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TURISMO

Aqui você irá encontrar textos e fotos sugerindo locais para a visitação. Inicialmente, será dada prioridade para os aspectos culturais de Bananal, não invalidando que sejam abordados locais meramente marcados por sua beleza natural ou potencial turístico.

Igreja Nossa Senhora do Rosário

De planta retangular e arquitetura simples, esta igreja tem data de construção incerta, sendo citada em documentos de meados do século XIX. Praça João Rubião Júnior

Igreja Nossa Senhora da Glória e Boa Morte

Existente desde o século passado, foi reformada várias vezes e até reconstruída. O atual edifício tem importância histórica e principalmente paisagística. Rua Coronel João Ramos Nogueira Fragoso.

Estação da Estrada de Ferro

Inaugurada em 03 de Janeiro de 1889, a estação de Bananal é um prédio de excepcional interesse como construção metálica, sendo o único no gênero na América Latina. Foi importada da Bélgica e é representativa da pré-fabricação em aço possibilitada com a Revolução industrial. O ramal da estrada de ferro foi desativado em 1963, abriga hoje a Biblioteca Municipal “Professora Francisca Eugenia de Barros Paula”, o Arquivo Histórico e a Rodoviária. É um dos mais valiosos acervos de Bananal.

Fazenda Boa Vista

Teve origem da Sesmaria da Água Comprida em fins do século XVIII. Sede das fazendas do Comendador Luciano José de Almeida, foi a maior produtora de café do município. Em 1948 hospedou o Barão de Caxias e restabeleceu suas tropas a caminho da Silveiras um dos focos da rebelião liberal. Hoje é Hotel Fazenda Boa Vista, guardando ainda alguns resquícios do passado. Distante 12 km da sede.

Fazenda Resgate

Fundada em princípio do século passado por Inácio Gabriel Monteiro de Barros, foi à fazenda principal do Comendador Aguiar Vallin. Possui salões e capelas decorados pelo pintor espanhol José Maria Villaronga, admiravelmente restaurada e conservada pelos atuais proprietários. Bem, tombado pelo CONDEPHAAT.
Localizada a 8 km da sede. Fone: (12) 3116-1577

Fazenda Independência

A Fazenda Independência teve origem em 1822 e batizada em homenagem a nossa emancipação política, desmembrada da sesmaria do Padre Antônio Cruz. Hoje, completamente restaurada, esta neoclássica transformou-se numa pousada extremamente elegante e com bom gosto em todos os detalhes. Algumas de suas suítes foram construídas onde era a senzala doméstica e o restaurante no local onde se beneficiava o café. Se hospedar na Independência é ter a oportunidade de vivenciar bem de perto parte da História do Brasil, seja nos moveis e objetos espalhados pela casa, ou em algum passeio a pé ou a cavalo na própria propriedade.

Fazenda Três Barras

Em 1822 hospedou o príncipe D. Pedro em suas viagem à São Paulo que culminou com o grito do Ipiranga. Hoje, sem o esplendor de outrora, mas ainda muito bonita, transformou-se em Hotel-Fazenda; Hotel Fazenda Três Barras. Conserva ainda muito do seu passado, como por exemplo, o aposento duplo usado pelo Príncipe D. Pedro, com os móveis da época. Neste aposento dormiu também Juscelino K. de Oliveira quando Presidente da República, numa visita à Bananal. O restante da casa (parte interna) sofreu modificações. Localizada a 6 km da sede.

Fazenda dos Coqueiros

A Fazenda dos Coqueiros foi uma das antigas grandes fortunas do ciclo do café, mantendo sua estrutura antiga e conservada como no século passado. Foi construída em 1855 pelo Major Cândido Ribeiro Barbosa e sua esposa D. Joaquina Maria de Jesus, pais de Candóca, conhecido como o Menino de Ouro.
Rodovia dos Tropeiros, 6 km - Fone: (12) 3116-1358

Fazenda Casa Grande

José de Aguiar Toledo, procedente da Ilha Terceira dos Açores, chegou a Bananal por volta de 1765, adquiriu terras perto do Arraial, no Vale do Retiro onde fundou a fazenda Formiga à margem direita do rio Bananal. Na década passada, a Fazenda Formiga foi transformada no Hotel Fazenda Casa Grande - retornando assim às origens:- "antiga casa de pouso dos Bandeirantes". Restaurada, a casa mantém ainda hoje seu estilo e sua característica “bandeirística” que encanta a seus hóspedes ao oferecer-lhes resquícios de um nobre passado.

Teatro Santa Cecília

Foi ponto de reuniões elegantes. Em seu teto exista uma alegoria ao inferno de Dante. Nesse teatro, foi dançado pela primeira vez e com escândalo em Bananal, o “maxixe” pelo ator Nazareth. Em 1918, com a vinda da luz elétrica, houve a primeira reforma do teatro para cinema, passando o nome para “Cine Santa Cecília”, começando assim o cinema mudo. Em 1959 o prédio sofreu nova reforma. Hoje, funciona como Centro Cultural “Carlos Cheminand” e sede da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo

Sobrado da Dona Laurinha

Sobrado localizado no Largo da Matriz (praça Pedro Ramos), datado de 1811. Pertenceu originariamente a João Magalhães Couto. Nele pela primeira vez, se reuniu o “tribunal de Júri”, presidido por Antônio Barbosa da Silva em 17 de abril de 1836. Esta belíssima construção, tombada pelo patrimônio e totalmente restaurada pela atual proprietária Laura Ramos Sciota, apresenta detalhes dignos de nota: suas janelas e portas, todas São lavradas à mão, as sacadas com piso de cobre apresentam gradis e lanternas. No segundo pavimento uma “muxarabie” (janela Mourisca) mostra a influência árabe em nossa arquitetura. O sobrado, internamente, é também um pequeno museu. Móveis e louças antigas, objetos raros e quadros, mostram um significativo acervo da época, que completam a propriedade como um todo, digno de admiração. No local há venda de Artesanato.

Solar Manuel de Aguiar Vallin

Construído em meados do século XIX, este sobrado evidência a riqueza de uma época. Construção de caráter monumental, que já apresenta características do neo-clássico, como as portas principais em arco pleno e a escada principal em lances simétricos. Apresenta pinturas murais de Villaronga. Funcionou no prédio o grupo escolar Coronel Nogueira Cobra e a Prefeitura Municipal de Bananal.

Chafariz

Em 23 de agosto de 1879, foi colocada no Largo da Matriz a primeira pedra para o Chafariz que a Câmara Municipal mandara ali edificar. Porém, somente em 01 de janeiro de 1880, sob ruidosa festa, aconteceu a inauguração. Ficavam assim concluídos os encanamentos e reservatório da “Água do Marcos”. Alguns historiadores afirmam que esta fonte veio importada da Europa. Localizado na Praça da Matriz.

Santa Casa de Misericórdia

Sua construção começou em 1851, tendo sido concluída 20 anos mais tarde. Em 1889 sofreu as primeiras reformas; foi cercado o cemitério e construída a capela externa. O edifício é de relevante interesse arquitetônico pela maior complexidade de seu programa. Possui nítidas características neo-clássicas como o pátio interno, a fachada em “U” e as janelas em arco pleno. Hoje nela funciona a Prefeitura Municipal.

Cemitério

Foi transferido para o alto do morro em meados do século XIX, tendo perdido sua importância após a criação do cemitério da Santa Casa. Hoje ainda vemos inúmeras sepulturas trabalhadas em ferro e datadas do século XIX. Sua localização possibilita uma completa vista do vale onde se localiza Bananal.

Pharmácia Popular

Prédio apalacetado com extensa frente e terreno no qual funciona (além de residência) a atual farmácia, antiga Farmácia Imperial. Pertenceu ao Boticário Francês Tourin Domingos Monsier, casado com Jeanne Poiane. Foi o primeiro farmacêutico da cidade. A farmácia e respectivo prédio pertenceu a Balkeriano José da Costa e a sucessivos proprietários até chegar, em 1922, às mãos do farmacêutico Ernani Graça, pai do atual proprietário, Sr. Plínio Graça. O primeiro acervo cultural farmacêutico do Brasil foi calcado sob o patrimônio desta farmácia, que possui entre outras inúmeras peças, potes de porcelana francesa, rótulos dourados à ouro, cristais e instrumentos originais. Recebeu o prêmio da Fundação Roberto Marinho como a mais antiga farmácia do Brasil em funcionamento. A Pharmácia Popular continua tão bem cuidada quanto antes, quando abriu suas portas em 1830. Sofreu uma única reforma no final do século XIX, ganhando traços neoclássicos. Inaugurada como Pharmácia Imperial, mudou de nome em 1889, após o fim da monarquia. Valeriano José da Costa, dono da farmácia naquela época, seguiu os conselhos dos republicanos e trocou Imperial por Popular. Os balcões eram em pinho de Riga, ornados por ânforas de cristal, contendo água colorida com anilina. O chão é todo revestido com ladrilhos franceses.

Serra da Bocaina

A meio caminho do eixo Rio - São Paulo existe uma região dotada de todas as condições para propiciar às populações do dois lados, contato com a natureza. Tendo permanecida à margem do desenvolvimento, que caracterizou o Vale do Paraíba, a Serra da Bocaina vem impressionando a todos que a visitam desde o tempo do Império.

Da serra do mar, a Bocaina com cerca de 1000m de altitude, oferece com suas matas uma exuberante vida silvestre. A Bocaina tem uma grande abundância de águas e cachoeiras, encontrando também ali, criação de trutas em reservatórios especiais, onde elas recebem tratamento diário, com alimentação à base de ração balanceada. Nos reservatórios, o peso médio alcançado é de 2,1 kg, enquanto que nos rios naturais , as trutas chegam a alcançar 14 kg. As trutas da Bocaina ganharam notoriedade e São encontradas em supermercados e restaurantes finos do Rio de Janeiro e São Paulo.

Estação Ecológica de Bananal

Acesso pela Rodovia SP-247, 25 km. Altitude 1300m em média. Abriga o Museu Casa do Imigrante Italiano. Integrada à rede de Unidades de Conservação, administrada pela Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo, através do Instituto Florestal, a Estação Ecológica de Bananal abriga remanescentes da Mata Atlântica, Vegetação que já cobriu o litoral brasileiro de norte a sul. Os remanescentes dessa Vegetação São tão importantes que foram declarados Patrimônio da Humanidade. Os 884 hectares da Estação Ecológica estão situados numa região em que a altitude varia de 1.200 a 1.900 metros. Esse fator geográfico associado a fatores climáticos, como alta pluviosidade e temperaturas médias que variam entre 20° C e 33° C, mas que podem chegar à mínima de 0° C no inverno, contribuem para que a Serra da Bocaina seja um mosaico de ambientes muito especiais. 
As maiores altitudes encontradas na Serra São: Ramos, com 1900 m , Campestre com 1800 m e a Pedra do Frade com 1580 m.

Chácara Santa Inês

A Chácara Santa Inês, antiga fazenda pecuária, oferece as seguintes alternativas: Fábrica de Doces Artesanais, com produção seguindo as antigas tradições culinárias do Vale do Paraíba. As frutas utilizadas São na maioria, cultivadas na própria chácara. - Centro de Referencia da Cachaça que tem por objetivo a produção da cachaça Santa Ines e também pesquisar e difundir novas tecnologias para a produção da cachaça artesanal. Vila Bom Jardim - Fone: (12) 3116-1591.

Cachoeira dos Pilões

Cachoeira com 3 saltos, formada pelo rio Paca.
Rodovia SP-247, km 27.

Cachoeira da Usina

Formada pelo Rio Bananal, com aproximadamente 150 m de queda d’água. Localizada na Fazenda Cachoeira, na Rodovia SP-247, km 12

Cachoeira do Mimoso

Com cerca de 70 m de altura em uma só queda, despenca da Serra do Mar. Acesso por trilha partindo da Fazenda Mimoso, na Rodovia SP-247, km 36

Cachoeira do Bracui

Com 5 saltos e aproximadamente 150 m de extenSão, em grande volume d’água. É formada pelo Rio Paca Grande. Acesso por trilha a partir do km 33 da Rodovia SP-247.

Cachoeira Sete Quedas

Com 7 saltos, abrange 350 m de extenSão, formada pelo Rio do Braço. Acesso pela Rodovia SP-247, km 15 a esquerda.

Pedra do Frade

Na Serra do Mar, com 1750 m acima do nível do mar. Oferece vista panorâmica de incomparável beleza e alpinismo, De um lado, os campos de Bocaina e de outro, o litoral de Angra dos Reis. O acesso é pela Rodovia SP-247, km 33 seguindo por trilha.

A Pedra do Frade com cerca de 1550 metros, pode ser atingida por Angra dos Reis, através da Vila do Frade (2 dias de caminhada), ou por Brejal, distrito de Bananal, situado bem acima na Serra, por 4 horas e 30 minutos, de caminhada pesada, através de uma trilha em plena mata atlântica, fazia parte da trilha do ouro. As marcações da trilha podem ser encontradas com setas vermelhas nas árvores e fitas vermelhas de finas em volta das árvores. A trilha é razoavelmente simples de ser seguida, pegando inicialmente a antiga estrada SP-247, que agora parece trilha de fazenda. Maiores informações podem ser conseguidas com o dono da Pousada Brejal, neto de quem colocou a primeira escada de madeira na Pedra do Frade. Atenção na crista para subida do Frade, e na volta a saída da mata, onde o caminho é um pouco confuso. Além disso, por Brejal chega-se a cachoeira do Bracuí, Cachoeira do Veado, Vila do Frade e Mambucaba. Estas trilhas estão em razoável estado de conservação, porém nas épocas chuvosas (outubro a abril) muita lama.

Outros pontos turísticos:

Prédio da Rua Comendador Ferreirinha n° 53
Construção térrea da chácara da família de Pindaro Carvalho Rodrigues.

Sobrado da Rua Manoel de Aguiar n° 10 
Prédio de interesse arquitetônico, possui a curiosidade de ter janelas laterais feitas por ocasião da abertura da praça da Matriz em meados do século passado.

Sobrado da Rua Manoel de Aguiar n° 318 e 324
Destacam-se em um dos mais bonitos conjuntos urbanos de Bananal, sendo de grande interesse arquitetônico. Construídos em meados da segunda metade do século XIX devem ser vistos em conjunto pela continuidade da fachada e cobertura, apesar do tratamento diferencia dos trabalhos de serralheria e decoração das fachadas.

Sobrado da Rua Manoel de Aguiar n° 339
Quase em frentes aos anteriores, integrando o mesmo conjunto urbano tem a porta de entrada diferenciada em arco que mostra a influência do neoclássico. Foi construído em 1895.

Sobrados da Praça Pedro Ramos n° 7 e 15
São de grande importância arquitetônica e integram junto com o Hotel Brasil o mais belo conjunto de edifício de Bananal. O sobrado com três pavimento foi construído em 1871.

Solar de Luciano José de Almeida
O sobrado possui características das grandes residências urbanas do século XIX, tendo a sua planta em forma de "U" abrigando um pátio de manobras para carruagens. Foi construído em 1847 e era propriedade do comendador Luciano José de Almeida. Desde a década de 30 deste século abriga o Hotel Brasil que teve seus tempos de glória em função do movimento da antiga Rodovia Rio-São Paulo inaugurada em 1928.

 
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COMETÁRIOS SOBRE Bananal:
 
02/10

Paraben Bananal e seu povo. O turismo hoje e importante para a economia e eleva o nome de uma cidade e de uma regiao.

Enviado por cinezio jeronimo às 15h52
03/03

cidade bonita onde eu pretendo .morar

Enviado por Geral Gonçalves às 11h49
 
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