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E - BLOG DO JOÃO

JOAO SANZOVO NETO

 

ORLANDO MORANDO É TERCEIRO MAIS VOTADO NO ESTADO DE SÃO PAULO

orlando morando agradece jaú

Ao povo de Jaú.


Ao final do primeiro turno das eleições de 2014, mais uma vez tivemos a grata satisfação de ter uma votação expressiva, nos colocando entre os 3 deputados estaduais mais votados no estado de São Paulo, com 236.991 votos.

Esse resultado nos dá a certeza do rumo certo em nossa atuação e mais força ainda para trabalhar com afinco e determinação para ajudar a melhorar a vida do povo paulista.

Quero fazer um agradecimento especial a Jaú e em particular ao meu amigo João Sanzovo que me apresentou a esse povo especial e trabalhador entendendo que eu poderia ser o porta-vóz dessa cidade em suas reivindicações junto ao governo estadual.

Tenham certeza meus amigos, Jaú terá um representante na Assembléia Legislativa. Eu estarei atento às necessidades do povo jauense e aos pedidos do João.
Oportunamente estarei em Jaú para agradecer pessoalmente.

Muito obrigado!

ORLANDO MORANDO - DEPUTADO PSDB

E vamos para o segundo turno com Aécio 45!

 

POR QUE PRECISAMOS DE UM DEPUTADO?

Quando o João Sanzovo foi prefeito de Jaú de 2001 a 2008, o povo se orgulhava em morar em uma cidade bonita, desenvolvida e bem cuidada e que foi considerada uma das mais seguras do Brasil.

As obras do governo do PSDB fizeram grande diferença em Jaú:

pq rio jau dia pq rio jau noite rotatoria jau

O atendimento à saúde era eficiente com a construção de postos de saúde e auxilio à Santa Casa e Hospital Amaral Carvalho. E não faltavam remédios à população!

santa casa jau hosp amaral carvalho jau

A mobilidade urbana tomou novos rumos com a construção do terminal urbano de integração e a construção de pontes que melhoraram o acesso e levaram o desenvolvimento a vários bairros.

terminal urb integ term urb integ joao ponte vila xv

O acesso à cidade recebeu melhorias com a duplicação de pistas e a modernização do contorno rodoviário.

contorno rod jau 1 contorno rod jau 2 contorno rod jau 3

A educação foi privilegiada com a construção e reforma de escolas e aquisição de moderno aparelhamento para proporcionar a educação necessária às nossas crianças e jovens.

escola 1 jau escola 2 jau

 

 

 

 

 

 

 

O João fez muitas obras como asfaltamento, despoluição do Rio Jaú, conjuntos habitacionais, e outras sempre melhorando a vida do jauense.

asfaltamento jau boia cross rio jau casas populares jau

Para isto sempre contou com  a ajuda de deputados que apoiaram suas reivindicações junto ao governo.

Como no caso da verba solicitada pelo João e liberada rapidamente  ao APAE de Jaú no mês de junho deste ano através de emenda do deputado Orlando Morando.

Jaú precisa muito de um deputado! Alguém que tenha a chance de ser eleito.  Orlando Morando está em seu terceiro mandato e certamente estará na Assembléia legislativa por mais 4 anos!

Ele é amigo do nosso governador Alckmin, do nosso presidente Aécio, do nosso senador José Serra e do João Sanzovo.

Juntos podem fazer muito por nossa cidade.

Vote no ORLANDO MORANDO para Deputado Estadual - 45 680.

 

AMIGO DO JOÃO É AMIGO DE JAÚ!

ORLANDO MORANDO

 

DENGUE: O SURTO EPIDÊMICO DE VERÃO TEM INÍCIO NO INVERNO.

A pesar de muitos acreditarem que a dengue é uma doença que se dissemina apenas durante o verão, a ameaça de contaminação pelo Aedes Aegypti é real também no inverno. Quando chega o inverno, os casos de dengue começam a diminuir e parte da população deixa de tomar os cuidados necessários para prevenir a doença. Com isso, os criadouros do mosquito continuam se proliferando e à medida que o calor e as chuvas de verão começam a chegar, propiciam condições ideais que provocam surtos epidêmicos por toda a cidade. Os cuidados e o alerta durante o inverno são muito importantes. A comunidade deve continuar atenta, eliminando qualquer tipo de recipiente que acumule água e possa servir de criadouro para o mosquito Aedes Aegypti. As piscinas devem ser tratadas mesmo durante o inverno. E os cuidados básicos devem ser mantidos, pois mesmo no inverno temos dias quentes e semanas mais amenas, com períodos de temperaturas favoráveis ao desenvolvimento das larvas do mosquito.

FINALMENTE SAI A DUPLICAÇÃO DA SP255 JAÚ-BARRA BONITA

CLICA AQUI E VEJA ENTREVISTA

JAU-BARRA neblina


AUDIÊNCIA COM MINISTRO AFIF DOMINGOS

GUILHERME AFIF DOMINGOS / JOÃO SANZOVO

Participamos nesta terça-feira (23/7) em São Paulo, juntamente com diretores da ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados), de audiência com o ministro-chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos.

Na oportunidade, apresentamos análise e proposta sobre a discriminação de impostos no cupom fiscal, prevista na Lei 12.741/2012.

O ministro Afif Domingos conversou conosco sobre ajustes e detalhes referentes à lei do imposto na nota, já que as redes de supermercados no Brasil terão papel preponderante na conscientização do contribuinte. E disse que pretende regulamentar este dispositivo da lei por meio da prática e os supermercados estão demonstrando como isso pode ser feito.

No entanto, a discriminação dos impostos apresenta alguns pontos que estão sendo discutidos para melhor aplicação da lei, pois são em média, sete tributos federais, estaduais e municipais que incidem sobre as mercadorias ou serviços, que deverão ser informados, como Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto relativo ao Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Impostos Sobre Serviços (ISS), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).

O setor supermercadista apóia a implementação da nova lei do Imposto na Nota Fiscal porque entende que a mesma traz transparência à carga tributária incidente nos preços e demonstra claramente ao consumidor o impacto dos impostos na dinâmica de preços/ inflação.

João Sanzovo Neto
Vice-Presidente da ABRAS

(Participaram da audiência com o ministro Afif Domingos, o presidente a ABRAS Fernando Yamada,
o vice-presidente João Sanzovo Neto e o diretor de Relações Institucionais, Alexandre Seabra,
o presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo, Rogério Pinto Coelho Amato
e o superintendente do Instituto de Economia Gastão Vidigal, da Associação Comercial de São Paulo, Marcelo Domingos Solimeo).

 

BRASILEIRO PAGA MAIS IMPOSTOS DO QUE IMAGINA.

IMPOSTOS BRASIL

Na manhã desta quarta-feira (10/4/2013), a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) divulgou a pesquisa “O brasileiro quer saber o quanto paga de imposto”. A enquete feita pelo IBOPE ouviu 2.002 pessoas de 142 municípios em todo o território nacional.

Como vice-presidente da ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados sempre defendí a regulamentação da Lei que obriga as empresas a informar ao consumidor, em notas e cupons fiscais, o valor dos impostos dos produtos e serviços adquiridos. Essa Lei, com o apoio da ABRAS, foi sancionada pela presidente Dilma Roussef em 8 de dezembro do ano passado e entra em vigor no próximo mês de junho.

O consumidor é o grande beneficiado, pois fica sabendo que, em média, paga 40% de tributos embutidos nos preços das mercadorias.

Entre os itens abordados na pesquisa está o automóvel 1.0. Enquanto a média das respostas apontam para um imposto de 30,2%, a tributação efetiva é de 37%.

Para a geladeira duplex, a média levantada com os entrevistados chega a 22,6%, enquanto o que é cobrado também chega aos 37%.

Há casos em que a diferença é ainda maior, como o da gasolina, em que se imagina pagar - na média dos entrevistados - 28% de tributos, enquanto o que é efetivamente cobrado alcança 53%.

O único caso em que se imagina pagar mais é o do feijão, quando a média aponta um imposto de 17,2% e o que é pago alcança 17%.

A pesquisa mostra ainda que 65% concordam integralmente com a afirmação de que "as pessoas poderão cobrar os governos para que usem melhor o dinheiro dos impostos". De acordo com a pesquisa, 90% são a favor do imposto na nota fiscal, enquanto 8% são contrários.

IMPOSTOMETRO - CLIQUE AQUI.

 

CESTA BÁSICA PODERÁ FICAR MAIS BARATA EM SÃO PAULO

Estivemos dia 27 de março (quarta-feira) no Palácio dos Bandeirantes, acompanhando diretores da APAS (Associação Paulista de Supermercados), apresentando ao governador Geraldo Alckmin, uma proposta de desoneração da cesta básica paulista. Pleteiamos a redução a zero dos tributos estaduais de itens de grande penetração nas casas das famílias paulistas, ampliando assim os benefícios concedidos pelo governo federal com a MP nº 609 (em vigor desde 8 de março).

O objetivo é aumentar o acesso da população aos itens da cesta básica.Na proposta, foram sugeridos produtos que ainda não foram incluídos na cesta, entre eles o enxaguador bucal e escova de dentes.  Pela primeira vez três produtos de higiene pessoal foram incluídos na cesta básica nacional, como papel higiênico, sabonete e creme dental. Isto visa complementar a medida, que atende aos conceitos da saudabilidade. O termo surgiu com a mudança dos hábitos e do comportamento do consumidor ao longo dos anos.

Quando presidí a APAS, levei essa reivindicação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aos governadores da época. Com a adesão do governo paulista, além da redução de 6% a 8% de tributos federais, a cesta básica no Estado de São Paulo deverá ficar ainda mais barata, pois terá a redução ou isenção da taxa do ICMS.

BLOG DO JOÃO - CESTA BASICA

 

ex-prefeito de
Jaú e ex-presidente
da Apas
( A s s o c i a ç ã o
Paulista de Supermercados),
João Sanzovo Neto, considerou
muito feliz a recente
decisão do governo federal,
anunciada pela presidente
Dilma Roussef, de desonerar
a cesta básica, incluindo alguns
produtos de higiene e
limpeza, de impostos como
o PIS-Co􀏐ins e o IPI, este no
caso dos produtos de higiene
e limpeza. Sanzovo disse
que esta era uma demanda
do setor de supermercados
de muitos anos. “Estou feliz
com a decisão da presidente
Dilma e dou os parabéns a
ela”, falou.
A medida, conforme o
ex-prefeito e ex-presidente
da Apas, vai implicar até em
redução de gastos do poder
público com a saúde. “O
Brasil tem a carga tributária
mais alto do mundo sobre
os alimentos básicos, como
também sobre alguns produtos
de higiene e limpeza,
que são importantes para a
saúde das pessoas. Podendo
comprar esses produtos de
higiene e limpeza as pessoas
vão levar mais saúde para as
suas casas”, disse Sanzovo.
O ex-presidente da
Apas lembrou que quando
presidia a entidade estadual
dos supermercados
levou essa reivindicação ao
presidente Luiz Inácio Lula
da Silva e aos governandores
da época. “Agora vamos
ampliar essa nossa reivindicação
e pedir que os governadores
retirem também o
ICMS (Imposto Sobre Circulação
de Mercadorias e Serviços).
Acredito que a cesta
básica teráuma redução de
6% a 8% com as medidas”,
observou João Sanzovo.
“De forma que vai reduzir
os preços, vai ser bom
para o povo brasileiro, vai
ser bom para a saúde e para
o orçamento de saúde dos
governos. É uma decisão de
um ganha-ganha. O bene􀏐ício
vai ser muito grande e o
resultado vamos ver ao longo
do tempo. São medidas
que levam um tempo para
se mostrar mas que todos
entendem que se as pessoas
lavarem mais as mãos,
escovarem mais os dentes,
tiverem os produtos básicos
de higiene à disposição,
mais baratos, com certeza
vão ter mais saúde. Haverá
menos gastos em remédios,
em postos de saúde”, prevê
Sanzovo.
Para o ex-prefeito e
ex-presidente da Apas, a
medida vai ser sentida pela
população da mesma forma
que aconteceu com a redução
do imposto de eletrodomésticos
e de automóveis.
“O consumidor vai perceber
no 􀏐inal do mês que o valor
da sua compra vai diminuir.
As entidades, como Associação
Brasileira de Supermercados
e as entidades
estaduais estão compromissadas
em fazer com que os
associados repassem esse
bene􀏐ício aos consumidores.
Acredito que não serão
necessários grandes esforços,
porque a concorrência
do setor é muito grande e
sempre que a gente pode
vender por um custo menor
nós fazemos para chamar
mais clientes”, observou.
Sanzovo sugeriu que a
exemplo do que 􀏐izeram as
lojas de eletrodomésticos e a
revendas de automóveis, que
os supermercados também
incluam nas suas estratégias
de marketing a redução de
tributos da cesta básica.

DESONERAÇÃO DA CESTA BÁSICA PODE MELHORAR SAÚDE.

Considero muito feliz a recente decisão do governo federal, anunciada pela presidente Dilma Roussef, de desonerar a cesta básica, incluindo alguns produtos de higiene e limpeza, de impostos como o PIS-Cofins e o IPI, este no caso dos produtos de higiene e limpeza.

Esta era uma demanda do setor de supermercados de muitos anos. Estou feliz com a decisão da presidente Dilma e dou os parabéns a ela. A medida vai implicar até em redução de gastos do poder público com a saúde. O Brasil tem a carga tributária mais alta do mundo sobre os alimentos básicos, como também sobre alguns produtos de higiene e limpeza, que são importantes para a saúde das pessoas. Podendo comprar esses produtos de higiene e limpeza as pessoas vão levar mais saúde para as suas casas.

Quando presidi a APAS - Associação Paulista de Supermercados, levei essa reivindicação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aos governandores da época. Agora vamos ampliar essa nossa reivindicação e pedir que os governadores retirem também o ICMS (Imposto Sobre Circulaçãode Mercadorias e Serviços). Acredito que a cesta básica terá uma redução de 6% a 8% com as medidas, de forma que vai reduzir os preços, vai ser bom para o povo brasileiro, vai ser bom para a saúde e para o orçamento de saúde dos governos.

É uma decisão de um ganha-ganha. O benefício vai ser muito grande e o resultado vamos ver ao longo do tempo. São medidas que levam um tempo para se mostrar mas que todos entendem que se as pessoas lavarem mais as mãos, escovarem mais os dentes, tiverem os produtos básicos de higiene à disposição, mais baratos, com certeza vão ter mais saúde. Haverá menos gastos em remédios, em postos de saúde.

A medida vai ser sentida pela população da mesma forma que aconteceu com a redução do imposto de eletrodomésticos e de automóveis. O consumidor vai perceber no final do mês que o valor da sua compra vai diminuir. As entidades, como Associação Brasileira de Supermercados e as entidades estaduais estão compromissadas em fazer com que os associados repassem esse benefício aos consumidores. Acredito que não serão necessários grandes esforços, porque a concorrência do setor é muito grande e sempre que a gente pode vender por um custo menor nós o fazemos para chamar mais clientes.

Sugiro que a exemplo do que fizeram as lojas de eletrodomésticos e as revendas de automóveis, que os supermercados também incluam nas suas estratégias de marketing a redução de tributos da cesta básica.

 
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