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Página Inicial da Cidade Dois Córregos

TURISMO

O turismo ecológico, é um dos fatores que se destaca a cada dia no município. Repleta de belezas naturais, a cidade oferece aos seus visitantes passeios por matas nativas com passagens por belas cachoeiras. Anualmente promove encontro de jipeiros, que percorrem emocionantes trilhas pelas matas e rios da cidade. As atividades de Turismo Eco-cultural em Dois Córregos são importantes, como o Cannyoning - Descida de penhascos ou cachoeiras, com auxílio de equipamento especial (rappel).

Principais Pontos Turísticos

Igreja Matriz do Divino Espírito Santo

A Paróquia do Divino Espírito Santo foi criada em 28 de março de 1866 pelo bispo Dom Sebastião Pinto do Rego, sendo desmembrada da cidade de Brotas, e tendo como vigário na época o Pe. Celestino de Alcántra Pacheco. Em 1954 foi iniciada sua reconstrução, concluída em 1962. Durante essa reforma, que começou dos fundos para a frente, a torre não sofreria nenhum reparo, mas quando chegaram perto dela viram que a parte nova não se ajustava com a antiga e não teve outro jeito a não ser demolir e construir outra. Com isso, aumentaram os gastos e o tempo para acabar. A torre anterior era mais baixa que a atual, tinha um andar a menos, os sinos podiam ser vistos da rua. Muitas campanhas foram feitas para arrecadar fundos para a obra. Sua sede está situada na Avenida Pe. Domingos Cidad, 518 – Centro – Dois Córregos – SP.

Estação Ferroviária

Em 1912 foi construído o prédio atual da estação ferroviária, que diz a lenda, seria uma réplica da estação de Marselha, na França, destruída na segunda-guerra. Em 1941, com a retificação, ampliação de bitola e eletrificação da linha Itirapina-Jaú, Dois Córregos passou a ser também o ponto de partida do agora chamado ramal de Campos Salles.
A estação foi reformada e restaurada em 1986 pela Fepasa, por ter sido considerada uma das mais bonitas e representativas da ex-Paulista
A estação de Dois Córregos não faz parte apenas da história da região, mas também da história do cinema. Em 1992, o cineasta Carlos Reichnbach foi à região rodar cenas do seu filme Alma Corsária. Mais tarde, em 1998, o cineasta voltou à cidade para imortalizar a vida que havia na estação, na época quase totalmente deteriorada e em completo abandono. A produção do filme conseguiu restaurar partes da pintura. 
Pouco tempo depois a estação foi tomada pelo fogo que acabou por destruir boa parte de sua estrutura. Foram destruídas três salas da estação e toda a cobertura destas, além da entrada principal do prédio.

Fazenda Santa Margarida

Casarão do tempo dos barões do café, construída por volta de 1870. No seu interior as paredes são de taipa. Localiza-se no bairro Água Espraiada, a 7 quilômetros do centro de Dois Córregos.
No local existem trilhas no meio da mata, passando por rios e cachoeiras e um mirante que mostra o vale montanhoso do médio Tietê. Na fazenda ainda é possível conhecer a macadâmia, criação de gado e fabricação de pinga artesanal.

Vale do Rio Tietê

Reservas ecológicas que ainda possuem matas primárias. Caminho através da estrada do Morro Alto, na Serra do Banharão.
No local há condomínios e os “Três Rios”, onde se encontram os rios Tietê, Piracicaba e Turvo.

Fazenda Barcelos

Antiga fazenda, com sua sede sendo recuperada pelos atuais proprietários. A fazenda possuía um sistema bem moderno de energia e água encanada para a época, início do século XX. Além do casarão, o local possui diversas cachoeiras e muitas histórias.

Cachoeira do Paredão

Localizada na Fazenda Santa Cruz do Paredão, possui queda de aproximadamente 80 metros.

Cachoeira Don´Aninha

Localizada na Fazenda Barcelos, queda de aproximadamente 30 metros.

Cachoeira Véu da Noiva

Localizada na Fazenda Barcelos, queda de aproximadamente 35 metros.

Cachoeira dos Escravos

Cachoeira de pequena queda, mas com piscina natural com cerca de 3 metros de profundidade. Recebe este nome pois os escravos que moravam na Fazenda Balestreiro a utilizavam para tomar banho e nadar.

- A Fazenda Barcelos faz divisa com a Fazenda Balestreiro. O local é rico em belezas naturais, e existem outras cachoeiras na região. Além disso, animais silvestres podem ser avistados na área.

Artesanato Nhanduti

Em tupi-guarani a palavra nhanduti significa teia de aranha, e em torno de sua história existe a lenda de uma linda história de amor. Em uma aldeia indígena a filha do pagé estava em idade de se casar e o pai reuniu os jovens da tribo aconselhando-os que saíssem à procura de um presente para a jovem, pois aquele que trouxesse o mais belo presente seria o seu marido. Todos ficaram esperançosos e foram trazendo a maior e mais carnuda caça. Porém, um dos jovens que já nutria grande paixão pela jovem índia, ficou simplesmente observando o trabalho de uma aranha tecendo sua teia e se encantou. Voltou para a aldeia e com a ajuda da sua mãe teceu como a aranha, em fios vegetais e fios de cabelo tingidos, o mais belo manto.

O pagé ficou deslumbrado pela beleza do presente e entregou ao jovem o prêmio prometido, sua doce e bela filha em casamento. A jovem maravilhada usou o manto como vestido de noiva. Desde então tornou-se tradição na tribo a confecção de manto, esteiras e redes de fios vegetais.

A CADOC (Cooperativa dos Artesãos de Dois Córregos) vem resgatando essa história com o objetivo de decorar os lares com requinte, vestir com elegância e revelar em sua riqueza a presença do belo em todas as ocasiões. Os usos e apliques são realizados em couro, madeira, tecido, bambu, juta e jóias. Há também a utilização de fios especiais como cobre, metal, alumínio, prata, ouro, seda e algodão.

Noz Macadâmia

As primeiras mudas da nobre noz chegaram em Dois Córregos no ano de 1989, trazidas pelo empresário José Eduardo Mendes Camargo. Em 1990, o empresário organizou um grande viveiro para o plantio em grande escala.

Em dezembro de 1996 havia nele cerca de 35 mil mudas destinando-se a noz para consumo próprio e comercialização. Foi montado o complexo de armazenamento, beneficiamento e embalagem do produto, preparando-o para o mercado consumidor interno e externo, já que essa noz tem bastante aceitação nos Estados Unidos e Europa.

Várias promoções foram organizadas para difundir o plantio da macadâmia e muitas delas promovendo Dois Córregos, que ficou conhecida como a “capital da macadâmia”.

Essa planta é originária da Austrália, e no Brasil sua cultura é recente, sendo que a produção começa a partir do quarto ou quinto ano do plantio. A noz macadâmia pode ser consumida crua ou torrada e salgada, sendo usada em bolos, biscoitos, sorvetes e outros doces.

Comida Típica

A goiabada cascão é fabricada na Fazenda Morro Alto pelas irmãs Paulo: Maria de Lourdes, Geralda, Anísia e Luzia. Tudo começou quando Geralda levava doces na roça para comer e deixava embaixo de uma árvore, seguindo ao trabalho. Quando retornava percebia a falta de alguns doces, e isso acontecia diariamente. Um dia resolveu esclarecer tudo e chamou seus colegas de trabalho e pediu para que comprassem o doce ao invés de pegar escondido

Começaram as vendas e como o lucro foi certo, resolveram investir na fabricação dos mesmos. São mais de 40 anos fabricando diversos tipos de doces como goiabada cascão, doce de leite, paçoca, doce de sidra, doce de abóbora, doce de mamão, doce de banana e doce de laranja. Para acompanhar ainda produzem um saboroso queijo caseiro.

 
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COMETÁRIOS SOBRE Dois Córregos:
 
14/02

linda cidade gostei muito do vidio tem casas pra vender?

Enviado por edna às 09h33
02/02

quero ver os condominio dos tres rios

Enviado por ANONIMO às 21h13
 
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