo do Rosário), sendo posteriormente o monumento daí removido para o início da Avenida Campos Sales. Manoel Ferraz de Campos Sales nasceu em Campinas em 13 de fevereiro de 1841. Foi advogado, jornalista, vereador à Câmara Municipal de Campinas. Participou ativamente da propaganda Republicana e foi deputado provincial, deputado geral, abolicionista, Ministro da Justiça do governo Provisório Republicano e Presidente da República no quatriênio 1898-1902, destacando-se como restaurador das finanças nacionais.

Monumento a Bento Quirino

Praça Bento Quirino - Centro 
Estátua em bronze sobre pedestal de granito cinza. Obra do escultor Amadeu Zeni, executada no Liceu de Artes e Ofício de São Paulo. Inaugurado em 18 de abril de 1918 no saguão do antigo Instituto Profissional Bento Quirino, hoje denominado Escola Profissional Bento Quirino, edifício atualmente ocupado pelo Colégio Técnico da Unicamp e depois transferido para a praça em seu nome, em 18 de abril de 1937, quando do centenário de seu nascimento. Bento Quirino dos Santos nasceu e morreu em Campinas. Comerciante abastado, prestou relevantes serviços à população por ocasião da epidemia de febre amarela, no final do século XIX. Presidente da Cia Mogiana de Estrada de Ferro. Filantropo, colaborou na fundação da Santa Casa de Misericórdia de Campinas, da qual foi provedor e grande benemérito. Fundou e presidiu a Cia Campineira de Águas e Esgotos e a Cia Campineira de Iluminação à Gás. Abolicionista, republicano, foi delegado de polícia de Campinas após a proclamação da República. Participou da Convenção Republicana de Itú em 1873. Juiz de Paz em Campinas. Vereador à Câmara Municipal e co-fundador do Clube Semanal de Cultura Artística.

Monumento à Fundação de Campinas

Largo do Rosário 
Obra do escultor Lélio Coluccini. Oito blocos disposto em ligeiro semi-círculo, todos em granito cinza, traduzindo a homenagem da cidade ao fundador Barreto Leme e a colaboradores na fundação de Campinas. Inaugurado em 15 de dezembro de 1957.

Bibliotecas

Biblioteca Ernesto Manoel Zink

Av. Benjamin Constant, 1633 - Centro
Telefones: (19) 3735-0423, 0780 e 0389
Horário de funcionamento: de 2ª a 6ª, das 8h30 às 17h. 
Inaugurada em 15 de setembro de 1946, tem como missão reunir, tratar, preservar e difundir o patrimônio histórico e cultural acumulado, e em especial o que retrata a memória de Campinas, garantindo à população o direito de acesso e uso gratuito da informação.

O acervo da Biblioteca Ernesto Manoel Zink é recheado de obras raras. Numa sala reservada da biblioteca geral estão arquivados livros, revistas e outras preciosidades literárias, que se prestam à pesquisa ou a simples curiosidade daqueles que desejam desvendar as publicações de décadas passadas.

As 700 pessoas que circulam diariamente pela biblioteca, no período de aulas, podem usufruir do conteúdo dos diversos acervos, inclusive destes que possuem obras raras e publicações de autores campineiros.

Na coleção de obras raras, há 2.600 volumes, onde se encontram revistas publicadas em Campinas, como Roteiro Semanal em Campinas, de 1958, A Ronda e A Onda, da década de 20. Há também fotonovelas e álbuns de figurinhas; diversos livros de histórias infantis em russo, revistas em japonês e cartilhas de alfabetização da década de 40 e até mesmo anterior.

A coleção de obras de autores campineiros tem 1603 títulos. Lá está a coleção completa de Guilherme de Almeida, inclusive o seu mais famoso livro: O Messidor. Há também a obra completa da História da Cidade de Campinas de Jolumá Brito.

A Biblioteca também oferece atividades culturais diversificadas como oficinas de tai-chi-chuan, arteterapia para crianças, jovens e terceira idade; Feirão das Trocas(livros, gibis e revistas), exposições, debates sobre os clássicos da literatura, saraus e workshops.

Biblioteca Pública Distrital de Sousas Guilherme D

Rua Maneco Rosa, 55/63 - Sousas
Telefone: (19) 3258-4515
Horário de funcionamento: de 2ª a 6ª das 8h30 às 12h e das 13h30 às 16h30. 
Local foi inaugurado em 14 de novembro de 1966 numa sala da subprefeitura 
A Biblioteca Pública Distrital de Sousas Guilherme de Almeida foi criada em agosto de 1963 pela Lei nº 2876 e inaugurada em 14 de novembro de 1966, numa sala da subprefeitura de Sousas, tendo como primeira bibliotecária Zuleika de Godoy Gomes.
A biblioteca atua como mediadora entre a informação e a comunidade, no sentido de coletar, processar, preservar, disseminar e disponibilizar aos usuários por meio de colações e serviços.

Também busca suprir as necessidades de conhecimento da população, mais especificamente dos distritos de Sousas e Joaquim Egídio, desenvolvendo ações de orientação, educação, lazer e cultura, contribuindo para e com a preservação da memória local e para incentivo à leitura e a formação de leitores.

Além de livros, a biblioteca possui assinaturas de jornais e revistas: Caros Amigos, Época, Globo Rural, Isto é, Nova Escola, Veja, O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo. Em fevereiro deste ano, atendeu a 88 pessoas no Setor Circulante e?realizou cinco novas inscrições. O número de atendimentos no Setor Permanente foi 62 e nos periódicos, 50 num total de 205 atendimentos a usuários.

Biblioteca Pública Joaquim de Castro Tibiriça

Rua Quintino Bocaiúva, s/nº - Praça da Ópera Salvador Rosa - Bonfim
Telefone: (19) 3241-5507
Horário de funcionamento: de 2ª a 6ª das 8h30 às 12h e das 13h30 às 16h30. 
A Biblioteca Joaquim de Castro Tibiriçá foi fundada em 7 de novembro de 197676 e, em 13 de outubro de 1977, pelo decreto nº 5253, foi denominada Joaquim de Castro Tibiriçá em homenagem ao prefeito que, durante a sua administração (1945-1947), criou e instalou a primeira biblioteca em Campinas.

Desenvolver a atração no usuário de forma a mostrar os diferentes usos da biblioteca é sua principal missão. Além disso, objetiva permitir, por meio da educação contínua, a superação constante de conhecimentos, tornando os indivíduos aptos a gerir e gerar seu desenvolvimento escolher e decidir suas possibilidades, e manter e apresentar a memória local de onde está inserida.

As visitas são feitas sem agendamento prévio, somente obedecendo ao horário de atendimento. Para o acesso ao Setor Circulante (empréstimo), a exigência é a apresentação da carteirinha de usuário feita na biblioteca, mediante a apresentação da seguinte documentação: (1 foto, comprovante de residência e RG). Nos demais setores, não há nenhuma exigência para utilização dos serviços.

A Biblioteca, por meio de seus setores, disponibiliza o acervo de 12.631 volumes para atendimento ao usuário nas formas de consulta, ou empréstimo.
O acervo é composto em grande parte de doações da própria comunidade, e de permuta entre as bibliotecas públicas de duplicatas. Inclui livros de todas as áreas do conhecimento, mas principalmente de literatura nacional e estrangeira. Mediante a apresentação de documentação necessária, a biblioteca empresta livros mediante cadastro ao público pelo prazo de 15 dias.

Mantém um serviço de troca de livros didáticos no início de cada ano, e empresta através do Setor de Circulação, livros didáticos.

Aeroporto Inter Viracopos 

Localização: Rodovia Santos Dumont, 66- Bairro: Jardim Itatinga  
Fone: (19)-3725-5737 

 EVENTOS

Campanha de Teatro de Campinas

Data: Janeiro

Lavagem da Escadaria da Catedral Metropolitana

Data: Abril

Movimento Valeu Senna

Exposição e desfile de carros antigos
Localização: Kartódromo.
Data: 1º de Maio

Semana Guilherme de Almeida

Homenagens ao poeta de São Paulo
Data: Maio

Feira de Arte e Artesanato

Data: Julho

Feira de Quitutes

Data: Julho

Férias do Parque

Data: Julho

Exposição de Carros Antigos

Data: Julho

Garçon Cross

Prova de destreza e habilidade de garçons e garçonetes
Data: Julho

Semana do Folclore

Data: 3ª semana de Agosto

Concurso de Fotos Turísticas

Data: Agosto

Semana Carlos Gomes

Apresentação de orquestras e corais
Data: 11 a 16 de Setembro

Semana da Criança

Data: 1ª quinzena de Outubro

Concurso de Desenho Infantil Turístico

Data: Outubro

Festival da Primavera

Data: Outubro

Consciência Negra

Data: Novembro

Feira de Natal

Localização:  Praça Inprensa Fluminense
Data: 1º a 24 de Dezembro

Procissão de Nossa Senhora da Conceição

Data: Dezembro

Concerto de Natal dos Corais

Data: Dezembro 

 
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COMETÁRIOS SOBRE Campinas:
 
04/01

Morei em Vitória Brasil até meus doze anos de idade sou neta de Onestal Rodrigues Magalhães e gostaria que alguém me ajudasse a conversar com o administrador semiiterio pois passei no cemitério e vi algo na cova da minha mãe que gostaria de ser resolvido o nome da minha mãe é Ercília Batista Guimarães

Enviado por Ana Diva Rodrigues Magalhães às 18h27
03/07

Cidade boa para cicloturismo , com o fim da estrada de ferro para passageiros é mais uma cidade que das muitas no Brasil parou no tempo.

Enviado por antonio carlos piccolo às 21h25
15/09

casa branca foi na minha infancia o melhor lugar que existiu. sou campineiro com 59 anos mas me considero casabranquence de coração.

Enviado por jose roberto diniz às 04h14
20/04

gostaria de saber onde pescar lambari em campinas sp

Enviado por jose roberto diniz às 09h39
20/04

gostaria de saber onde pescar lambari em campinas sp

Enviado por anonimo às 09h39
30/03

Ola boa tarde eu. daniel. mori. em drobrada. eu. quero Acha uma loja de roupa

Enviado por daniel às 12h42
11/03

Boa Tarde, gostaria de saber como faço pra chegar a cidade de Iaras saíndo da cida de de Campinas - SP, vou de carro, desde já agradeço a atenção.

Olá Juliana!

CLIQUE AQUI E VEJA O MAPA

Enviado por Juliana às 10h56
02/02

(sem comentários)

Enviado por antonio carlos guees às 11h22
03/09

eu gostaria de conhecer esta cidade pois quando ainda era fazenda foi do meu bisavo joão parizi

Enviado por augusto aparecido ferreira às 10h49
14/01

Bom dia. Faço Assessoria Tecnica Escolar (particular) para Instituiçao que querem ser independente. EX: Faço Regimento Escolar, Proposta Pedagogica e Planos de Cursos para serem entregues nos Òrgaos competentes e, acompanho tramitaçao ate serem deferidos; Tel: (21) 96184869 Heloiza

Enviado por Heloiza Duarte às 10h35
 
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